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Mostrando postagens de Novembro, 2005

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Pessoal, reescrevi os comentários das fotos aqui mostradas. Em breve a história interativa fica pronta, tá dando trabalho - principalmente porque confundo o Pedro com o Lucas o tempo todo. Espero que não fique um arquivo muito pesado. Aquele abraço!

flog+blog

Espero que a tentativa de unir o ctrl+alt+fotolog com o ctrl+alt+blog dê certo. Eu devia estar fazendo trabalho da faculdade, mas... Cá estou.

Já volto pro word e antes desconecto, consciência. Calma aí, meu. Deixa eu falar um pouquito com o pessoal que passa por aqui que eu volto melhor, você vai ver.

Amanhã verei uma palestra com a Sheila, de manhã na usp, depois viremos para Happy-ública tentar destravar no word do computador de cá os problemas que ela está tendo com o trabalho de português e eu terei que adiantar bastante o meu trabalho de futurologia que estou intervalando agora, para só corrigir na sexta-feira de manhã antes de entregá-lo à tarde. Foi bom ver vocês de novo. Vejam as fotos. Abração!

Ainda subo no vão da porta! [edit]

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Ou melhor, agora que maior, subo no vão do corredor. Edifício Mário - Conceição - SP. 13 de Novembro. Eu dedico essa foto à essa comunidade do orkut. Esse corredor é muito apropriado para o tamanho que temos depois de grande. Já tentou subir num vão de porta depois de velho? Não dá. Um viva os corredores! Um viva para os seres humanos felizes que nem eu!

Lá na puc - comfil [edit]

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Comfil é a faculdade comunicação e filosofia da puc. Esse ser provavelmente é do curso de Artes do Corpo e sua atividade corpo-filosófica-espiritual com a árvore no pátio da Comfil foi por mim capturada sem nenhuma autorização. Engraçado como ficamos surpresos e curiosos ao ver alguém adulto subindo uma árvore, se equilibrando no corrimão da escada, se alongando das maneiras mais improváveis. Esse cara fez tudo isso. E, a gente que olha, fica julgando a atitude. Eu tive vontade de pintar meus cabelos novamente. Acho que isso ainda vai se repetir. Será que a Sheila irá gostar?

Alguma coisa acontece no meu coração... [edit]

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Cheguei debaixo da placa, cheguei em casa. Parei e a olhei. Parecia maior do que o céu. Tinha a câmera na mochila, tirei a foto. Ficou boa. Meu pai gostou. Olhei para ela mais um pouco. Guadei a câmera e continuei a andar até em casa. Minha mãe estava na sala e meu irmão no computador.

Ler livro

Aprender a ler livros é um processo demorado, meu caro amigo. Você pode se manter ansioso em ler o livro todo. Vai ser assim nos primeiros livros. Mas a sua ansiedade tem que estar, ou melhor, tem que ser a ansiedade de entender a primeira frase. Essa frase, depois de entendida, faz parte do livro agora, o resto ainda não faz. Uma frase só faz parte do livro depois de ser entendida pelo leitor (seja lá o que ele entendeu). Saciada a ansiedade de entender a primeira frase, inevitavelmente devemos estar com a ansiedade de entender a segunda frase. Assim vai até termos lido todo um capítulo. No final desse capítulo, podemos não ter entendido bem o que ele é como órgão completo. Aí voltamos e lemos algumas frases. Saciada a ansiedade de entender um capítulo, não devemos ter ansiedade de ler o segundo capítulo. Isso é errado. Devemos ter ansiedade de entendermos a primeira frase do segundo capítulo. Assim se lê.

Segunda-feira

Há um dia em que se tem certeza das coisas improváveis,
devaneios infelizes da mente.
Quer-se fechar tudo o que abriu.
Para abrir coisas novas.
Filtrar com fino pente o que
nesse momento
chama passado
chama construido.

Há um dia em que se deixa de ser o que se é,
a transformação no que sai da boca.
Virar-se em mais externo que interno.
Para entrar-se em si depois doendo
Existir falsamente na fala
e, no pensamento,
ser real e indizível.

Há dias que nos traímos
contenção impossível do erro
E a palavra...
De tão incapaz de carregar sentimento
O leva mais completo a quem lê

Nesses dias
Não ligamos para os pés sujos de chão
Já cruzamos as pernas e estamos agora
em cima deles
sentados.

História interativa

Pessoal, estou escrevendo uma história interativa para a faculdade e o tempo que tenho para falar aqui foi deslocado para esse trabalho. Contudo, cá estou. Quando a história ficar pronta, posto para vocês. Vai ser em powerpoint. Texto meu, imagens de Marcela e Cecília e, por fim, digitalização da Gianpaola. Agora... Esse negócio de conseguir criar uma história interativa é legal pelas possibilidades de irreal, mas não chega nem perto de viver. Isso é que é história interativa de verdade! É você que decide se vai ser boa ou ruim na maioria das vezes. O autor, Deus, te dá grande liberdade para escolher MUITA coisa. Somos personagens autônomos e criadores da história. Extremamente diferente de uma história interativa em pps como a que vocês verão aqui na primeira metade de dezembro.

Saudade prévia

Na Happy-ública somos três meninos (Daniel, eu e Tiago) e duas meninas (Raquel e Carol). A relação é muito boa e o clima desse apartamento, a alma desse lugar encanta a quem o visita (a alma daqui é a soma do que há melhor na de cada um que por cá passou, seja em apenas uma visita, que deixa de ser “apenas”, ou em todo um semestre de faculdade). O próprio nome diz muito sobre nós, irmãos happy-ublicanos, e sobre a nossa amizade nesse espaço: Happy-ública.

A Raquel, professora de ensino fundamental e universitária, já nos disse que pretende viajar para fazer um curso de inglês no ano que vem. Gostamos muito dela. Eu já fui assistir alguma aula com ela na pedagogia, sabemos do seu grande amor e é com ela que divido boa maior parte do tempo que vivo aqui nesse apartamento. Me ajudou no primeiro arroz que foi feito na segunda-feira e na janta de ontem que foi arroz, bife (olha: primeiro foi salsicha, depois carne-moída e agora já estamos no bife; vamo lá, Vitão! A parmediana que te aguard…

Nesse final de semana...

...o triângulo (eu, o teclado e a tela) se dedicará à monografia do grupo da faculdade e a um outro trabalho. Já se dedica, na verdade. Legal foi ver meu pai chegar aqui, pegar o livro que estou usando para o meu capítulo (livro dele) e abrir numa parte, sem olhar no índice, e ler uma visão histórica do pobre posta no meio (mais pro final) do livro. Pobre é uma coisa maluca, absurda e engraçada que sempre existiu. O texto em questão é o Império, do Michael Hardt e Antonio Negri. Uma obra absolutamente foda na minha opinião. Vai escrever bem assim na casa do chapéu - para usar melhor a sinceridade. Meu pai também comentou que, em entrevista, o alto chefão dele (o dono do banco no qual meu pai labuta) teve por um tempo esse livro ao lado da cama. Não como manual ou idolatria, mas como fascinação por ser extremamente foda (tanto por ser bom quanto por causar confusões na nossa cabeça com falas/análises simples). O José Arbex Júnior, escritor da Caros Amigos, num debate lá na faculdade, d…

Sheila,

Obrigado pela sua fala,
sua palavra que me disse ter no rosto
um sorriso menino.

E esse menino é tão grande dentro de mim...
E de tão belo será eterno.

Muitas vezes, fará birras, cometerá erros, coisas de meninos.
Mas, muitas vezes, vai olhar para as coisas e
se encantar como só pode se encantar uma criança.

Outras vezes irá teimar consigo
dizendo que aquilo que pensa é certo
e que o novo lhe mostrado é errado
Nem saberá que essa teima será causada porque alguém
que ele julga grande, julga sábio, professor, lhe disse
ser aquela primeira forma
a verdade.

Algumas vezes, ele irá
acordar apavorado à noite por um sonho ruim
e, na casa escura,
procurará alguém que ama para abraçar.

Mais a frente, ele irá acordar igualmente apavorado
e tomará mais um susto ao abrir os olhos e se enxergar adulto,
porém, se acalmará plenamente quando te vires na cama,
dormindo ao lado dele.
Te abraçará, abraçará alguém que ama,
dará um sorriso e dormirá novamente, assim...

...abraçado e sorrindo seu sorriso me…