Supermercado

Fui fazer compras com a minha mãe. Foi legal! Encontrei o Kalunga (o Mateus) que anda de patins em half-pipe, está entre os 10 melhores do país. E encontrei a Larissa da minha sala também. =] Ela queria uma daquelas pizzas congeladas da sadia que parecem ser uma delícia, mas a mãe dela não quis comprar.

Na hora de passar no caixa, como sempre em toda fila que eu pego com a minha mãe, eu fiquei na fila e ela ficou fazendo outras coisas até chegar a hora -__-" Fui ensacolar as compras. Estava tentando abrir aquela sacolinha desgraçada de supermercado (estava quase lá) e chegou um guardinha que antes que eu conseguisse abrir o saquinho já tinha enchido três e estava na metade do quarto (que raiva!). Depois da humilhação perante a todos do local, desisti e fiquei até chegar no carro de cabeça baixa.

Ah... eh! Eu salvei a vida de uma criança lá. Tinha um retardado de um moleque que dirigia o seu carrinho como um louco. Ficava correndo com ele dentro do supermercado. De repente eu vi um bebê no chão. Tive uma estranha sensação. Olhei para o outro lado do super mercado por cima das bancadas de frutas e o menino retardado via que tinha pela primeira vez um caminho livre, não havia ninguém no seu corredor, só o bebê que ele não enxergara. Acelerou, pulou para dentro do carrinho e se foi... Vendo aquilo acelerei com meu carrinho também, pulei para dentro dele e me fui...

Ele vindo no corredor A, da direita para a esquerda e eu do corredor 3 de cima para baixo. E o bebê no meio. No meu carrinho desci a toda para chegar antes do moleque, mas o desgraçado estava muito rápido, ia atropelar no bebê. Tomei um atalho mudando de tática. Não ia mais tirar o bebê do caminho para salvá-lo. Fui de encontro ao retardo que colidiu comigo a 8,75Km/h. Parece pouco, mas foi o suficiente para amassar os carrinhos e ele ficar preso nas ferragens. Bem feito para aquele gordinho desgraçado. (nada contra gordinhos, entendam)

Todos, inclusive a mãe do bebê - que eu acho que era mais retardada do que o gordinho louco -, viram que eu salvara a criança e me aplaudiram. Ah... Fiquei me achando. Os moços do supermercado tiraram o retardado das ferragens que quis voltar logo para lá assim olhou na face da sua mãe e a mãe do bebê para me agradecer comprou um ovo de páscoa que sobrara no supermercado. Diamante negro tamanho 42 que eu estou comendo agora. Está muito bom... Vai durar uma semana eu acho (não divido! salve o seu bebê!)

Até logo!
ouvindo Cássia Eller - Nós

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Bustamante

Texto que escrevi e li como orador dos formandos de 2008 do curso de Comunicação e MultiMeios da PUC/SP

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