O amor que fala de mim.
Bobo, eu não escuto.
Deixo ele passar sem perceber.
Assim, o coração bate meu fim.
E da vida eu descuido.
Meus dedos de apego são só doer.
na minha existência sem caminho.
De repente, mais se abriram os meus olhos. Sempre tive uma reduzida área para a conscientização dos relacionamentos sociais dentro de mim. Como que um desimportância deles. Como se coubesse no meu conhecimento um número limitado de pessoas. Mais que um x, eu já não dou conta. O que me faz admirar muito os líderes que conseguem lembrar de tantas pessoas e espíritos que cruzaram seu caminho. Eu tive muito tempo um hábito de associar uma pessoa a um tipo de forma, que dentro mim fazia com que praticamente duas ou mais pessoas fossem a mesma (a mesma forma) e completamente substituíveis uma pela outra. Por exemplo, conheço uma pessoa superficialmente e ela desaparece da minha vida. Quando aparece uma outra parecida fisicamente ou energeticamente; é como se ela ocupasse o mesmo lugar daquela pessoa e dentro de mim são como a mesma coisa (não-pessoa). Hoje percebi o quanto já fiz isso e simplesmente matenho um molde dentro mim no qual coloco a pessoa ali e não me relacionando com ela. Apenas me relaciona com essa forma-imagem que é conhecida e não traz novidades. Logo a pessoa real não tem espaço real, não é vista realmente, não há conexão. Uma maneira de não ter contato real.
É falado que Jesus ensinou o poder do perdão. Eu concordo. Mas penso que o perdão veio pelo motivo de honrar a vida. Não desperdiçar o grand...