quinta-feira, dezembro 25, 2014

Viver na noite de nós dois não dá. Já deu.

Às vezes, vou na contra-mão
Essa é a estrada sem chão
a que chamam Vão

...entre nós

Recheado de medo, ideias, ilusão
Nada conta nesse não
Basta(ria) abrir mão

...sermos nós

Eu te esperei pra ser eu
Eu te chamei pra ser seu
Mas eu corro, eu choro, eu morro em mim.

Entre o não e o sim.

Eu bato carro da persona propagada
Pra não sair desse lugar
Palco de mim
Romance em monólogo

Essa estrada é sem chão.
E eu a percebo com
Vista para o céu infinito,
Abro o paraquedas do amor e
Feito em pégaso posso e consigo ir
Apaixonado
Em fim...

Casar a vida de nós dois
É o futuro desse vôo
Inexiste o vão
É pra lá que vou
É pra lá que vôo
Vitoriso
Vencedor
Beijo você

Onde está a me esperar
Sublime

"Estive vivo sem viver
Mas não deixei de acreditar"

Um comentário:

Alice disse...

muitas vezes
é abrindo espaço
na contramão
que a gente encontra caminho
becos com saída
lugares
imensidão.

-

Certamente as linhas sentem saudade de mais das tuas letras, Vitor.

Bom passear por aqui, de novo.

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