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Mostrando postagens de Julho, 2004

Campos do Jordão

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Estou indo para lá agora! Excursão com os amigos do terceiro ano (o Lucão vai). E fui eu que organizei. Já que o Daniel, que é quem sempre organiza os passeios, não poderá ir por causa do intensivão de férias no curso de inglês, o cargo caiu em mim. Dá trabalho, tem que correr atrás sem parar para conseguir lotar a vã, tem gente que desisti, gente que não vai mais desistir... E vai um aumentozinho na conta telefônica. Ainda mais que moramos no interior e as cidades são pequenas e próximas, e, sendo assim, moramos em três cidades diferentes: Roseira, Guará e Aparecida; tudo interurbano para a telefônica.


O principal (tirando ver os amigos, lógico) evento da viagem, pelo menos para mim (comenings), vai ser a pista de patinação no gelo. Estou doido para patinar novamente. Só patinei uma vez Guarulhos no shopping internacional, o irmão do Paulo me levou. Espero que lá possa tirar 360 (pulo e uma volta no ar) porque, pertinho da capital, não pôde; o cara reclamou. Vou almoçar agora mais c…

Quanto post!

Pois estou com speedy agora pessoal. Por isso esses horários estranhos de post; posso entrar a hora que eu quiser. Viva; demorou! E por isso também que o layout ficou pronto antes do final de semana.

Aparelho

Quando eu como coxinha na cantina do colégio, a minha boca fica parecendo caminhão do fome-zero por causa desse negócio de lata.


Hummm... Acho que eu acabei de achar um feijão de quarta agora.
É sempre, de certa forma, muito ruim em sensação ser a pessoa do debate que, ao ver uma nova opinião com uma lógica mais coerente do que a sua, muda na hora o modo de interpretar as coisas (ver que falou besteira e se deixou levar por um pensamento mal feito). De outra forma, é ótimo porque é para isso que você coloca suas opiniões em debate; para, óbvio: debate-las. E aprender vendo novas visões e raciocínios diferentes.
Eu nunca me senti assim, perseguido por um personagem. Mas às vezes eu começo a visualizar um texto das coisas que estão realmente acontecendo comigo, na minha vida. Já tenho planos de escrever aqueles acontecimentos futuramente no blog, numa folha de papel qualquer, talvez até bota-las num possível livro e, por segurança, já deixar tudo escrito para não esquecer... E o que me ocorre é começar a agir fora da espontaneidade e começar a praticar atos (que me envolvem e aos outros) que tornariam a história mais interessante. Viro marionete de mim mesmo sendo forçado a agir e fazer coisas que julgo curiosa para os leitores. Arrisco mais.

Comentários perdidos

É gostoso estar postando aqui nesse layout novo. Havia me esquecido de perguntar de quem foram e quais foram os dois comentários feitos no post do Pablo Neruda. Aconteceu algo na blogger.com.br que os fez perder antes que eu pudesse vê-los, fiquei curioso. Outra coisa, tem gente que está reclamando que não está dando para comentar. Se você tem o antipop-up da uol e ele estiver ativado, as janelinhas não abrem mesmo, pois estão em java. É só desativar na hora de comentar.

Finalmente

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Depois de tanto tempo trabalhando numa nova forma para o cab, aí está. Tudo novo, várias páginas, tem comentário, mas você não viu porque é um numerinho pequeno no final direito de cada post. Está do jeito que eu queria. Divirtam-se! Ah, por favor, se alguém encontrar algum erro de português, htm-élês ou qualquer coisa, me informe pelo comentário, combinado?
Eu cheguei a seguinte conclusão:  Não tem que pensar o quê escrever, tem que escrever o que se pensa.

Essa Fada

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Mergulha no sonho
De simples meninos
Orgulha seus planos
Os deixa sorrindo


Borbulha os hormônios
Não são mais meninos
Passaram alguns anos
Estão já agindo


Mas são tão sozinhos
Solteiros meninos
Nos sonhos sorrindo
Por quentes carinhos


Embrulham a fada
Com os braços caprinos
E tocam nas asas
Vão logo subindo


Mergulham na boca
Mas não se saciam
Retiram a roupa
Estão no delírio


A fada abusa
Os gozos vem vindo
E logo lambusa
Os nossos bambinos


Veste sua blusa
Já vai logo indo
Assim que já usa
Um puro menino


Retira a energia
De todos os filhos
E assim continua
Com outros meninos


É assim essa fada
Danada e alada
É assim, é safada
Beijada e adorada


É assim odiada
Por mães educadas
É assim essa safada
Invejada e amada

VITOR NUNES BUSTAMANTE REIS

Esse sou eu; 18 anos, classe média baixa, pré-vestibulando desinteressado, agora de férias, sem computador, desanimado, escrevendo, ouvindo música, de madrugada. E o mais importante: pensa que é escritor de quilate considerável. Talvez uns dos piores problemas de quem escreve seja a desconcentração do quê se está dizendo e como o está dizendo. Essa, causada pela preocupação da repercussão que aquelas palavras poderão gerar.


Isso é totalmente prejudicial ao trabalho e humor do escritor e não é algo fácil de se livrar -- mesmo apesar de agora eu ter conseguido fácil, tornando a tormenta o assunto; e, ainda assim, agora mesmo eu pensei: "nossa, vou postar isso depois que o computador vier do conserto" e já comecei a imaginar futuros e a sumir do presente que eu estava relatando. Começa-se a pensar se irão comentar sobre essas palavras ou qualquer outra coisa... Agora mesmo eu estou pensando no que pensarão as pessoas que estarão lendo essa prosa madrugada.


Acreditam que eu, m…
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ctrl+alt+blog desvoltando do normal, me desespero. O meu munitor está com um problema de parar de funcionar de repente e voltar só com uns tabefes na cabeça. Isso não pode continuar senão um dia ele queima de vez. Estamos deixando-o no concerto hoje e a moça que vai cuidar dele disse que não tão cedo o veremos novamente, talvez uns 3 dias, meu deus! Bem... Sem cab, sem icq/msn por tempo indeterminado. Vou ver se faço mais um post antes da internação dessa televisãozinha com problema.
Abraço, pessoal!
ctrl+alt+blog voltando ao normal, assim espero. Vocês perceberam que isso aqui está um pouco zoado ultimamente, não é? Cadê um post que se possa chamar de post? Pois é... estou fazendo uma reforma no cab e ela chega essa semana, espero. Já saí da fase do fotoxópe e estou na fase do html.


Eu não gostei muito desse leiaute, sabem? É estranho escrever num espaço de pontas arredondadas, eu gosto de escrever num negócio quadrado! Não me perguntem o porquê. E, além disso, eu tinha mais planos, mais mudanças pensadas que era para terem sido feitas nessa versão de template, porém não foram. Nessa nova roupa que está por vir elas ocorrerão - até que enfim, já era hora.
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Eu não fui das pessoas que acompanharam a série desde o começo, na verdade eu vi mesmo foi essa última fase. Das outras fases eu vi um episódio ou outro. Mas sempre dava para entender tudo porque eu já tinha uma noção da história. Esse pouco tempo foi o suficiente para eu me apaixonar pelos personagens: o melhor é o Joey, a que tem o raciocínio mais interessante é Phoebe e o com qual eu mais me identifico é o Ross; se o Vitor fosse um dos Friends, ele seria o Ross, sem dúvidas (idiota e sempre com uma burrada).


Acabei de ver pela segunda vez o último episódio e dessa vez deu para pensar um pouco nele e não ficar totalmente envolvido (rindo e emocionado) com a última história contada.


Foi muito bom eles fazerem um último capítulo (os últimos episódios) do mesmo modo dos demais: mesmo tempo, muitas piadas, as idéias geniais de sempre... nada de extra-oficial, por assim dizer. Bem, valeu, Friends. Muito amor e riso!



Maluf
Já que eu falei nele esses dias: ele não ganha a eleição, a globo está contra.
Chegou a hora de começar do zero mais uma vez. E que essa seja a última, e que eu já tenha aprendido o que se deve, para não mais tropeçar. E que eu tenha criado princípios sólidos em mim.
Conversar sempre é bom.
É como se eu tivesse matado alguém e estivessem na cadeia encostado em duas paredes remoendo atitudes, cegueiras e conclusões erronias.
Matem-me, por favor.

Padinho!

Esses alongamentos estão me matando, César!
Como pode? Um pai cérebro e uma filha corpo.

Roda Viva

A entrevista com o Maluf só mostrou mais ainda a talentosa raposa velha que ele é. Não sei julgar jornalistas de nome bons ou ruins, assim como fez o Senhor Sergio, logo não vou falar nada sobre eles. Houve algumas pérolas que o Maluf disse além das citadas pelo Sejones, mas já faz tanto tempo desde a entrevista que eu esqueci as que tinha pensado em comentar aqui.

Maluf no meio da roda

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Candidato do PP à Prefeitura de São Paulo no centro do Roda Viva

TV Cultura
passa hoje, às... (lembrar da voz do locutor da Cultura) dez-e-meia da noite, o Roda Viva com o Maluf. Imperdível do meu ponto de vista. Ainda não sei qual será o filme na tela quente, mas, seja qual for, o interrogatório vai ser, sem dúvidas, muito mais interessante.

Não sei se eu vou conseguir explicar da mesma forma que o meu professor de história conseguiu em uma aula no ano passado, mas eu vou tentar.
Como funciona uma obra superfaturada:
Quando os políticos se reúnem com as empresas candidatas a serem contratadas pelo estado para realizarem uma obra pública; uma estrada, por exemplo; são analisadas separadamente cada uma das candidatas: o orçamento, como será feito o serviço, prazo de conclusão, tudo isso... (é separado para que nenhuma saiba quanto a outra propôs) Aí os corruptos armam um esquema de aprovar a empresa X, também da gangue.fdp. Essa empresa, que fará a obra, passa para os responsáveis pela …

Qualé que é teu problema, Chorão?

Líder do Charlie Brown dá cabeçada e soca cantor do Los Hermanos em Fortaleza

O "FODACE" do Anaki (fã do Charlie Brown) que eu li num comentário na página http://www.cbjr.com.br/ foi ducaraio como diria o Chorão! CBjr. e LH são duas bandas totalmente diferentes, nem tem como comparar como fizeram na página.

O Chorão está precisando de uma dose cavalar de maracujina e também aprender que se ele não mudar vai acabar afundando o CBjr no mundo onde se tem apenas fãs adolescentes na fase da revolta. Cadê aquelas músicas legais do segundo e primeiro CD? Agora falando da banda: acho a maior sacanagem músicos tão bons te-lo como vocalista. Achar que o mundo é que vai mudar, o nariz do Camelo é que vai afundar, não vai levar a nenhum bom lugar. Abre o olho, Chorão! Qualé que é teu problema, mané?

Vitor no Guiness Book

Eu já admito, logo aqui na primeira frase, que eu nunca vou quebrar o recorde da Madre Tereza de Calcuta, mas, veja bem, eu não sou freira, eu freqüento uma escola com mais de mil alunos no meu período, sou um jovem que sai de casa e tem uma pequena mas suficiente vida social. Apesar da proeza de ir almoçar com 8 garotas, eu estou faz um ano sem receber outros lábios nos meus. Apesar da seca brava no sertão que virou a minha boca, eu estou sustentável emocionalmente na esfera dos romances ou das putarias. Mas, pelo amor de Deus, alguma menina, bonita e legal, me agarre (por onde quiser) e me dê um baita beijo na boca! Eu agradeço e juro que vai ser bom.

Meu último recorde foi de 16 anos sem, agora já estou caminhando para bater esse, faltam 15 anos, que segundo os adultos passam voando, pode perguntar. Só que eu não quero esse título, me entendam. É o sistema amoroso autônomo que está me mantendo assim. O sistema amoroso central (consciente) não quer que a situação se mantenha. Poxa, …

8 garotas + 1 eu

Hoje fui presenteado com a honra de acompanhar minhas amigas num suposto almoço (aprendi, almoço é com L) no centro da cidade de Guaratinguetá. Vitor e as meninas do cursinho no centro, isso soa muito agradável aos meus ouvidos. Pena que quem eu gosto não foi, ficaria com ela o tempo todo. Preenchemos duas mesas da pastelaria Serve Quente onde eu comi um x-salada e elas comeram salgados, lanches ou pasteis. Comi também o resto dos lanches de quem delas não agüentou comer tudo. Uma hora, enquanto fazia isso, fiquei esperando, torcendo muito para que uma delas ou todas elas falassem: "Vitor, você é o maior comedor". Mas ninguém teve a inocência de dizer isso. Uma pena. Entretanto a imaginação de como aquelas pessoas que nos cercavam reagiriam a tal frase pronunciada já me valeu. Eu sempre fui e ainda sou meio muito conformista.

Almoçados e voltando pela cidade, pelo mesmo caminho da ida, fui sendo fuzilado por olhares de rapazes que depois de passarem pelas garotas paravam em …

Tempo de postar

Tenho dedicado o meu tempo de postagem, o meu tempo de computador (que não é pequeno), ao photoshop. Não queria, não devia, pois vai demorar um tempo aí, mas eu digo: está vindo uma surpresa para o cab (nada de mais). Aguardem; como disse não sei quem hoje na aula: aguardem deitados, pois sentados vão ficar com câimbra na bunda.

As aulas do cursinho estão uma delícia essa semana. Climão de férias, só a minha sala no colégio e a só turma que não falta indo, 40% da classe. Hoje, falando que eu repeti no exame da auto-escola, as meninas me olharam de um jeitinho tão carinhoso, torciam por mim, para eu não repetir de novo. Foi muito bom esse acolhimento! Na próxima eu vou conseguir pessoal! Já marquei mais umas vinte aulas aí!! Ah, e sempre tem uma mulher para falar: "E depois falam que mulher no volante... puf!". Ninguém tinha nem pensado nisso, ela que lembrou. E eu nunca falei nada disso. Talvez tenha rido de algumas piadas entre os amigos e e-mails recebidos portando fotos h…