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Mostrando postagens de Setembro, 2006

Historinhas

Numa sala totalmente escura, há um espírita, um católico, um budista. E um elefante. Aos homens se pediu que descrevessem o animal. O espírita toca a orelha e descreve um leque. O católico toca a tromba e descreve um cano de água. O budista toca a pata e descreve uma coluna.

O céu é uma mesa farta, cheia de todas as comidas do mundo, onde todos se sentam. O inferno é uma mesa farta, cheia de todas as comidas do mundo, onde todos se sentam. Nos dois lugares só há um tipo de garfo e só se pode comer com ele. O garfo tem dois metros e seu desenho e tamanho faz com que ninguém consiga alimentar a si mesmo. No inferno, se passa fome e, no céu, não.

Lenine, Vanessa da Mata e Maria Rita

O tempo passou e os ótimos shows, da Vanessa da Mata com o Lenine, no Ibirapuera, e o da Maria Rita, no via funchal, ficaram sem registro. E, ainda, é tanta coisa que acontece na vida da gente nessa época de faculdade que deixar um fato para ser escrito duas semanas depois é jogá-lo para a parte da memória que contém as coisas de anos atrás.

Anos atrás, há mais ou menos umas duas semanas, fez um domingo de sol no principal parque da cidade de São Paulo, Brasil. Pós-show dos Los Hermanos, na grama, estava eu e mais amigos. No palco, Lenine, Vanessa da Mata e mais uma orquestra e seu maestro que havia arranjado para os instrumentos clássicos as músicas dos ilustres cantores compositores nossos. O show foi ótimo, claro. Mais uma vez me apaixonei pela Vanessa da Mata. Ela estava linda como em 2005. Paixão que durou até o show da Maria Rita, quando meu coração quis bater por outros caixinhos. Lenine, sempre incrível. Soltava espécies de gritos afinadíssimos ao microfone longe do rosto. Efei…
Eu estava em dúvida entre colocar aqui o coração de vidro (de 11 de Junho, 2004, uma sexta-feira) ou valéria (de 28 Março 28 de 2004, um domingo). Mas, uma coisa era certa, eu ia repostar um dos textos, pois os dois casam bem com o momento que estou vivendo agora, com essa semana. Depois de reler na memória os dois textos, escolhi o valéria. Acho que ele é mais maduro em relação ao outro, tem um clima envolvente, uma poesia diferente.

Valéria
Sem dúvida, quando entramos em uma nova classe de estudantes onde não conhecemos as pessoas, cria-se um interesse por alguém do sexo oposto que estamos por descobrir e sempre há expectativas e imaginações.
Sem dúvida, não é por apenas uma pessoa que ocorre esse interesse em cada um de nós. Num dia podemos projetar um futuro com tal criatura e até virarmos poetas nos nossos pensamentos, mas no outro, já há um outro alguém nos servindo de musa para os poemas.
Sem dúvida, isso aconteceu comigo. E ao mesmo tempo a uma garota que se senta lá na frente. Ah…

Los Hermanos

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Eu pensei que ia fazer esse post do show dos Los Hermanos de uma forma totalmente diferente quando o “acontecimento” estava ainda fresco nos meus sentidos. Mas não vou relatar como num diário o quê foi esse show. Eu mandei um e-mail para a Marcela falando isso: “Se eu gostei do show dos Los Hermanos? Foi o melhor show dos meus 20 anos! Imbatível. Acredito que nem se eu for ao show do Chico Buarque vou achar melhor. Nem o Chico!” Realmente, o show foi um marco para mim e para o Daniel que está na minha vida como irmão: estudamos juntos desde o primeiro colegial; passamos na faculdade no mesmo tempo; viemos para São Paulo e temos a nossa república feliz. Ele também adora Los Hermanos e já enrolávamos de ir a um hermano-show há um bom tempo.Uma coisa que eu gostei bastante foi o local do show, vale falar. Primeiro show fechado em uma casa que vou em São Paulo. No interior, pelo menos no Vale Paraíba, em Guaratinguetá mais especificamente, os shows são em ginásios esportivos ou em grande…

No msn com Liana

[23:11] ???? ???: qd é a prova hein
[23:12] Vitor: a prova é bico e tá no papo
[23:13] ???? ???: ihhhh, adorei!!!
[23:14] Vitor: é a minha vontade de comer a canja de galinha que a minha avó fazia... esse frio que está em São Paulo!
[23:17] ???? ???: exatamente...
[23:17] ???? ???: eu comi macarrão sem gluten

Madrugada pós-show

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Todos dormindo na república de madrugada após o show dos Los Hermanos. Menos eu, que ouço o 4 e penso em meu namoro, que não se faz namoro já há algum tempo; penso em como foi o show de hoje e imagino como será o de amanhã (Lenine e Vanessa da Mata); penso nos posts que farei sobre cada um dos shows; como música é uma arte ímpar realmente... E meu ouvido direito não me deixa esquecer dos agudos incalculáveis que as fãs (uma amiga em especial, que estava do meu lado) conseguem atingir como se fossem unhas em lousas. Volto em breve.