"Regendo todos os seres de luz, Cristo Jesus me chamava e sorria
Fora da cruz... Dentro da graça amorosa de mãe Maria
A mensagem foi direta
Andem mais em linha reta, venham à mim
Deixo vocês à vontade, cada um com uma verdade, mas venham à Mim"
"Regendo todos os seres de luz, Cristo Jesus me chamava e sorria
Fora da cruz... Dentro da graça amorosa de mãe Maria
A mensagem foi direta
Andem mais em linha reta, venham à mim
Deixo vocês à vontade, cada um com uma verdade, mas venham à Mim"
Quando vida vem como um trem dentro da gente no trilho da verdade
E, no trem, você se foi, meu caro... Dói daqui viu.
Lá vai o trem com o menino
No terreno desse mundo denso que fica o trilho
Como dói te perder! Como você me ensina.
Que Deus lhe seja agora que você é o todo somente
Sentirei sua falta e terei saudades
Como é curativo aceitar a dor. Como é difícil. Como evitamos. Pulamos essa parte e vamos para um terreno desconectado. Desconectado porque a dor é ponte. Sem ela, a fonte da vida não tem continuidade. Evitar as dores acaba sendo evitar a própria vida, infelizmente. Dor também é caminho. Treinar o sentir não é matéria escolar. Mas treinar o sentir é matéria pro amar. Treinar o sentir inclui as dores. Talvez por isso dor rima com amor... Ah, lá vem dentro de mim o todo que o amor é: inclusivo. Movimento do completo. Integridade que inclui aquilo que parece nos desintegrar. Assusta. Grandeza real. Seguimos nos sabendo mais do que a mente é capaz de recolher. Cesta pequena para o pomar da vida. Maçã dos nossos pecados. Espinhas dos nossos pescados. Vermelhos dos nossos olhos, molhados. Sentindo vamos amando para além da régua que mede se somos amados. Doa dor em mim. Doa dor em mim. Me doou para o que é. Atravessando-me a grandeza do que pode ser a vida em nós. Absurdo de existir com o tudo se é, para além do individual, ser parte dessa força: magia do porvir, magia do que foi e magia do agora. Ser além do eu. Ser o que é a vida. Fronteira celular é inútil no reconhecer o mais que se é. Abraço a dor como quem sabe do efêmero da beleza, como quem sabe da força cíclica desse mundo, que espiralara pelo universo. Movimento-me estelar quando dores me estalam. Inércia além do tempo. A criação continua sequenciando eventos, achando espaço, inaugurando mundos no cosmos e em quem somos. Cadê a união? Está além da dor, sem pulá-la.
Era uma vez, vejam vocês, um passarinho feioQue não sabia o que era, nem de onde veioEntão vivia, vivia a sonhar em ser o que não eraVoando, voando com as asas, asas da quimeraE quando já estava querendo aquela paz dos sabiásCansado de viver na sombra, voar, revoar feito a linda pombaE ao sentir a falta de um grande carinho então cantava feito um canarinhoE assim o passarinho feio quis ser até pombo-correioAí então Deus chegou e disse: Pegue as mágoasPegue as mágoas e apague-as, tenha o orgulho das águiasDeus disse ainda: é tudo azul, e o passarinho feioVirou o cavalo voador, esse tal de PégasoPégaso, Pégaso, Pégaso, Pégaso, Pégaso, Pégaso, Pégaso, Pégaso, PégasoPega o azul
Ah, amiga carioca
Elogia meu érre puxado
antes de vir dormir em casa
Floresce para mim no teu jeito meigo
e sotaque do povo do Rio, vem!
De mim em ti chega um érre puxado no cangote
pela direita falando quererrr
e outro pela esquerda falando amorrr, falando fazerrrr
Em cada érre do meu caipirez
um acerto de arrepio no seu corpo de pele da praia,
que recebe o deslizarrrr de minha barrrrrba até a uma boa chupada
Venha para juntoxxxxxz em carioquez,
gozarrrrmos em caipirez
É falado que Jesus ensinou o poder do perdão. Eu concordo. Mas penso que o perdão veio pelo motivo de honrar a vida. Não desperdiçar o grand...