Repostando. O que o primeiro beijo não faz?
Aja duas vezes antes de pensar
É estranho. Nunca senti algo assim. A saldade (com L porque arde como sal numa ferida) vibra e arde meu corpo. A falta daquele instante não me deixa em paz. Não sei se consigo. Não sei se aguento. Não sei. Toda a mágica da hora passa sobre os meus pensamentos. Ela aparece a cada instante, a cada mudança de pensamento. Cada pensamento é algo sobre ela. Não quero nada. Quero tudo. Por que? Por que? Por que? Como que aconteceu? Não me expreso com claresa. Pensamento visível e oculto. Saudade. Falta dela. Seu cheiro me vem a todo o repirar. Seu gosto de fêmea me vem a tudo o paladar. Meu tato a sente. É um outro sentido. É a paixão. É o sentindo ainda não incorporado nos sentidos humanos. É o melhor de todos eles. O pior de todos eles. O mais viciante. O menos espreçado. O melhor. A língua salivando toda a boca do outro. A mão na nuca. O sorriso. O afeto. O carinho. Toda a magia do sentido sentimental de setir o sentimento de alguém. Saber que alguém já te quiz e que pode te querer. Viver. A primeira vez. O primeiro abraço dos tóraxs nus. A força contida e espreçada. Seu sabor de mulher. Sua presença. Não saber mais o que pensar ou escrever.

Será que estou apenas apaixonado ou é amor? O que é amor? O que não é amor?

Por que não estou com ela. Por que não estou sem ela. Por que a incerteza. Porque o porque das incertezas?

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Bustamante

Texto que escrevi e li como orador dos formandos de 2008 do curso de Comunicação e MultiMeios da PUC/SP

Tema da redação: Heróis reais