segunda-feira, junho 25, 2007

Auto-retrato


Auto-retrato, upload feito originalmente por Vitor Bustamante.

quarta-feira, junho 20, 2007

Hiatus

Ah, poeta que leio agora
Busco em ti o que havia em mim outrora
e parece perdido...
e não há mais...

Mas deve estar aqui; bem perto
Aqui nessa mesa deve estar
Sei que está muito próximo

Mas onde? O que me falta para achar?
Harmonia humana, divina, musical...? O quê!

Onde está a caneta mágica
que você bem usou
no livro que tenho em mãos
e que eu tinha
e com ela tecia meus
versos de poeta aprendiz?

Ah, Moacyr Sacramento,
o quê está em mim desligado?
Em quê não estou ligado?
E que você se liga tão bem?

Tão facilmente em seus versos
pega um punhado da terra escura
na concha da mão e me mostra
e sei que a caneta mágica está ali oferecida
a todos que te lêem

Como voltar a merecer e
assim receber a inspiração dos poetas?
Os sentimentos transbortantes?
Seja meu Rainer Maria Rilke!
Vitor Bustamante

Resposta

Olá, Vitor! Obrigado pelo texto. A sua, com certeza, é uma alma boa e a isso se deve tanto carinho para comigo. Estou longe, muito longe de poder ser orientador de alguém! No entanto, como o poema sugere um pedido, eu vou me arvorar a dar-lhe uma sugestão: a magia não está na caneta e sim, no Espírito Santo de Deus que habita seu coração. Não há que procurar no material pelo que pertence à Luz. Reiterando o agradecimento por sua gentileza, deixo aqui um fraterno abraço do Moa.
Moacyr Sacramento

terça-feira, junho 19, 2007

Primeiro trailer

Esse é meu primeiro trailer, feito na faculdade. Para o filme documentário Buena Vista Social Club, de Wim Wenders e Ry Cooder.

Gosto muito da música cubana e, quando caiu esse filme para eu fazer o trailer, fiquei bastante alegre. O resultado foi menos satisfatório para mim do que para o meu professor que gostou muito da minha escolha em focar mais no povo; o lado da vida das pessoas prevalecendo sobre o profissional-musical. Também gostei disso. Mas vejo ainda muitas falhas. Tomara que vocês comentem para eu saber o que acharam. Podem criticar à vontade - por favor.

segunda-feira, junho 04, 2007

Olá, pessoal da faculdade!

Não estou pensando muito na festa. Minhas idéias da nossa formatura, hoje, são sobre a entrega dos diplomas, que sonho e sugiro que seja no TUCA. Vejo ali um momento importantíssimo para cada um nós, nossas famílias e nossos professores. Pelo menos para mim, uma hora para derramar alguma lágrima. Refletir profundamente, como em nenhum outro momento isso poderá ser atingindo mais vivamente, sobre o que foi toda a nossa experiência (ainda estamos nela), as pessoas que conhecemos, nossos passos na estrada do aprender e fazer e também sobre como repartimos esses aprendizados e realizações com a sociedade - responsabilidade. Vejo também um momento para revermos os erros, mas dediquemos 20% de nossos pensamentos aos erros e 80% aos acertos que devem ser valorizados imensamente.

A festa é A festa, é a hora de pular, expressar nos sorrisos, passos de dança (a banda tem que tocar forró, hein!), nos abraços, gritos calorosos, poses para as fotos, brindes... Tudo isso que estamos comemorando e nos preenche e nos dá motivo! Agradecer aos convidados, certamente pessoas importantíssimas na nossa vida e, se assim o são, o são também para a nossa experiência no multimeios inseparavelmente. Na felicidade ali posta e vista em nós que comemoramos, nossos pais ou responsáveis (como o colégio gostava de dizer) vejam o esforço de pagar a mensalidade, ficar longe dos filhos (para os que são de longe como eu), ajudar no que puderam e tudo mais Recompensados. Porém, ali Nasce uma esperança, que é belíssima e que precisamos nos esforçar para a sua realização. A esperança de que seremos insubstituíveis no mundo, pessoas transformadoras e, acima disso, grandes seres humanos. Se o nosso universo se abre ainda mais, se aumentam as possibilidades dadas a nós, com elas aumentam nossas responsabilidades. A importância da festa é muito mais do que eu pensava. Ela é uma realização, um encerramento que mais abre para tudo do que fecha o curso, mais do que o "último momento de todos juntos", é o momento de uma mudança, de sentir no corpo e na alma todo o significado desse momento: vivê-lo.

Escrevendo isso, finalmente meu coração bateu para a festa também. Já era hora. Os dois momentos (diploma e festa) são importantíssimos e a cada um deles devemos dar o mesmo peso. Um mais reflexão, outro mais dançar!

A cara da festa deve ser a nossa. A festa sai de nós. O sentido é de dentro pra fora. Não nos encaixaremos em moldes. Mas isso não exclui em mim a vontade imensa de dançar com minha mãe uma valsa - que seria ótimo ser uma valsa o mais multimeios possível.

Ajudarei se for festa tradicional ou criativa, como está em questão. Mas torço imensamente para que haja um caminho do meio para seguir.

No circo chamado multimeios, no espetáculo Formatura, andando na corda banda da discordância, o destino, que equilibra os pesos de sua mão direita com os de sua mão esquerda, consiga equilibrar-se até o fim e realizar seu número inesquecível ao som das palmas das mãos de todos nós.

Vitor

Livro com uma mão não dá

Ler segurando o livro com apenas uma das mão não dá. É como fazer sexo ativo sem ter as duas mãos na parceira, não dá. E uma mão escondida s...