Entrei no metrô e percebi a dádiva

Entrei no metrô e percebi a dádiva. Encontrava-me em um estado de espírito do qual estava com saudades, mas a intimidade com ele, por ser intimidade de melhor amigo, não criou distância entre nós. Ao revê-lo tudo voltou. Era como se nos tivéssemos visto ontem. Olhei para as pessoas e vi beleza em cada uma! Todos eram bonitos! Era como se a essência humana e espiritual de cada um estivesse simplesmente acessível. Assim como quando lemos um desses clássicos imortais da literatura universal e somos despidos das travas do olhar para enxergar a poesia existente na prosa dos fatos. Havia 40 poesias encarnadas ao alcance dos meus olhos e foi um estado de graça. A seiva da vida banhou meu sangue até os olhos. Recebi seu toque e tocado pude ir feliz com a paz para onde é minha toca, tocar o violão dos anjos internos criadores dos sonhos bons.

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Bustamante

Texto que escrevi e li como orador dos formandos de 2008 do curso de Comunicação e MultiMeios da PUC/SP

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