Alô, alô, Marciano

Obs: a ser corrigido e editado
Ou seria uma Marciana? Quem será o novo personagem que veio figurar nessa humilde página da web que é o cab? E, ainda mais intrigante para mim: quem será que indicou ao extraterrestre pousar seu óvni por essas bandas? Só tenho a agradecer. Afinal, escrever para o nada nunca foi objetivo. Gente que visita o cab é sempre bem-vinda e que comenta então!...

Eu gosto sim de críticas construtivas, Marciano(a)! Alô, alô! Admito que eu comecei a novela num clima muito melhor nos primeiros capítulos e que depois a bichana foi perdendo a qualidade. Mas havia mais coisa envolvida: um medo de magoar ainda mais alguém postando desenfreadamente. Isso me fez censurar um pouco o que dizia, logo a escrita perde a qualidade. Ora, vamos lá, eu não sou nenhum Chico Buarque capaz de usar de uma tal censura para alimentar a criatividade. Sou um moleque de 19 que crê ter um Q.I. na média. E que está desde o carnaval lendo o tal do livro pop Código Da Vinci e ainda não terminou.

Agora, como eu já parei mesmo de vez a novela ctrl+alt+bloguiana, volto a postar assim. Sem ficar tentando continuar algo. Essa fase de início de faculdade, início de república, morar em São Paulo... Está preenchendo deliciosamente o meu tempo e abrindo bastante o campo de visão pelo qual enxergo. Quantos óbvios antes não percebidos que descobrimos na faculdade? Quanto dos nossos pais descobrimos dentro nós quando estamos morando longe deles? E foram só três semanas. Seja bem-vindo, caro ser verdano de anteninhas; e saiba que aqui não tem nenhum homem de preto para lhe impor regra alguma. É livre como um passarinho. Pode escolher pousar um pouco por aqui nesse galho azul onde folhas são palavras, flores são idéias e os frutos, comentários.

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Bustamante

Texto que escrevi e li como orador dos formandos de 2008 do curso de Comunicação e MultiMeios da PUC/SP

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