terça-feira, agosto 31, 2004

É óbvio mesmo, Felipe JB! Eu que estou lerdo... (vide comentário no post de ontem)

É sempre ótimo quando comentam. Eu entro no blog toda hora para ver se alguém escreveu alguma coisinha... E quando falam do que eu escrevi então!

Outra coisa, no gabarito do ENEM havia erros e a minha "nota" aumentou um ponto. Acertei 48 questões! =]

Ah, Mara

Suspirava ele à pessoa que um dia amara
Mara, que ao mar lhe lembrara...
Sempre como fêmea o olhara
Como que à corte do macho se oferece
Mas ele nada fez. Inexperiente
A deixou ir; como a maré
Que se vai com a lua cheia
E rouba toda a beleza da cor da vida do céu
Amara Mara que não lhe amara
E que o brilho do olhar lhe mudara

segunda-feira, agosto 30, 2004

Olá, pessoal! =D

Estou animado? Será que eu gabaritei o ENEM? Não... não gabaritei. Fui bem? Não, não fui... Aliás, acertei um número de questões intermediário ao número de acertos do ano passado e ao do simulado do objetivo desse ano, acertei 47. E isso dá 75% da prova. Logo eu sou um aluno de 7,5. Queria mais.

E, sem consultar o meu histórico por não lembrar onde está, digo que a maioria dos bimestres eu fechava com essa nota de média. ¿Ou será que estou enganado?

Arrumei um erro no post anterior: Ao invés de alvo negro, melhor alvinegro. Para não dar ambigüidade, certo? =]

O Billy disse: Se simulado dissesse alguma coisa, acredite, a gente faria simulado, não vestibular. Ano passado num suposto simulado eu fiz 43, ou 44... e acertei 59 questões no ENEM. Mente fria, cara. Mente fria vale muito mais do que qualquer coisa em prova, vestibular ou, acredite, em qualquer momento de decisão da tua vida.

O Vitor diz: Ficou mais do que provado, certo? =D E eu não mantive uma mente fria nessa prova, faltou aplicar o seu conselho, meu chapa! Eu tentei, mas, realmente, a falta de treinar esse ano me dificultou... Fazia tempo que eu não passava tantas horas seguidas concentrado. Isso atrapalhou um pouco e vi hoje que cometi uns erros muito bobos. Chegou a hora de fazer a diferença e tô indo agora estudar pilha galvânica, pois é nessa aula que eu estou mais perdido no colégio (maneira de dizer; cursinho). Abração!

O abração é para todos! =D

sábado, agosto 28, 2004

ENEM

Amanhã é o Exame Nacional do Ensino Médio e eu me sinto muito menos preparado do que no ano passado, uma época na qual eu estudava. Lógico, eu tinha provas no colégio e não podia fazer feio, ficar em recuperações... Enfim, perder as férias, o objetivo dos estudantes que ainda não estão olhando para a faculdade. Eu estudava, mas, agora no cursinho, eu me tornei um simples freqüentador de aula. E as pessoas - olhem como são elas - não acreditam que eu não estudo. Adoro isso! Coisa que se deve pelo simples fato de eu participar das aulas. Se você faz perguntas, você estuda – é assim a lógica aplicada no analisado. Raciocínio já provado errôneo nesse parágrafo.

Minha nota no ENEM do ano passado foi 54. Um nótão muito maior do que eu esperava. A prova tem 63 questões, eu acertara 54.

Acabei de fazer o simulado que o objetivo forneceu para o ENEM desse ano, acertei 38 questões. Uma queda em tanto, daquelas que você quase bate o nariz no chão. Creio que não será muito diferente o meu desempenho no dia de amanhã.

E eu que, antes do simulado, já estava pensando no meu repetido 54 de amanhã. Colocando-me com uma imudável competência provada no ano passado. Como fora uma surpresa o resultado 54, já me via com a mesma sensação de outrora no dia de amanhã quando estaria corrigindo o gabarito na internet. Imaginava-me falando para os outros do meu 54, segunda-feira na aula; todo aquele sonho... Estava tranqüilo, iludido e confiante (três coisas ruins por não terem fundamento na realidade? São?).

Agora espero o meu três oitão. 3 oitão? Que isso!, pareço um jurado de morte falando do revólver que vai me matar. Não entrei no meio da gaviões com camisa do palmeiras dando tapinhas sem noção na cabeça de cada alvo alvinegro.

(tá, esse exemplo foi idiota, porque não cabe um juramento, não há tempo de um entre os atos insanos e os hematomas recordes que viriam como imediata conseqüência). Viram como estou com a inteligência bem trabalhada nesse mais de meio ano de cursinho?

Será que os caras do objetivo fazem um simulado com nível mais difícil do que o esperado para a prova real por razões pedagógicas? Assim esperam as pessoas que gostam desse blogueiro aqui. E eu me incluo no topo dessa lista, pois não é por não estar cuidando direito de mim que eu deixei de me gostar. A todos que ao ENEM irão fazer amanhã (não devem ser como eu, já devem estar dormindo pela hora que já é) o meu Boa Sorte!
PS: confira na assinatura do post que horas são

sexta-feira, agosto 27, 2004

Ultimamente eu tenho ouvido tanto só você mesmo. O que eu faço que os outros não?

quinta-feira, agosto 26, 2004

À tardinha

Está em seu quarto, lendo e ouvindo música. Música essa que começa a cantar e faz com os peixes no aquário se aproximem curiosos. Um pardal pousa na janela, olha. Até formigas aparecem. Ele canta cada vez mais alto, mais forte. A raiva começa a ir embora. Aumenta o rádio, fecha a leitura e entra num banho. Há uma lagartixa que pára com o inseto e fixa os olhos nele; há algo diferente na textura da água e ele canta, canta sozinho em casa. Percebe que já faz calor, é setembro, e muda o chuveiro para o verão. A água fria a princípio o estremece e a última porção de raiva que continha o deixa, logo se acostuma com a água. Refrescado, termina. Se olha no espelho secando os cabelos e gosta do que vê. Gosta muito. Leva as mãos à face, aos cabelos, pescoço... relaxa ainda mais. Volta para o quarto, põe uma roupa limpa, entra na cama, respira, agradece, satisfaz; vira para o lado e dorme tranqüilo. Acordará muito bem disposto amanhã, um dia diferente.

quarta-feira, agosto 25, 2004

Eu, uma soma de emoções

Puta merda cara... É aquela hora em que a boca não consegue se abrir para dizer algo, ela passa essa missão para os braços e esses sim agradecem num abraço, a melhor forma de faze-lo.

Quem

Por Pablo Turazzi Vilanova:

Proponho uma brincadeira. Vou colocar o texto no freezer e depois tirá-lo de lá. Vamos tentar?

[no freezer]
Vitor Bustamante Reis, quase 19 anos (nascido em dezembro de 1985). Atualmente reside em Aparecida e estuda na cidade vizinha de Guaratinguetá, apesar de já ter morado em São Paulo, cidade do redator deste texto. Gosta muito de "rollerskating", música brasileira (boa, é claro), mulheres e bons textos. Aliás, escreve ótimos, recomendo-os. Acho que você muito provavelmente já os leu e gostou. Gosta de pintar os cabelos de vermelho, também.

[fora do freezer]
Vitor é um cara foda. Muito foda. Acompanho a vida desse cara desde que nasci, praticamente (o pai dele é meu padrinho; nossas famílias são grandes amigas e, é claro, nós somos grandes amigos também). Mesmo que ele seja bem quieto, sua presença é inebriante - é como se as conversas nascessem para aguardar seus pontos-de-vista, sempre apresentados com tranqüilidade e clareza. Tem uma paciência e uma calma contagiantes, como se fosse um grande "mestre" - como se fosse, não; ele o é. Tem uma paz de espírito inacreditável.
É muito mais do que um irmão pra mim.

Seus textos têm algo de mágico. Neles seguem-se muitos acontecimentos na linguagem, fazendo com que o texto seja um evento por si só. Eu particularmente gosto mais das prosas, apesar de também adorar os poemas. Gosto muito das palavras em relação às mulheres, principalmente. Sensibilidade é um dom para poucos, e, nesse sentido, o garoto é bem-dotado.

É um luxo falar sobre ele e seus textos, um prazer. Sinto-me honrado em ter sido escolhido para tão nobre tarefa (e peço desculpas por ter tomado tanto tempo para fazê-lo).

Esse cara é foda.

~ Pablo

...

Eu tenho um fotolog: http://fotolog.net/vnbr
Eu amo o amor.

Cama carnal, alma calma

 Desci no quarto para fechar a janela porque havia começado a chover. Vi a cama aberta, as cobertas mais amontoadas e o lençol exposto... me...