Ah, Mara

Suspirava ele à pessoa que um dia amara
Mara, que ao mar lhe lembrara...
Sempre como fêmea o olhara
Como que à corte do macho se oferece
Mas ele nada fez. Inexperiente
A deixou ir; como a maré
Que se vai com a lua cheia
E rouba toda a beleza da cor da vida do céu
Amara Mara que não lhe amara
E que o brilho do olhar lhe mudara

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Bustamante

Texto que escrevi e li como orador dos formandos de 2008 do curso de Comunicação e MultiMeios da PUC/SP

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