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Mostrando postagens de Junho, 2005

Meus primos – parte final

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Esqueci ou quis mesmo deixar para falar só agora, que a festa tinha muitos surdos ou mudos e também surdos e mudos. O fato é que só fomos parar nessa festa por causa da Priscila que está estudando libras. Libras é linguagem de sinais que os surdos e/ou mudos usam para se comunicar. Era interessante ver essas pessoas falando, falando e falando através da linguagem de libras. Como são animados! E como falam! Puta merda.

Esse churrasco nada mais era do que uma prova de final de semestre para os estudantes do segundo ano de turismo da Universidade de Guarulhos, Ung. E, sendo o professor deles namorado da professora de libras da minha prima, juntaram todo o povo dos dois. Tinha gente do turismo e gente da libras. E, lógico, seus acompanhantes (por aqui que eu e o Paulo entramos). A festa estava sendo julgada como ruim por todos. Inclusive eu. Mas não era isso que tinha relevância para mim. Foi muito bom passar um tempo mais longo com o casal que futuramente será meu afilhado. Conhecê-los me…

Meus primos – parte 4

Tendo fechado a última parte (dessa série de posts) falando das churrasqueiras, é com elas que começo essa nova. Estávamos morrendo de fome. Até a hora do almoço, não teria nada para comer. Já tínhamos andando na tirolesa, lá perto do lago. Fomos eu e o Paulo, um de cada vez. A Priscila não quis, pois o risco de cair na água, que deveria estar muito fria segundo o tempo que fazia, e estragar muito aquele dia legal em família era bem grande. Eu e o Paulo tiramos os tênis e blusas para irmos, mas nada molhado aconteceu. Foi tudo ótimo. Nem molhados do lago, nem molhados de medo ficamos. Era light o negócio. Como já disse, tirolesa e brinquedos do batman são coisas muito parecidas. Me senti o próprio morcegão (e não morcagão como tinha digitado errado aqui) dos cinemas quando estava andando naquilo. O legal foi que a Priscila filmou com a câmera digital. Brevemente o Paulo me passará tudo por e-mail.

Estávamos olhando as churrasqueiras, o Paulo principalmente. Quando os cozinheiros começa…

Meus primos – parte 3

Acordei preocupado. Bem... O Paulo me acordou e eu fiquei preocupado. Senti a minha bochecha e região perto da boca um tanto quanto úmidas. Teria eu babado no travesseiro novo do Paulo??? Me afastei e olhei para aquela coisa fofa de pôr a cabeça. Não tinha cicatriz, ufa. Digo, não tinha nenhuma marca visível a olho nu. Ainda bem!

Coisas poucas mas não sem importância foram arrumadas e fomos à casa da Priscila. Buzina: Bibibí! Ela saiu. Pulei para o banco de trás do carrão. Casal na frente, fomos para o tal do churrasco seguindo um ônibus que saiu da universidade de Guarulhos. Meio roça o local. Não pegava celular. No portão, antes de entrar com o carro, veio um cara-segurança pegar nossos “convites” (custaram dinheiro) e olhar o porta-malas para ver se não tinha nenhum corpo lá dentro, eu acho. Tudo ok, estacionamos. Nossa primeira parada foi o banheiro. Tudo mundo que anda um tempo de carro na estrada vai logo para esse lugar de fazer xixi, é impressionante. A pessoa pode levar duas h…

Meus primos – parte 2

Chegando no apartamento do meu primo, um puta notebook da hp concentrava a atenção. Essas coisas: carro e computador, na verdade, não eram dele, mas estavam com ele e faz de conta que eram, ponto. Poucas coisas mas não sem importância foram feitas e saímos novamente. Para comer. Um sanduícheícheícheíche diferente, tinha berinjela. Em homenagem à banda do Paulo de mesmo nome da hortaliça. Muito bom!

Esses meus primos são um tanto quanto divertidos de mais. Muita bobeira o tempo todo. Muitas risadas o tempo todo. Muita piada inventada na hora que segundo o Paulo são que nem pum: quando você vê, já foi... Uma das piadas que muito me fez rir, um pouco antes de chegarmos no local da comilança, foi quando o Paulo, um marmajão, cara já adulto, que vai casar, olha só! Ele arrancava com o carro dos semáforos falando (e fazendo os efeitos sonoros - importante) dizendo: Supermáquina ativar! Colava o corpo no banco mostrando que o arranque era bem forte. Vocês sabem como é, igual na televisão/cine…

Meus primos – parte 1

Quando cheguei, olhei e fiquei olhando. Não era possível. Um baita de um carrão com um casal dentro bem aonde o Paulo e Priscila iam estar me esperando. Até que o casal era parecido com eles, mas sabia que eles deviriam estar mais atrás. Também eu estava sem óculos e fiquei pensando naquela possibilidade de que enxergamos o que queremos. Explico. Quando vamos nos encontrar com uma menina, por exemplo, ficamos doidos para que ela chegue logo porque a gente sempre chega antes. Esperando-a, a cada outra menina que passa, queremos ver nessa passante o rosto da que estamos esperado. Então ficamos procurando semelhanças e acabamos encontrando e desconfiando: “será?”. Mas... Quando a pessoa chega mais perto, não é a que esperávamos – como acreditávamos. Ela se transforma em alguém estranho e passa por nós. Achei que o mesmo estava acontecendo quando julguei o casal no carrão como sendo meus primos (meu primo e sua noiva que, por ser noiva dele, é também minha prima). Fui chegando perto do ca…

Cinco reais e noventa centavos

Começou no dia em que o local estava todo diferente. O pano que cobria uma reforma havia sido tirado e fora revelado um trabalho belíssimo. Nova estrutura, novo sistema, funcionamento e muitas inéditas opções na área de alimentação da puc que agora estava muito aconchegante. Ah, isso a quem gosta de coisas com tendência a chic e bem arrumadas e modernas.

Ele chegou do trabalho doido para almoçar antes de mais uma tarde de aula. Sua vida estava muito satisfatória. Primeiro emprego realmente emprego, primeiro ano na faculdade, amizades novas, muitas amigas principalmente.

Havia passado pela rua que adorava, muitas árvores. Olhava para cima e adorava ver que lá havia tanto verde; em proporções quase iguais com o azul e brancos flutuantes.

Quando chegou a área de alimentação, observou bem. Seus olhos correram pela nova imagem. Se assustou e a madunça pareceu não agradar. Ficara tudo tão chic, seu bandejão estava agora como se fosse um bandejão de luxo suficiente para se instalar no Titani…

Idéia

Por que ainda não inventamos um papel que pode ser usado várias vezes? Você imprime, depois alguma coisa apaga tudo e você imprime nele novamente. Imaginem as possibilidades!

Onde está o Vitor

Quem conseguir me achar aqui ganha um beijo na boca.

Orkut

Olhem o orkut do prefeito da minha cidade (a do interior, já que agora eu tenho duas cidades): http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=7236201439601045783