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Mostrando postagens de Janeiro, 2006

O colar

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Pizza?
Originally uploaded by Flávia Kings. O colar é rosa. É de esferas. São furadas. Passa um fio. Ele une. Não é frio, mas o contrário. Olho-o (o colar) como otário, indivíduo tolo, simplório, fácil de ser enganado... O colar envolve o pescoço de alguém, senão não seria senão uma jóia, nunca um colar. E eu assim, dessa forma nunca estaria a olhá-lo, a admirá-lo. Ele e sua dona.

Bretodeau? Bredoteau? - Branco Leone

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adventures in super 8
Originally uploaded by tea cloth. Eu trabalhei em São Paulo com um senhor por um tempo na Faria Lima, o nome dele era Mário Otobrini (ou Otobrinni ou Qualquer sobrenome com esse som). Ele era o rei do super-8 (ainda é) e tudo quanto é tipo de fita que veio antes ou depois. Agora começa a usar o dvd. Ele tinha umas máquinas loucas, vídeos vhs desmontados que serviam para tirar bolor e ressuscitar fitas que até rato já tinha comido. Eu era o menino do computador, das edições. Era legal ver os vídeos dos clientes. O engraçado é que todos pediam para “pôr uma música de fundo” nas imagens de seus super-8. Perguntávamos: qual música quer?, Respondiam: Vocês escolhem... E todos mandavam trocar ou tirar depois que assistiam, mas também eles pediam para a gente escolher a trilha sonora do vídeo mudo deles!

Foi muito legal ter pensando no filme da Amélie logo de cara quando li o título. Mas só agora eu entendi o porquê do seu título. Pois só agora lebrei do personagem que …

Estou voltando. Já tô no carro...

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Que 2006 seja lindo assim:

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Soweto boy
Originally uploaded by lil.

Obs: Viajo essa semana. Volto na outra!

Mensagem de ano novo

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2006 começa. Todo começo é um lugar onde parar para pensar e tomar decisões se faz necessário. Nos vemos a escolher caminhos e que sapatos calçar. Mas sabemos com quais óculos vestir um rosto que quer sorrir?

Estou lendo nesse começo de ano. Minhas leituras são livros, a minha família, o mundo, meu cachorro, filmes, conversas, amigos, amor, eu mesmo. Fica aqui um trecho lido em livro que quero dividir com vocês, sobre os tempos de agora, tempos contemporâneos, tempos atuais.

"...este momento em que vivemos, que nos convoca a uma escuta generosa, a um olhar aberto, posto nessa tocha de humanidade vasta que cada um de nós recebeu dos pais e que precisamos passar, com maior dignidade possível, para as gerações seguintes.

Gosto de me lembrar de um simpósio sobre As Crianças do Trauma, coordenado por Christina Grof, num congresso internacional de abordagem transpessoal. Uma terapeuta americana, filha de pai europeu e de mãe indígena, Nancy Puhlmann, ergueu a voz sonoramente para afirmar …