Essa história não é minha

Num parque em Tóquio, sentado em um banco um Sr. com rosto europeu e falando inglês abre uma mala levemente e mostra seu conteúdo para uma garota que está ao seu lado. Ela mora ali, no parque, na rua. Jovem, bonita e artista: dançarina e performer de rua. Os dois têm um olhar cúmplice. Que vê de fora não compreende, mas dentro da mala estão as roupas da falecida esposa do Sr. de face européia. Dentro da menina artista está um coração não fácil de encontrar e um jeito de ser que faz dela própria uma arte: comunicando muito mais com o próprio espírito/aura do que com palavras. Mulheres assim costumam me encantar, pois desafiam, são obras de arte e me fazem aprender a olhar tudo de um jeito novo a cada instante. São jovens e clássicas ao mesmo tempo. Os dois vão viajar. O que acontece é que a falecida esposa do Sr. está conhecendo o Japão através de suas antigas peças de vestuário feminino que viajam junto com o marido, que mostra tudo a ela simbolizada em panos trabalhados. A amizade com a menina artista nutre tudo e ajudar revelar na vida muito mais do que se esperava. Sr. e menina tornam-se íntimos e há muita pureza nesse encontro.

Você vê isso nesse filme:

Comentários

Alice disse…
Tem tantos filmes na minha lista, e agora acrescento esse também! *-*

Beijo Vitor!
Vitor Bustamante disse…
Ah, pode adicionar pois valerá muito a pena! =]
pangeia disse…
Esse filme é fantástico, está entre os melhores que vi em 2010!
beijos, vitor!

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Bustamante

Texto que escrevi e li como orador dos formandos de 2008 do curso de Comunicação e MultiMeios da PUC/SP

Tema da redação: Heróis reais