Feliz ano que vem!

Antes de qualquer coisa, vamos discutir esse título. Por que raios insisto em dizer "Feliz ano que vem!" para todo mundo esse ano? Por que não o bom e velho "Feliz [número do próximo ano]"?

Eu queria fazer aqui no cab um negócio bem bonito ou bem criativo, mas não está sendo possível no momento por pura incompetência pessoal. Parece que esse ano eu fui brocha e não penetrei no clima de ano-novo. Bem, se clima não deu, pelo menos é inevitável não penetrar em 2005.

Dentre os e-mails de desejos positivos para a vida que tenho (e certamente vocês também) recebido, há um item em muitos presente: Seja você mesmo! Recentemente minha prima, 15 anos, passou um trote para o namorado dizendo ser uma tal de Cláudia. Não só pediu para uma amiga ligar para o avaliado, como também bater um papo com ele na internet exibindo a foto de uma modelo como sendo a aparência da tal bonitona inventada. Bem, o menino mandou bem inicialmente, ficou na dele e falou que tinha namorada. Mas no dia seguinte, quando chegou em casa de um lugar que tinha ido, trazendo consigo dois amigos, ligou primeiro para a Cláudia, olha só, e não para a minha prima que esperava a ligação. Bem, o pau comeu, mas bem pouco. Ele será perdoado. Isso tudo foi um ato mais preventivo causado por uma talvez insegurança presente na minha prima, para que quando alguma menina der em cima do namorado, ele se lembre desse ocorrido e pense que é apenas um teste novamente e não uma bênção dos céus; ou foi a pura falta do que fazer mesmo. No final, descobriu-se que a chuva de apontamentos gays a sua pessoa provinda da nuvem formada pelos dois amigos, foi a causa dele ter aberto o seu guarda-chuvinha do azar.

Ele foi ele mesmo? Eu digo que sim. Foi uma pessoa que se deixou levar pela influência, ou seja, ele mesmo. O fato é: ele mudou. Não sei se com esse exemplo inventado consegui dizer o que queria. Mas, se você pensar: "Nossa, se eu tivesse sido eu mesmo, eu não teria feito tal coisa" é menos legal do pensar: "Nossa, eu fui uma pessoa que me deixei influenciar. Quero mudar".

Em todo caso, se não tiver sentido nenhum o que foi dito aqui, se caí na falsa lógica do meu raciocínio, ou não:

Boas entradas!

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Bustamante

Texto que escrevi e li como orador dos formandos de 2008 do curso de Comunicação e MultiMeios da PUC/SP

Tema da redação: Heróis reais