Os Três Mosqueteiros

Tem um capítulo (XLVII) que te prende; você gruda, mergulha totalmente na cena narrada e isso te absorve uma energia tal que, quando você o termina, respira e diz: “Poxa que foda! – Maravilhoso, fantástico!”. Pára-se de ler, pois, “por hoje”, está ótimo. Os Três Mosqueteiros não é como livros modernos onde a leitura desce como a água cristalina de um riacho; Os Três Mosqueteiros de Alexandre Dumas desce como um bom e saboroso vinho.

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Bustamante

Texto que escrevi e li como orador dos formandos de 2008 do curso de Comunicação e MultiMeios da PUC/SP

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