sexta-feira, julho 30, 2004

Campos do Jordão

Estou indo para lá agora! Excursão com os amigos do terceiro ano (o Lucão vai). E fui eu que organizei. Já que o Daniel, que é quem sempre organiza os passeios, não poderá ir por causa do intensivão de férias no curso de inglês, o cargo caiu em mim. Dá trabalho, tem que correr atrás sem parar para conseguir lotar a vã, tem gente que desisti, gente que não vai mais desistir... E vai um aumentozinho na conta telefônica. Ainda mais que moramos no interior e as cidades são pequenas e próximas, e, sendo assim, moramos em três cidades diferentes: Roseira, Guará e Aparecida; tudo interurbano para a telefônica.


O principal (tirando ver os amigos, lógico) evento da viagem, pelo menos para mim (comenings), vai ser a pista de patinação no gelo. Estou doido para patinar novamente. Só patinei uma vez Guarulhos no shopping internacional, o irmão do Paulo me levou. Espero que lá possa tirar 360 (pulo e uma volta no ar) porque, pertinho da capital, não pôde; o cara reclamou. Vou almoçar agora mais cedo para economizar o dinheiro de comida, lá é tudo caro para não ir pobre. Cadê minhas blusas de frio? Vou voltar de madrugada...

Quanto post!

Pois estou com speedy agora pessoal. Por isso esses horários estranhos de post; posso entrar a hora que eu quiser. Viva; demorou! E por isso também que o layout ficou pronto antes do final de semana.

Aparelho

Quando eu como coxinha na cantina do colégio, a minha boca fica parecendo caminhão do fome-zero por causa desse negócio de lata.


Hummm... Acho que eu acabei de achar um feijão de quarta agora.
É sempre, de certa forma, muito ruim em sensação ser a pessoa do debate que, ao ver uma nova opinião com uma lógica mais coerente do que a sua, muda na hora o modo de interpretar as coisas (ver que falou besteira e se deixou levar por um pensamento mal feito). De outra forma, é ótimo porque é para isso que você coloca suas opiniões em debate; para, óbvio: debate-las. E aprender vendo novas visões e raciocínios diferentes.
Eu nunca me senti assim, perseguido por um personagem. Mas às vezes eu começo a visualizar um texto das coisas que estão realmente acontecendo comigo, na minha vida. Já tenho planos de escrever aqueles acontecimentos futuramente no blog, numa folha de papel qualquer, talvez até bota-las num possível livro e, por segurança, já deixar tudo escrito para não esquecer... E o que me ocorre é começar a agir fora da espontaneidade e começar a praticar atos (que me envolvem e aos outros) que tornariam a história mais interessante. Viro marionete de mim mesmo sendo forçado a agir e fazer coisas que julgo curiosa para os leitores. Arrisco mais.

Comentários perdidos

É gostoso estar postando aqui nesse layout novo. Havia me esquecido de perguntar de quem foram e quais foram os dois comentários feitos no post do Pablo Neruda. Aconteceu algo na blogger.com.br que os fez perder antes que eu pudesse vê-los, fiquei curioso. Outra coisa, tem gente que está reclamando que não está dando para comentar. Se você tem o antipop-up da uol e ele estiver ativado, as janelinhas não abrem mesmo, pois estão em java. É só desativar na hora de comentar.

quinta-feira, julho 29, 2004

Finalmente

Depois de tanto tempo trabalhando numa nova forma para o cab, aí está. Tudo novo, várias páginas, tem comentário, mas você não viu porque é um numerinho pequeno no final direito de cada post. Está do jeito que eu queria. Divirtam-se! Ah, por favor, se alguém encontrar algum erro de português, htm-élês ou qualquer coisa, me informe pelo comentário, combinado?

terça-feira, julho 27, 2004

Eu cheguei a seguinte conclusão:  Não tem que pensar o quê escrever, tem que escrever o que se pensa.

segunda-feira, julho 26, 2004

Essa Fada


Mergulha no sonho
De simples meninos
Orgulha seus planos
Os deixa sorrindo


Borbulha os hormônios
Não são mais meninos
Passaram alguns anos
Estão já agindo


Mas são tão sozinhos
Solteiros meninos
Nos sonhos sorrindo
Por quentes carinhos


Embrulham a fada
Com os braços caprinos
E tocam nas asas
Vão logo subindo


Mergulham na boca
Mas não se saciam
Retiram a roupa
Estão no delírio


A fada abusa
Os gozos vem vindo
E logo lambusa
Os nossos bambinos


Veste sua blusa
Já vai logo indo
Assim que já usa
Um puro menino


Retira a energia
De todos os filhos
E assim continua
Com outros meninos


É assim essa fada
Danada e alada
É assim, é safada
Beijada e adorada


É assim odiada
Por mães educadas
É assim essa safada
Invejada e amada

sábado, julho 24, 2004

VITOR NUNES BUSTAMANTE REIS

Esse sou eu; 18 anos, classe média baixa, pré-vestibulando desinteressado, agora de férias, sem computador, desanimado, escrevendo, ouvindo música, de madrugada. E o mais importante: pensa que é escritor de quilate considerável. Talvez uns dos piores problemas de quem escreve seja a desconcentração do quê se está dizendo e como o está dizendo. Essa, causada pela preocupação da repercussão que aquelas palavras poderão gerar.


Isso é totalmente prejudicial ao trabalho e humor do escritor e não é algo fácil de se livrar -- mesmo apesar de agora eu ter conseguido fácil, tornando a tormenta o assunto; e, ainda assim, agora mesmo eu pensei: "nossa, vou postar isso depois que o computador vier do conserto" e já comecei a imaginar futuros e a sumir do presente que eu estava relatando. Começa-se a pensar se irão comentar sobre essas palavras ou qualquer outra coisa... Agora mesmo eu estou pensando no que pensarão as pessoas que estarão lendo essa prosa madrugada.


Acreditam que eu, mesmo com o munitor no conserto, estou ouvindo as minhas mp3 no computador? Bolei um jeito de quando o ligar fazer só uns comandos no teclado para abrir o winamp e começar a tocar as músicas; coloquei a banda Fresno como primeira da lista. Vinha deixado as mp3 dessa em quarentena fazia já algum tempo, ou melhor, já estavam entrando na quinta quarentena consecutiva. Às vezes eu me esqueço que eu gosto tanto assim de umas bandas que realmente são fodas na minha opinião. Fresno, para mim, é a banda de melhor interpretação de músicas sentimentais que eu já conheci, por mais desafinada que sejam essas gravações, é difícil outras músicas que passem tanta alma quanto essas.


Já melhorei um pouco da que podemos chamar de "crise de o quê os leitores pensarão/acharão/comentarão sobre o que é escrito". Realmente vinha me preocupando com isso desde que vinha recebendo, ou "tinha recebido" elogios aos meus post/textos. Vejo hoje que eu não estava preparado para eles e que já era para estar, saber enxergar as coisas sem pensar se eu estarei recebendo atenção, preocupação, estarão gostando de mim e olhem só: quem recebe tudo é o Vitor que se é enxergado através das suas escritas, ou seja, há a pessoa Vitor e há as coisas que ele escreve... Tem gente que gosta mesmo de coisas que eu escrevo, mas nem me conhece, não sabem que por trás das mãos escritoras tem uma alma que erra muito (e feio) ainda com coisas que já eram para terem sido aprendidas, que não está em paz porque não estuda, porque não está namorando ou bem no quesito sentimento, uma alma que anda querendo muito algumas sessões no psicólogo; um corpo que não recebe uma atividade física, que é mais do que necessária; alguém que podia se cuidar melhor e umas das coisas que mais me afligem: a relação social, a influência da presença de outros que domina certas ações tomadas por mim (já estou pensando de novo no que estará pensando quem vai ler isso, essa preocupação não me deixa em paz), meu comportamento com as pessoas que vejo na rua. Quando saio um pouco do meu corpo e me olho de fora, vejo que eu não gosto nada de quem eu sou em sociedade, são muito raras as vezes que eu gosto. Teve um dia na escola que foi foda de bom (porque também poderia ter sido foda de ruim). Estava muito animado, perguntando nas aulas perguntas que valessem a pena, tinha mostrado textos meus para as meninas que sempre pedem mais um para ler e elas tinham me elogiado...


PÁRA! NOVAMENTE ME DESVIEI DA CONVERSA COM VOCÊS E OLHEM O QUÊ AGORA EU IMAGINEI: Imaginei alguém pegando essa folha de papel batida a máquina num futuro onde eu serei um escritor de sucesso, de alto nível e que esse alguém que descobrira essa folha lesse-a falando: "nossa, o Vitor era foda mesmo -- vira e meche ele fala de coisas que eu já tinha pensado, tinham passado pela a minha cabeça, mas eu nunca tinha falado delas". Eu queria poder bloquear certas idéias (idiotas?) de chegarem ao meu pensamento, sabe? E_vitar que isso me ocorresse e poder continuar normalmente na linha de pensamento que vinha seguindo. Irrito-me porque eu fico pensando que todo mundo é como eu, é sempre assim: você não é diferente, você é igual a mim até que se prove o contrário, tem as mesmas aflições, as mesmas doideras, os mesmos monstros...


Hoje enquanto eu me masturbava fiquei imaginando uma fada sensual, carinhosa, meiga professora de sexo entrando pela minha janela e transando comigo, mostrando como se agrada fisicamente uma mulher, sempre me olhando e mostrando "assim que é bom", tudo como seu eu estivesse fazendo sexo pela primeira vez. "Olha como é bom assim", e me botava dentro dela, no que eu respondia, "Nossa é muito bom mesmo", ela: "agora segura meus seios, chupe-os"; "assim, isso". Agora que vem o ponto que eu quero chegar: Aí, do nada me vem em mente pêlos. Pronto! Imagino um (sem a mínima vontade de tal) um peito peludo de homem. Como eu queria ter evitado aquilo ter vindo na minha cabeça. Faço o máximo para desviar esse novo pensamento que está se formando batalhando com o meu cérebro, forçando outra imagem... (retornar a fada) E logo vem: uma preocupação idiota de ser gay ou algo assim (foi contra os meus instintos aquilo ter se passado na minha cabeça, veio por nóias minhas). Depois eu penso (as nóias): será que eu fiquei preocupado em não pensar naquilo, fiquei preocupado com o que as pessoas iriam achar se eu pensasse aquilo, que me achariam gay e foi por tentar evitar o pensamento que eu o acabei pensando? Sendo que essas pessoas na verdade são vários Vitors que me habitam e esse que agora fala, morre de vergonha deles. Pareço enlouquecer pensando assim, mas eu acredito nisso (nesses Vitors).


Já foi bom ter falado tudo, mesmo que essa folha nunca venha a ser lida. Botar conflitos no papel com a escrita sempre ajudou os seres humanos na melhora do humor e na aproximação da paz. Até respiro melhor, vejam só, uma prova. O segundo passo é ler toda a confusão posta no papel e ver que você escreveu um texto que só você entende mas que isso lhe basta, bem... Boa noites, Vitors de quem eu tenho vergonha.


Saibam: desisti de ler agora, tentei mas não é hora, deixa as águas do pensamento se renovarem no rio do raciocínio porque essas estão um pouco paradas no momento. Sinto que, com essa metáfora escrita a cima, eu esteja melhorando... É um bom sinal. Na minha opinião, no meu gosto, artisticamente, o que eu gosto nos meus textos quando os leio muito tempo depois, quando eu não lembro de nada que ali está escrito, são nas metáforas que eu acho um possível poeta em mim.


Uma paz está se aproximando agora. Respiração só melhora, quase acho gosto no ar inalado. O que estava em minha mente quando eu tentei ler o já escrito acabou de voltar: é: como é ruim ler algo que você acabou de escrever, não dá para ter uma noção segura se ficou bom, e isso é ter conseguido dizer o que queria com clareza para si mesmo, ter melhorado os pensamentos quando postos numa linguagem de comunicação geral; mais fácil de entender lendo do que pensando neles na confusão dos neurônios. Por falar em confusão, acho que eu acabei de criar uma agora na frase anterior.


Último "bem..", seus Vitors: Boa noite, já está me cansando um pouco tudo isso. Amanhã, quando esquecer um tanto o assunto, eu releio e será como se todos os Vitors o estivessem lendo, ok? Até.

segunda-feira, julho 12, 2004

Pablo Neruda

Minha mãe me ajudou a lembrar de onde que eu conhecia esse nome quando eu estava me perguntando. Quem nunca ouviu a voz do Chico Buarque cantando:


"Devolva o Neruda que você me tomou
E nunca leu
Eu bato o portão sem fazer alarde
Eu levo a carteira de identidade
Uma saideira, muita saudade
E a leve impressão de que já vou tarde
"?


Mas o que eu estou fazendo? Estamos falando do Neruda e não do Chico:


" .... Deixa que o vento corra, coroado de espuma, que me chame e me busque galopando na sombra, enquanto eu, mergulhado nos teus imensos olhos, nesta noite imensa, descansarei, meu amor..."
Pablo Neruda
ctrl+alt+blog desvoltando do normal, me desespero. O meu munitor está com um problema de parar de funcionar de repente e voltar só com uns tabefes na cabeça. Isso não pode continuar senão um dia ele queima de vez. Estamos deixando-o no concerto hoje e a moça que vai cuidar dele disse que não tão cedo o veremos novamente, talvez uns 3 dias, meu deus! Bem... Sem cab, sem icq/msn por tempo indeterminado. Vou ver se faço mais um post antes da internação dessa televisãozinha com problema.
Abraço, pessoal!
ctrl+alt+blog voltando ao normal, assim espero. Vocês perceberam que isso aqui está um pouco zoado ultimamente, não é? Cadê um post que se possa chamar de post? Pois é... estou fazendo uma reforma no cab e ela chega essa semana, espero. Já saí da fase do fotoxópe e estou na fase do html.


Eu não gostei muito desse leiaute, sabem? É estranho escrever num espaço de pontas arredondadas, eu gosto de escrever num negócio quadrado! Não me perguntem o porquê. E, além disso, eu tinha mais planos, mais mudanças pensadas que era para terem sido feitas nessa versão de template, porém não foram. Nessa nova roupa que está por vir elas ocorrerão - até que enfim, já era hora.


Eu não fui das pessoas que acompanharam a série desde o começo, na verdade eu vi mesmo foi essa última fase. Das outras fases eu vi um episódio ou outro. Mas sempre dava para entender tudo porque eu já tinha uma noção da história. Esse pouco tempo foi o suficiente para eu me apaixonar pelos personagens: o melhor é o Joey, a que tem o raciocínio mais interessante é Phoebe e o com qual eu mais me identifico é o Ross; se o Vitor fosse um dos Friends, ele seria o Ross, sem dúvidas (idiota e sempre com uma burrada).


Acabei de ver pela segunda vez o último episódio e dessa vez deu para pensar um pouco nele e não ficar totalmente envolvido (rindo e emocionado) com a última história contada.


Foi muito bom eles fazerem um último capítulo (os últimos episódios) do mesmo modo dos demais: mesmo tempo, muitas piadas, as idéias geniais de sempre... nada de extra-oficial, por assim dizer. Bem, valeu, Friends. Muito amor e riso!



sábado, julho 10, 2004

sexta-feira, julho 09, 2004

Chegou a hora de começar do zero mais uma vez. E que essa seja a última, e que eu já tenha aprendido o que se deve, para não mais tropeçar. E que eu tenha criado princípios sólidos em mim.
Conversar sempre é bom.

quinta-feira, julho 08, 2004

É como se eu tivesse matado alguém e estivessem na cadeia encostado em duas paredes remoendo atitudes, cegueiras e conclusões erronias.
Matem-me, por favor.

quarta-feira, julho 07, 2004

Padinho!

Esses alongamentos estão me matando, César!
Como pode? Um pai cérebro e uma filha corpo.

Roda Viva

A entrevista com o Maluf só mostrou mais ainda a talentosa raposa velha que ele é. Não sei julgar jornalistas de nome bons ou ruins, assim como fez o Senhor Sergio, logo não vou falar nada sobre eles. Houve algumas pérolas que o Maluf disse além das citadas pelo Sejones, mas já faz tanto tempo desde a entrevista que eu esqueci as que tinha pensado em comentar aqui.

segunda-feira, julho 05, 2004

Maluf no meio da roda

Candidato do PP à Prefeitura de São Paulo no centro do Roda Viva

TV Cultura
passa hoje, às... (lembrar da voz do locutor da Cultura) dez-e-meia da noite, o Roda Viva com o Maluf. Imperdível do meu ponto de vista. Ainda não sei qual será o filme na tela quente, mas, seja qual for, o interrogatório vai ser, sem dúvidas, muito mais interessante.

Não sei se eu vou conseguir explicar da mesma forma que o meu professor de história conseguiu em uma aula no ano passado, mas eu vou tentar.
Como funciona uma obra superfaturada:
Quando os políticos se reúnem com as empresas candidatas a serem contratadas pelo estado para realizarem uma obra pública; uma estrada, por exemplo; são analisadas separadamente cada uma das candidatas: o orçamento, como será feito o serviço, prazo de conclusão, tudo isso... (é separado para que nenhuma saiba quanto a outra propôs) Aí os corruptos armam um esquema de aprovar a empresa X, também da gangue.fdp. Essa empresa, que fará a obra, passa para os responsáveis pela verba (para o estado) um preço que é mais do que ela vai gastar, isso faz sobrar um dinheiro legal (o nosso dinheiro, sabe? impostos que você paga) Aí vai um tanto para empresa: fazer a obra e tirar o dela (o roubo dela); e o outro tanto vai para os políticos que possibilitaram a empresa X ganhar das outras candidatas na hora da escolha mesmo sendo a pior (pelo preço) para fazer o serviço e lucrar bem mais do que lucraria com o tal serviço. Enfim, a empresa compra os juízes que a fazem lucrar mais e, é óbvio, eles cobram muito caro por isso. Você viu que os dois lados lucram, certo? Agora, imagine "uma pessoa" sendo dona da empresa e um dos juízes ao mesmo tempo? Lucro dobrado.

Não sei se eu vou conseguir explicar que nem o meu pai consegue, mas eu vou tentar:
O que é um laranja:
Há políticos que nunca vão ser presos porque têm os seus laranjas para serem presos no lugar deles. É um capanga treinado e posto nos rolos: assinando papéis, tendo contas dos políticos no seu nome e que na hora que a polícia descobre tudo, é quem assume tudo e tudo que foi roubado está registrado no nome dele. Acredito que o cara é chantageado ("vou matar sua mulher, seu filho e sua filha se você abrir o bico"; "faço capa da Veja o quê você fez na prefeitura de Vitória e já era, meu filho"). Laranja não deixa de ser, de certa forma, um emprego. O cara ganha para ficar preso, mesmo que para sempre, o dinheiro vai para a sua família, para a "melhor" criação de seus filhos, para a sustentação da sua mulher. Ou, fica preso para a sobrevivência desses.

sábado, julho 03, 2004

Qualé que é teu problema, Chorão?

Líder do Charlie Brown dá cabeçada e soca cantor do Los Hermanos em Fortaleza

O "FODACE" do Anaki (fã do Charlie Brown) que eu li num comentário na página http://www.cbjr.com.br/ foi ducaraio como diria o Chorão! CBjr. e LH são duas bandas totalmente diferentes, nem tem como comparar como fizeram na página.

O Chorão está precisando de uma dose cavalar de maracujina e também aprender que se ele não mudar vai acabar afundando o CBjr no mundo onde se tem apenas fãs adolescentes na fase da revolta. Cadê aquelas músicas legais do segundo e primeiro CD? Agora falando da banda: acho a maior sacanagem músicos tão bons te-lo como vocalista. Achar que o mundo é que vai mudar, o nariz do Camelo é que vai afundar, não vai levar a nenhum bom lugar. Abre o olho, Chorão! Qualé que é teu problema, mané?

Vitor no Guiness Book

Eu já admito, logo aqui na primeira frase, que eu nunca vou quebrar o recorde da Madre Tereza de Calcuta, mas, veja bem, eu não sou freira, eu freqüento uma escola com mais de mil alunos no meu período, sou um jovem que sai de casa e tem uma pequena mas suficiente vida social. Apesar da proeza de ir almoçar com 8 garotas, eu estou faz um ano sem receber outros lábios nos meus. Apesar da seca brava no sertão que virou a minha boca, eu estou sustentável emocionalmente na esfera dos romances ou das putarias. Mas, pelo amor de Deus, alguma menina, bonita e legal, me agarre (por onde quiser) e me dê um baita beijo na boca! Eu agradeço e juro que vai ser bom.

Meu último recorde foi de 16 anos sem, agora já estou caminhando para bater esse, faltam 15 anos, que segundo os adultos passam voando, pode perguntar. Só que eu não quero esse título, me entendam. É o sistema amoroso autônomo que está me mantendo assim. O sistema amoroso central (consciente) não quer que a situação se mantenha. Poxa, eu não uso suspensórios (se você entrou de suspensórios no meu blog e está lendo isso aqui, nada contra) e não sou da turma que fica jogando xadrez nos churrascos (se usa suspensório e também joga xadrez em churrasco, tudo contra).

sexta-feira, julho 02, 2004

8 garotas + 1 eu

Hoje fui presenteado com a honra de acompanhar minhas amigas num suposto almoço (aprendi, almoço é com L) no centro da cidade de Guaratinguetá. Vitor e as meninas do cursinho no centro, isso soa muito agradável aos meus ouvidos. Pena que quem eu gosto não foi, ficaria com ela o tempo todo. Preenchemos duas mesas da pastelaria Serve Quente onde eu comi um x-salada e elas comeram salgados, lanches ou pasteis. Comi também o resto dos lanches de quem delas não agüentou comer tudo. Uma hora, enquanto fazia isso, fiquei esperando, torcendo muito para que uma delas ou todas elas falassem: "Vitor, você é o maior comedor". Mas ninguém teve a inocência de dizer isso. Uma pena. Entretanto a imaginação de como aquelas pessoas que nos cercavam reagiriam a tal frase pronunciada já me valeu. Eu sempre fui e ainda sou meio muito conformista.

Almoçados e voltando pela cidade, pelo mesmo caminho da ida, fui sendo fuzilado por olhares de rapazes que depois de passarem pelas garotas paravam em mim, o último da fila, e me diziam claramente: "O quê esse magrelo desgraçado -- fdp, na verdade -- está fazendo com tanta menina e eu aqui...". Parecia que queriam me bater. Achava muito engraçado tudo isso vendo do meu ponto de vista. Quase chegando no colégio para a aula da tarde, parando no Supermercado Máximo, comprei duas caixas de Biz e dividi uma delas com as garotas! Deu três para cada uma. Lembrando que uma não quis e outra quis só um, por medo de espinhas ou engorda. Foi ótimo, elas adoraram! E se elas estavam bem, eu estava melhor ainda, sempre! Os que sobraram daquela caixa (uns cinco) distribuí, quando chegamos, para quem estava já na sala, dei um ao professor que escrevia no quadro negro e ainda assim sobrou mais um para mim e tem mais uma caixa na mochila, a qual eu levarei a aula amanhã, dia em que não deve ir quase ninguém na escola, último dia antes das férias e além de tudo um sábado.

quinta-feira, julho 01, 2004

Tempo de postar

Tenho dedicado o meu tempo de postagem, o meu tempo de computador (que não é pequeno), ao photoshop. Não queria, não devia, pois vai demorar um tempo aí, mas eu digo: está vindo uma surpresa para o cab (nada de mais). Aguardem; como disse não sei quem hoje na aula: aguardem deitados, pois sentados vão ficar com câimbra na bunda.

As aulas do cursinho estão uma delícia essa semana. Climão de férias, só a minha sala no colégio e a só turma que não falta indo, 40% da classe. Hoje, falando que eu repeti no exame da auto-escola, as meninas me olharam de um jeitinho tão carinhoso, torciam por mim, para eu não repetir de novo. Foi muito bom esse acolhimento! Na próxima eu vou conseguir pessoal! Já marquei mais umas vinte aulas aí!! Ah, e sempre tem uma mulher para falar: "E depois falam que mulher no volante... puf!". Ninguém tinha nem pensado nisso, ela que lembrou. E eu nunca falei nada disso. Talvez tenha rido de algumas piadas entre os amigos e e-mails recebidos portando fotos hilárias, mas ri como eu riria com qualquer piada de magrelo (eu sou magrelo) ou como eu ri vendo o episódio em que os Simpsons vem para o Brasil.

Livro com uma mão não dá

Ler segurando o livro com apenas uma das mão não dá. É como fazer sexo ativo sem ter as duas mãos na parceira, não dá. E uma mão escondida s...