Labirintimiei

Labirintimiei no ritmo e signos e, no último verso, o chão, voraz, me tragou. Feito em água, e da água tendo vindo a erguer o barro, esse chão que se imensa e traga, me secou. Há coisas que não se podem dizer mas se podem mostrar e a poesia, por absurdo, não diz, mas mostra e com ela podemos saber, sentir, sem ter, com Ser. Não há ponte maior na Terra do que a arte. Não barco maior e mais poderoso do que signos. Neles vamos, neles habitamos tudo aquilo que somos e não pode ser dito mas derramamos!

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