domingo, outubro 03, 2004

comentário

"Visitantes oficiais de blogs não se vencem pelo cansaço. Depois de muitos cliques, vi todos os banners do template, rá. Todas as trinta e cinco, amiguinho: hipopótamo; topo de árvores 1 e 2; Mundo de Beckman; duas cabeças de patos; Friends; manobras de skate 1, 2 , 3 e 4; personagem de desenho (mangá?); reflexos em bolhas; menina prendendo o nariz no banho; close de um olho; paisagem gelada, menininho brincando com água; fotos dos continentes; gato/coelho (?) de game; garota com cabelos esvoaçantes; menininha vendo alguma coisa; campo com árvores; garoto com pânico e garota indiferente; close no rosto de uma garota 1 e 2 (uma loira e outra punk, acho); cidade à noite; homem entre os pés de alguém; paisagem com montes e um rio; moldura com os dedos; topo de montanha com neve; indivíduo com gesto de silêncio e corvo nos ombros; imagem macroscópica (?); veleiro no mar; anel no dedo indicador; uma par de raios atingindo duas casas; beijo no rosto entre um casal de crianças" Isa

sábado, outubro 02, 2004

Lendo o post do Branco Leoni, o de hoje, no qual ele fala que o título do texto não é dele, mas sim do Millôr Fernandes (Livre pensar é só pensar), eu lembrei que no meu post Quantos quentes corações, eu não falei que o título é um verso do Gonzaguinha. É! Não é meu não.

Eu acabei de ganhar uma estrelhinha para o link do ctrl+alt+blog no site do Brancão. Era assim: ele mudou de endereço e quem atualizasse o link dele, ganhava uma estrelinha. Eu tenho a minha.

Agora vamos falar do Lucão. Ele é um dos Quentes Corações que eu visitei em Roseira, o principal! O Lucas estava fazendo um comentário no meu fotolog sobre essa foto+texto que postei por lá. Mas o comentário foi crescendo, crescendo e excedeu o número de caracteres permitido. O Lucas deixou o texto crescer num lugar onde cabia tamanha amizade e poderia concluir todo o seu desenvolvimento. O resultado foi uma lindíssima e emocionantemente homenagem a mim. Eu o abracei aqui no coração após ler. Não tive, não pude, não consegui comentar nada no fotolog dele, onde teve vida o texto: http://www.fotolog.net/lucascaton/?pid=8879361.

Muito obrigado, Lucão. É sempre bom ficar assim desnorteado e sorrindo como estou agora, não encontro o que lhe dizer. Só posso dizer que para mim somos irmãos!

sexta-feira, outubro 01, 2004

Meu último post foi postado aqui no meu fotolog: ctrl+alt+fotolog

quinta-feira, setembro 30, 2004

Estou doido por esse livro!

Uma praga devastadora se alastra pela humanidade: a felicidade. Tudo graças a um livro de auto-ajuda perigosamente convincente e eficaz, descoberto por um pequeno funcionário de uma grande editora. Com uma prosa de humor ferino, o escritor canadense faz um retrato impiedoso da obsessão pelo bem-estar.

Mas ele custa R$46,00. Minha mesada é de R$50,00. Tem como, Mister M?

quarta-feira, setembro 29, 2004

Blog? Flog? Que nada...

O negócio agora é Vlog! Vídeo Log. Dêem uma olhada no da minha amiga Chillicherry.
Num vlog você pode postar fotos, textos, músicas/sons ou vídeos. Quer mais? Que tal cheiro?

terça-feira, setembro 28, 2004

No meio do caminho tinha...

Certo dia você está andando com muito sono indo para o colégio; quase dormindo, desanimado. Mas aí passa um passarinho perto de você e pára próximo, no muro daquela casa que você adoraria morar. Fica tudo mais bonito. As cores aparecem e parecem que fluem das penas dele. É daqueles pássaros que não são vistos na cidade, muito muito muito raro. E, de repente você está bem, ótimo. Com o peito cheio de ar vendo a natureza no meio do cimentão da cidade. Fica andando distraído, olhando o passarinho. Carrega um sorriso agradável...

...Até que no meio do caminho tem um poste. Tinha um poste no meio do caminho e eu só vi o passarinho no muro. Voltei ao sono que estava antes. Tinha um poste. Um maldito dum poste!
Eu também adoro a Nathália. Tudo é lindo...
Como eu adoro a Flávia!

segunda-feira, setembro 27, 2004

Quantos quentes corações

Esse final de semana eu achei meus óculos. Foi em Roseira que eu fui. Na casa do Lucas Catón. E pude muito enxergar. Roseira é uma cidade do mundo, uma cidadezinha do interior. Daquelas onde as coisas não importam. A vida vale muito mais.

A casa é grande, janelas altas, chão de madeira; construção de antigamente. O quintal é tão delicioso quanto a casa. Há plantas que parecem ter mais de cem anos e mais vida do que a maioria. As minhas favoritas são as duas grandes árvores. Os troncos são recobertos por outras plantas, que parecem estar com essas árvores desde o princípio. As folhas formam um teto verde que se observado, é o mesmo que estar numa floresta, até bate um gosto de ar bom. É como se o mundo fosse uma coisa só e a natureza fosse essa coisa, então aquelas árvores são extensões do planeta que nos jogam nas mãos da mãe, da mãe Terra, e ficamos ali, passeando entre seus dedos. Observando o seu desenvolver, cortando as unhas quando preciso e compartilhando o simples prazer estar ali, o simples prazer de estar.

As pessoas do interior são sabiamente simples! São a própria Gente Humilde do Chico: "...Casas simples com cadeiras na calçada e na fachada escrito em cima que é um lar". Onde estão pessoas simplesmente acolhedoras, simplesmente bondosa, que simplesmente conhecem toda a gente da cidadezinha, simplesmente pés descalços no chão, simplesmente simples. Estar entre elas como passear entre versos que falam da vida. Estar entre elas é viver e puramente viver. É Maravilhoso.

Há muitos cachorros no quintal. Há algumas galinhas e um galo sempre ao alto. No quintal do Lucas, há até coelhos. E eu até vi um bicho da ceda que desceu do alto de uma das grandes árvores pelo o seu valioso fio e pousou numa plantinha rasteira.

Chupamos cana. Jogamos Qual é a Música, rimos muito! Tomamos coca-cola e jantamos e almoçamos lasanha. Conheci pessoas. Mãe, Pai, irmã, cunhado, amigo, avó, todos lá. Atravessamos a cidade em vinte minutos de caminhada no clima gostoso da noite de verão.

Eu tive que vir embora, uma pena. Espero voltar. Me despedi das pessoas, da Dona da Casa cantando Gonzaguinha no coração:

Moça, me desculpe, acho que falei demais
E a dona estrada tá chamando novamente por meu pé
Moça, me perdoe, já vou indo
Mas volto qualquer dia com certeza, quando der
Levo o tamanho desse abraço
Novo laço, nó de aço, nova fé
Levo no tamanho deste abraço
Uma história nova no meu peito
Adeus, inté

sábado, setembro 25, 2004

Exagerado

"São delicioas as emoções emitidas por estas linda e claras cores, que combinadas desta forma transmitem-nos uma calma, uma sensualidade, uma tranquilidade, quase que silenciosa... cores que representam emoções as quais todos necessitam... Minha crítica: Acertou mais uma vez! Está de parabéns! Abraço Vitaum!"
Lucas Catón
Eu queria ser água para me derramar na sua alma e tomar a forma de seus sonhos.

Cama carnal, alma calma

 Desci no quarto para fechar a janela porque havia começado a chover. Vi a cama aberta, as cobertas mais amontoadas e o lençol exposto... me...