segunda-feira, maio 30, 2005

Com vocês, meu amigão: Lucão Catón!

Quanta honra estrear o novo tag do cab, só espero não ser novamente chamado de "meu puxa-saco preferido". Eu odiei. Odiei mesmo!

Bom, o blog continua manerasso, na verdade, cada vez mais! ;) Bom, infelismente, confesso não estar lendo o blog já há um bom tempo; escassez de tempo.

É uma injustiça imensa limitar as amizades desta maneira. Nos víamos todos os dias; agora, quase nunca. Sinto muitas saudades de Vitor. Grande parceiro este! Estou sem tempo para os amigos, para namorar, para minha família, pro CAB, para tudo. Mas isso vai mudar, prometo. Vou reorganizar minha vida. Logo. Até meu flog pretendo reativá-lo, já que ele se encontra em coma; estou indeciso se o mato ou se ainda tento salvá-lo. Logo estarei com mais tempo e contato com meu amigos e também com este blog, o qual tanto aprecio. E daí escreverei mais aqui neste tagboard aí ao lado =)

Um enorme abraço Vitão!
Até breve, Lukão

domingo, maio 29, 2005

Eu sou feliz!

happy_ublica34Comer yaksoba é tão bom que, depois de derreter no sabor, a gente até perde o senso. Sabor que, quando concorre com o do bandejão da puc, esfarela o coitado. Fora que... ainda me dá biscoitinhos chineses da sorte dizendo conter em mim um grande poder interior. Logo, nunca me dê repolho, salsichão ou ovo para comer.

happy_ublica32Tô falando que a gente perde o senso... E eu nem comi um agora, hein. Só lembrei do cheiro e gosto.

Final de semestre? Já?

Pois é, pessoal... Ainda estou a bater um portifólio na máquina de escrever. Trabalho criativo para a faculdade. E nem deu para fazer o post de que, ontem, eu vim de carona pra casa, depois do encontro com o pessoal do terceiro ano na cachaçaria, no banco de trás do carro do Daniel com mais 4 mulheres lindas e maravilhosas. Cinco? Apertados? Só eu de homem? Ah, quero denovo! Nem com 13 anos eu teria criatividade sexual suficiente para imaginar tal cena! Foi quase tão maravilhoso quanto são essas meninas. ;D
Passo muito muito muito bem... Ai... Ai...
Deus, você - digo - o Senhor, é divino!

sexta-feira, maio 27, 2005

Escrever

Sobre o post anterior:
Realmente a vida é o mais belo de todos os livros e para você, um escritor, nada melhor do que ver as páginas em branco do seu futuro prontas para serem escritas.
As vezes alguém esbarra na gente quando estamos escrevendo e lá fica no meio da história uma página borrada e a mancha da tinta vara a folha e passa por páginas e páginas, mas outras vezes alguém vem e ensina a escrever de um modo mais belo e assim a gente vai contando e montando ao mundo nossa história.
Eu preciso de um blog para não fazer posts em comentários do blog dos outros... :)
Mas beijos...

Débora

São palavras assim que nos fazem sentir e parar um pouco de pensar ou fazer, mas sentir. E, não sentir as coisas, mas sentir a Estrada, a longa estrada que gostamos de chamar de Vida. Aquela sensação de criança que, no interior, brinca-vive com os amigos e traça, com os pés no chão e olhos na pipa, a mais bela das filosofias na mais simples das ruas. Obrigado, Débora!

terça-feira, maio 24, 2005

Postar me fez bem. Denovo!

O livro mais foda que eu já li é a minha própria vida. É perfeito! Além do quê só é livro porque se quer assim enxergar. Aí vai gosto ou momento de cada um. Pode ser um quadro maravilhoso, a sinfonia dos séculos ou o filme mais emocionante de todos.

Possível solução para o problema de não ter um divã exatamente agora

Saí da aula e estou no laboratório da puc. Não me sinto muito bem hoje. Quero dizer ao todo: físico e espiritualmente. Coisa que se deduz lendo o título. Pra piorar tem uns "colegas de faculdade" filhos da puta aqui que provavelmente estão maconhados, vendo em um mesmo computador fotologs de amigas, rindo muito alto, batendo a mão na mesa e eventualmente acertando o teclado que um dia talvez eu precise usar, mas eles o terão quebrado e ficarei de DP de duas matérias que tinha que pegar o trabalho no único computador livre do laboratório que prazerosamente foi destruído por eles. Como me geram raiva os desgraçados. Vai... Todo ser humano que se preze odeia quando está triste e tem uns doidos se divertindo ao lado dele.

Lógico que esses exageros e reclamações não são a causa de nada e pouco teriam importância se não houvesse várias coisas de fundo que te fazem estar como está. O pior é saber que se se passar uma hora apenas, talvez eu já esteja feliz novamente. Fases de adaptações são muito meio complicadas.

Obrigado...

...pelos comentários e todo o bem que me trazem, pessoal. Em casa os responderei.

segunda-feira, maio 16, 2005

Vitor nas bancas, ham?

Postando rapidão da faculdade

Então, pessoal... Vão me ver nas bancas, na revista época! Estou falando um pouquinho sobre o curso de multimeios da puc na página 8, início da segunda coluna. E tem uma foto minha no índice da revista. Que foda pra carallo! É uma edição da época que vem em duas revistas, uma dentro da outra. Estou na revista que penetra: Época São Paulo - Educação. Vai na banca antes que acabe! Corre! Vamos, nego!!! Tá lendo até o final por quê? Corre, diacho!

domingo, maio 15, 2005

Boiando num pequeno delírio napal

Arte no guardanapo
Estava a resolver o trabalho a ser distribuído para a sala da faculdade (trabalho sobre tv comunitária) e me peguei desenhando isso num guardanapo. Acabei gostando do desenho, não sei porquê. Só sei que prova que não desenho bem (se isso me deixou feliz por ter sido de minha autoria...); mas mesmo desenhando não-bem eu poderia desenhar um gibi com a minha marca, assim digamos, se quisesse. Não é o desenho que "tem" que ser bom num gibi, mas sim o conjunto da obra. Hum... Quem sabe: cab+gibi=cabibi?

Bustamante

Tratando um pouco sobre o sobrenome que mais me sobressai

lucas_catonHá um mês e seis dias atrás, o lucas amigo da incrível foto aí, deu uma comunidade ao cab no orkut, grande presente! Fui agora passar lá para dar uma olhada geral e esse amigo, número um do meu nano fã clube blogal (mas que ousadia, Vitor!) adicionou algumas comunidades relacionadas ao cab e, inevitavelmente, a mim. Estava lá: Família Bustamante. Fui olhar, descobrir alguma informação interessante sobre esse nome que insisto em assinar. "Será que tem que esse meu nome é de origem árabe mesmo como eu penso?". Bem... Descobri, não tem nada a ver, vocês verão a seguir. Não gostei do significado ser um tanto anti reforma agrária, mas é bastante interessante. E, envolvidos nas curiosidades da nossa família, meu pai - de quem herdo o nome Bustamante - brincou de orkut pela primeira vez como praticante.

Com a palavra, Sr. Luis Bustamante:
bustamante"O sobrenome é espanhol. Surgiu na aldeia de Bustamante, em Santander (norte da Espanha). Antigamente (até o século XV), não era comum as pessoas mais simples, na Península Ibérica, usarem sobrenomes. Por isso, depois de algum tempo, muitos originários da aldeia adotaram o nome dela. Agora, os Fortes Bustamante Sá descendem todos de Luís Fortes Bustamante Sá, que chegou ao Brasil em 1711 vindo de Portugal (Vila de Ourém). Ele descendia de um ramo espanhol que emigrara para Portugal muitos anos antes. A aldeia espanhola de Bustamante tem esse nome por causa de uma propriedade rural da época do Império Romano. Pertencia a um sujeito chamado Amantium (Amâncio). Propriedade rural, em latim, era bustum; por isso, bustum Amantii (fazenda do Amâncio) virou, com o tempo, Bustamante"

Agora, Luiz Antonio Bustamante, por favor:
"Gostaria de acrescentar que descendo da família Fortes Bustamante Sem o Sá. Meu bisavo chamava-se Antonio Fortes Bustamante e viveu em Minas Gerais. Esqueci o nome da cidade agora, mas era médico e tem um nome de rua lá com seu nome. Meu avo tem o mesmo nome do pai e meu pai Antonio Justiniano Fortes Bustamante tinha tres irmãos Francisco de Paula, Oscar Vidal e Maria Violeta. Toda nossa familia veio morar no bairro de Bangu no Rio de Janeiro quando meu avo deixou de trabalhar como administrador da Fazenda Paraiso em Vassouras no estdado do RJ. Minha prima Nair, levantou a arvore genealogica da familia tendo conseguido inclusive um retrato do nosso bisavo.
Sempre que encontro alguem com o mesmo sobrenome procuro conversar e interrogar, e tenho notado que muitos originam dos Fortes Bustamante.
Meu nome é Luiz Antonio de Faria Bustamante, e gostei muito de poder fazer parte da comunidade"

Aparecendo no orkut e no blog do filho, o meu pai:
"Olá, sou Agostinho Bustamante Reis e estou usando o orkut do meu filho Vitor Bustamante. Moro em Aparecida sendo que a origem de minha família se situa em Itanhandú. E minha descendência está também ligada a Ignácio Loyola Fortes Bustamante (nascido em 1793).
Há algum tempo atrás Luiz Carlos Pinto Bustamante, também descendente, localizou-me e mostrou-me seu trabalho sobre as pesquisas da genealogia de nossa família, dando conta que o nome mais antigo da família Fortes Bustamante em terras de Minas Gerais é considerado o de Antonio Fortes de Bustamante casado com Angélica Maria de Sá e Figueiredo, gerando o tronco Fotes Bustamante de Sá. Seu filho Luiz Fortes Bustamante de Sá nasceu em Vila do Ourém – MG no ano de 1678 e faleceu em São João Del Rey em 1678. O início da família na região do sul de Minas para alguns pesquisadores inicia-se com a chegada de Ignácio Loyola Fortes Bustamante em torno do ano de 1820 vindo de São João Del Rey ou Juiz de Fora tendo se casado com Maria Ribeiro (Dindinha) cujos pais eram donos da Fazenda Chapada Ribeiro no município de Passa Quatro e Itanhandú. Dessa forma a família se ramificou no Vale do Paraíba"

domingo, maio 08, 2005

À minha mãe, com todo amor

Me falta o Alves da Mãe
Me falta o Pedraça da Avó
Mas somos um laço, um nó
Dois braços dados
Um só

É fácil varrer esse pó
Ninguém pode calar esse dó
Pois somos um laço, um nó
Corações atados
Um só

Força do braço do amor
Força do bravo que eu sou
Pra quem a saudade não é dor

Pra quem a saudade é sinal
Que uma presença consolidou
Que a vida corre e não tem final

Para Débora, com carinho

Fico muito feliz com o seu e-mail
Embora a minha demora não aparente
Mas não peço desculpas pelo o que esperou e não veio,
ao invés, retribuo o presente, enviando esse correio

A minha amizade, você acertou em cheio
Os seus versos são os mais finos presentes
Em navios, sinto em mim um marinheiro
Penso em você, sorrio contente

Me despeço pelas rimas
Torço por você e tenho fé
Adoro tubaína
E não gosto de café

Happy Ública

Sala (17) Aqui estão algumas fotos dessa nossa primeira fase na república em São Paulo. Cristian, Raquel, Carol, Kiko, Vitor e Daniel. São seis corações juntos a bater e a dividir com prazer o espaço. Dispachando pra bem longe a solidão e rindo até cairem no chão.

Tem uma boa coleção de fotos da Happy Ública, como a Carol batizou a nossa república, no ctrl+alt+fotolog que está bem mais ativo do que o cab nesses tempo faculdativos. Em compensação, botei um tagboard aí do lado para a gente brincar. Divirtam-se!

segunda-feira, maio 02, 2005

Eu moro ali!!!

Vitor

Está cheio de fotos lá no fotolog! Essa foto fui um ponto para o Daniel que avistou, antes de mim, a minha própria casa. Que saiu de tabela numa foto da Básica exposta na "parede-mural-turístico" que tem a rodoviária do Tiête em São Paulo.

Publicidade: No ctrl+alt+fotolog você encontrará fotos da república do Vitor, das pessoas que a habitam; uma coleção de fotos em que profundidade é foco do observador, outra coleção de imagens que Vitor mesmo fez no fotoxópe a partir do zero (menos a do olho) e fotos dele brincando em frente ao espelho! Sen-sa-ci-o-nal! Im-per-dí-vel!

Livro com uma mão não dá

Ler segurando o livro com apenas uma das mão não dá. É como fazer sexo ativo sem ter as duas mãos na parceira, não dá. E uma mão escondida s...