Da melancia ao fondo. Perdoe esse post que nada diz.

Eu cheguei com um belo pedaço de melancia em casa. Um quarto de uma inteira. Dois e cinqüenta no supermercado; não sabia que era barato assim. É fruta para toda a happy-ública comer agora, no entrar da noite, e ainda sobrar para o café da manhã. Fora isso, seis pães e uma maionese nova. Dessa vez uma maionese minha. É feio ficar comendo a maionese dos outros sem autorização. Lembrei que a inspiração amorosa do Doug Fane Funny se chamava Patty Maionese. Eu gostava dela. Mas antes eu lembrei que tinha visto num ônibus, passando pela av. paulista, uma moça que tinha nas mãos um livro fechado cuja a capa trazia um belo desenho de melancia. Cheguei a ver tal livro para vender no shopping, mas não lembro o título e nem de que gênero se tratava. Li alguns blogs agora. Mas escolhi uma época meio complicada para voltar ao planetóide blogal. Final de semestre. Muitos trabalhos para fazer. Não lendo nenhum livro extra-faculdade no momento. Nada bom para qualidade produtiva de posts, mas aqui estamos. É aquele famoso ou vai ou não vai. Acabei fondo – como diria o meu antigo professor de química, Marcão, numa, hoje, horrível tentativa piada.

Comentários

Niara disse…
Você tem que ler o Guia do Mochileiro 2, para ver o que é se divertir com tempos verbais!!! Que aliás eu que fiquei ded trazer pra vc né??? Lá la la...

Bjssss

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Bustamante

Texto que escrevi e li como orador dos formandos de 2008 do curso de Comunicação e MultiMeios da PUC/SP

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