Já era tarde da noite em São Paulo e a rua estava deserta. Ele tinha parado e descido do carro. Estava muito confuso, apoiava-se no capo, olhava aquela parte da cidade que não tinha ninguém naquele momento. Não sabia o que fazia, o que havia feito, não sabia nada mais uma vez. Confuso. Ao longe na rua viu surgir um caminhão. E não era um caminhão qualquer. Era um caminhão carregando um navio no meio do asfalto. Um navio. Na cidade? Sem saber por que, entrou rápido no carro e seguiu o navio pelos bairros. Do alto, se via seu carro a seguir e seu carro era visivelmente aquela marcação que o navio faz na água. Aquela marcação que o navio deixa atrás mas nunca deixa pra trás. Traz sempre consigo. É impossível se livrar dela porque também é impossível parar de navegar. E não se navega sem que se deixe alguma marca na água no momento.
postado originalmente em 17 de dezembro de 2006
quarta-feira, dezembro 12, 2007
segunda-feira, dezembro 03, 2007
Hoje à tarde
A sensação era ruim ruim
Eu fiz que fiz e mandei
uma mensagem pedindo uma oração
passou um tempinho
e eu agradeci por todos os meus problemas
pois reconheci que eles
me são oferecidos com amor
e, depois que a gente agradece,
os problemas não mais são problemas
viram prazeres... é engraçado
a gente sorri
Eu fiz que fiz e mandei
uma mensagem pedindo uma oração
passou um tempinho
e eu agradeci por todos os meus problemas
pois reconheci que eles
me são oferecidos com amor
e, depois que a gente agradece,
os problemas não mais são problemas
viram prazeres... é engraçado
a gente sorri
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