Eu nunca me senti assim, perseguido por um personagem. Mas às vezes eu começo a visualizar um texto das coisas que estão realmente acontecendo comigo, na minha vida. Já tenho planos de escrever aqueles acontecimentos futuramente no blog, numa folha de papel qualquer, talvez até bota-las num possível livro e, por segurança, já deixar tudo escrito para não esquecer... E o que me ocorre é começar a agir fora da espontaneidade e começar a praticar atos (que me envolvem e aos outros) que tornariam a história mais interessante. Viro marionete de mim mesmo sendo forçado a agir e fazer coisas que julgo curiosa para os leitores. Arrisco mais.

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Bustamante

Texto que escrevi e li como orador dos formandos de 2008 do curso de Comunicação e MultiMeios da PUC/SP

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