Sentimento

Vestido na pele crua dos fatos vividos
Vai um lado que pesa e outro que flutua
Verdade entra e vai, verte, verde, fluída, desvestida
A enxurrada invade os bancos da minha igreja interna na inundação
A luz explode em vitrais mandalas consteladas
Atravessa a água, se mistura e eu desterro
Me ergo dos sonhos e sou um sopro, um ego
Respiro o que vem do imediato e caminho
De tudo fica um pouco no não sei onde do corpo
O corpo é outro
O toque é necessário para quem quer ter lembranças
Munido de mim mesmo eu vou
Vivenciando sinais
O Ás dos dias
Joker descartado
Liberto em único um
Me encontro e, por me encontrar,
Sou também coração

Comentários

Alice disse…
Sim
és também coração que
pulsa poesia
viva!

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Bustamante

Texto que escrevi e li como orador dos formandos de 2008 do curso de Comunicação e MultiMeios da PUC/SP

Tema da redação: Heróis reais