quarta-feira, janeiro 26, 2011

Em segredo, mas eu conto...

Vejo que você como a primavera está florida. Traz em si a fertilidade criativa da Natureza.
Todavia, ora e vez, sai algo sem sentido no papel: "sei não que é mesmo que ele quer de mim".
Ame o seu coração, mulher. A cada batida ele irradiará mandalas em flor, magnéticas, que só espíritos elevados perceberão e espíritos ainda não elevados se elevarão.
Um beijo no seu colo de poetisa!

terça-feira, janeiro 25, 2011

Essa história não é minha

Num parque em Tóquio, sentado em um banco um Sr. com rosto europeu e falando inglês abre uma mala levemente e mostra seu conteúdo para uma garota que está ao seu lado. Ela mora ali, no parque, na rua. Jovem, bonita e artista: dançarina e performer de rua. Os dois têm um olhar cúmplice. Que vê de fora não compreende, mas dentro da mala estão as roupas da falecida esposa do Sr. de face européia. Dentro da menina artista está um coração não fácil de encontrar e um jeito de ser que faz dela própria uma arte: comunicando muito mais com o próprio espírito/aura do que com palavras. Mulheres assim costumam me encantar, pois desafiam, são obras de arte e me fazem aprender a olhar tudo de um jeito novo a cada instante. São jovens e clássicas ao mesmo tempo. Os dois vão viajar. O que acontece é que a falecida esposa do Sr. está conhecendo o Japão através de suas antigas peças de vestuário feminino que viajam junto com o marido, que mostra tudo a ela simbolizada em panos trabalhados. A amizade com a menina artista nutre tudo e ajudar revelar na vida muito mais do que se esperava. Sr. e menina tornam-se íntimos e há muita pureza nesse encontro.

Você vê isso nesse filme:

segunda-feira, janeiro 24, 2011

Um sono avassalador


Caramba! Ontem foi um ótimo domingo. Acordei cedo, organizei um pouco o meu trabalho, tomei café e saí. Encontrei-me com a Célia, fomos a um parque ótimo em São Bernardo do Campo, almoçamos em sua casa e fomos ao cinema assistir o nova versão de As Viagens de Gulliver. Foi uma delícia o dia! Quando cheguei em casa ainda havia muita coisa para arrumar e tinha que inventar uma janta. Missões cumpridas eram ainda umas 22 horas. Resolvi me deitar, estava com bastante bastante sono. Mas que sono forte que eu não sentia há tempos! Um pouco estranho mas muito bom. Parece que finalmente havia tido um domingo domingo e meu corpo feliz com isso me recompensou com um sono nível 5, um S5. Durmi durante 12h. Das 22h às 10h. Até levantei com uma dorzinha no pescoço por conta de ficar um pouco torto na cama no período da manhã. Vou fazer uma sessão breve de Yoga para pôr o corpo no lugar e infelizmente o dia vai começar depois do almoço. O que significa trabalhar à noite. Não reclamo, por um sono bom assim e por um domingo melhor ainda a gente trabalhar em paz.

quarta-feira, janeiro 19, 2011

Papel antigo

Arrumando alguns papéis antigos achei uma folha do tempo de colégio, colegial. Nela há uma letra do Chico Buarque: a música "Minha história", alguns cálculos de química com mols e cals e duas versões de um poesia que fiz na época. Eis a primeira:

Como é bela a vista pura que vejo A
São ondas de lábios salgados B
Onde brilha a crista de um desejo A
Mergulhar a língua - raio penetrado B
fundir espíritos num choque molhado B
e quatro pernas sambarem um rock embalado B

Eis a segunda:

Como é bela a vista pura que eu vejo
Duas ondas, doces lábios a salgar
Onde brilha a alva crista de um desejo
Mergulhar a língua é raio a penetrar
Atingidos queimam espíritos num choque de cegar
Embaixo quatro pernas sambam um rock a valsar

A segunda agrada mais em parte. O fato de ter tirado "choque molhado", foi o maior erro. Gostei bem de "choque molhado". Momento cheio de hormônios...

quinta-feira, dezembro 23, 2010

Literatura aconchegante


Não sei o que realmente houve quando a olhei assim. Sei somente o que fui capaz de captar entre eu você recheando meu olhar, querida. Parecia finalmente viver ao vê-la em casa lendo um livro com a caneca na mão e as flores ao lado. O pouco frio, tempo chuvoso. Tudo era um grande abraço aconchegante como o seu corpo e a blusa que vestia. Não resisti e bati a foto na qual guardei toda a energia que pude colher do momento. Deitei a câmera sobre a bancada, saí da breve varanda e fui para o cômodo dar-lhe um beijo, que interrompeu sua leitura, seu chá, fez o tempo do mundo parar e parou esse texto.

segunda-feira, dezembro 20, 2010

Avatar filme

Avatar é um filme ruim? Não! Tem uma alma linda! Vibra uma coisa bela. Vai chegar um tempo em que a semântica superará a sintaxe e a alma valerá mais. Devolvendo assim as coisas a sua devida hierarquia.

sexta-feira, dezembro 17, 2010

Daniel e Camila

Era uma vez um olhar... Era uma vez uma insistência... Era uma vez uma vez uma paixão e fez-se de vez um amor. Aí, disso tudo, sobrou dois bobos na neve: quatro braços, duas cabeças, quatro suvacos, dois sorrisos e uma vontade única de alcançar o que há depois do limite do limite e se ver como Deus na Terra: tudo podendo no Amor! Feliz Natal, casal!

domingo, dezembro 12, 2010

A Vizinha - conto erótico

Toda vez que ela dizia "minha mãe saiu" no gtalk, eu pulava o muro e ia caçá-la em sua casa. Ela se escondia, a danada, para eu ficar doido a procurá-la, uma panela sempre chiava um feijão no fogão e eu tinha que achá-la rápido senão queimava a comida e a culpa era minha. Quando a encontrava, Ahhh, meu amigo, a apertava com os dedos fortes, beijava sua nuca erguendo seus cabelos encaracolados de morena brasileira brasileira. Passava-lhe a mão! Punha-a nos ombros como quem carrega a caça, dava uns tapas na sua belíssima traseira, mordia e a depositava na cozinha com um beijo de língua lânguido bem gostoso. Ela assumia o fogão, eu beliscava alguma coisa que já desse para botar na boca, sentava na mesa e abria uma cerveja. Ficava a observando com quem lambe até a última célula do corpo de uma deusa. Ela terminava e servia um almoço meio apressado no calor de um verão que eu nunca esqueci... Ah, e a mãe? Você pergunta. A mãe saiu! A mãe saiu e nem cheiro de Édipo.

sexta-feira, dezembro 03, 2010

Meu aniversário! 4/12

Salve salve, amigos!

Mudando um pouco a regra, quero eu, no dia do meu aniversário, agradecer a todos vocês por fazerem junto comigo a minha vida, trazerem aprendizados, momentos de prazer e felicidade.

Por enquanto, ainda não tem festa marcada. A única atividade já marcada para celebrar o dia será um mergulho no mar (aqui aproveito para agradecer a Luísa, minha meia-prima, que está possibilitando isso). Vou pensar em algo em São Paulo para festejar. Aguardem o convite.

Friends, Fun, and Finally...a Waterfall

Que o aniversário seja sempre um renascer único, pessoal, íntimo e coletivo. Que as energias se renovem e uma postura mais madura e crescida em coração se firme para o novo ano de vida. Entrarei na nova casa da idade próxima amanhã! Àqueles que são de fé, peço uma oração; aos que são de energias, um reiki ou silimilares; aos materialistas, um bom sorriso cheio de paz e compreensão do que sou eu em minhas características próprias. Saibam que vocês estão em mim, na altura do peito, e o que sentem ao lerem isto é recíproco. Não valeria a pena fazer aniversário sem vocês na minha vida. O meu muito obrigado a todos! Sejamos cada vez melhores em felicidade e levemos quem estiver próximo conosco. Estou indo pra praia... Fui!


PS: Não sou eu na foto acima, mas... Também sou.

terça-feira, novembro 30, 2010

Eu gostaria de comentar um pouco sobre o post anterior, mas sem muito capricho. Algo verborrágico.

Claro que tudo aquilo se fala da boca pra fora, em uma mesa com alguns amigos todos homens. É uma máscara muito eficiente para externalizar algumas coisas que geramos internamente. Coisas irreais, incompatibilidade de expectativas com a realidade (eu esperava algo diferente).
Expectativas não traçarão seguramente o que virá, são expectativas.

"Bem... O que eu queria mostrar no post abaixo..." Ora, vamos! Explicar o que se quis dizer com as palavras é assassinar capacidades literárias. Vamos mudar de assunto e falar sobre drogas.

Vaidosamente fui um bom moço na adolescência. Admito que faltou pureza nisso, pois era estratégico. Uma maneira de me revelar e buscar erguer algum EU para que os outros enxergassem. A postura não foi melhor nem pior do que as adotadas por outros amigos, colegas de escola, parentes. Foi a que eu escolhi. Foi uma boa escolha! Ajudou-me a mais tarde buscar experiências de “intensidade espiritual”, união com Deus. De maneira que eu nunca fumei maconha e bebi cerveja somente em duas festas, que aconteceram no 1º ou 2º ano na época da faculdade. Em contrapartida, já experimentei abrir os meus chacras, sentí-los alinhando-se, sentir energia e campo magnéticos em minha pele, expandir a consciência e me sentir Um com o todo, fazer-me Um (no sentido espiritual) com outras pessoas, vibrar em quinta dimensão, sentir miasmas caminhando por mim além de algumas experiências de projeção. Coisas que te rendem conhecimento e revelam mundos, mas que nada valem para o seu crescimento se não houver sabedoria. Aliás, sem sabedoria tornam-se extremamente perigosos, pois facilmente lhe roubarão a humildade e você será levado por um mar de vaidades pastéis onde boiará só.

Costumo muito pensar e sentir. No momento também quero experimentar como é pensar menos (pode-se manter o sentir desde que não se fique pensando sobre ele) e estar mais focado em minhas tarefas e metas. Digamos, menos maionese, mais engenharia e prazer na vida palpável. Digamos menos especulação e mais realização. Até me equilibrar. Aprender a ir por um caminho mais chão faz com que se dê alguns tropeços. É um aprender, uma novidade, você ainda precisa certamente de mapas para fazer as melhores escolhas. Às vezes não tem.

Aconteceu uma coisa interessante. Quis me alimentar de mundo e para isso estou usando a TV. Baixo uma série bem mundo na internet e estou assistindo. Chamasse Weeds, é sobre uma viúva que começa a traficar maconha para sobreviver, se dá bem no ramo e aos poucos vai se tornando uma grande algo que some habilidade, trapalhadas, coragem, bela, falta de escrúpulos, sortuda traficante. O que me interessa nisso tudo? Um pouco do linguajar, ver como esses personagens se portam e se e-x-p-r-e-s-s-a-m em suas relações. Não deixam seus sentimentos presos, não têm muito tempo de ficar pensando pensando pensando... Resolvem as coisas rápido, as idéias pousam no mundo “real”. Porém, a minha sensibilidade faz com que essa idéia de aprender um linguajar, um jeito de se expressar com a série funcione, man. Pego um jeito mais chão dos personagens que não tem tempo para brincar ou pensar. Absorvo o ritmo. Problema? Sim, pode se tornar um problema, mas também serve para aprender certas coisas. O bom alquimista transforma chumbo em ouro. Antigamente, quando criança, a coisa era mais escancarada e quando o episódio acabava eu era o próprio Jiraya ou um PowerRanger pronto a combater as forças do mal. Quando a gente cresce isso muda de figura, mas o processo de alimentação é muito parecido. Só que eu viciei um pouco na série que estou vendo. Viciado em série de maconha.

É um Vitor muito diferente que assiste séries americanas por conta própria, baixando na internet, tentando aprender ao mesmo tempo um pouco de inglês. Ainda estou me acostumando “com-esse-migo”. Ou melhor, vendo na experiência o quê tem nesse Vitor que corresponda à partes interiores da minha alma que não tinham espaço para sair, man. A Alma é algo grande! Meu corpo e minha mente possibilitam a sua existência no mundo. A Alma não se contentou ainda com os estados de corpo-mente a ela oferecidos. Ela quer algumas outras experiências que possibilitem o seu encaixe aqui. Para isso, necessita-se romper limites, explorar novidades, livrar-se do medo para se rechear de coragem e dizer sim. É o nascimento de uma postura nova e espontânea (espontaneidade e correspondência com o eu-interior é o termômetro para medir se é ou não ilusão) que já queria há muito existir. E dizer não para um padrão repetitivo nutrido por um medo de fazer aquilo que o eu-profundo pede.

Quando o Leão sai da jaula faminto, precisa tomar cuidado para não comer demais. Às vezes, acaba exagerando. Porém, é um Leão. Rei da selva, acha que pode tudo pois tem juba e mantém o focinho em pé mesmo com a pança empanturrada doendo com arrependimento escondido/camuflado. Sustenta-se como um Rei para si e para os outros e si e os outros aceitam-no como o leão que é. Óbvio, ambos - si e os outros - sabem de seus exageros e compreendem “lá dentro” as ilusões do ego. Sabem naturalmente que a letra “L” inicial de seu nome leão é, aos olhos das almas dos seres, grafada em minúsculo, assim como as dos outros bichos que já descobriram e assumiram o correto caminho de humildade. Esses estão mais além!

quarta-feira, novembro 10, 2010

7 Sinais de que daqui a pouco vou começar a namorar

  1. Estou focado mais em mim
  2. Relacionando-me mais com os amigos/amigas
  3. Estou puto com o gênero oposto e prestes a externalizar isso
  4. Já extarnalizei na linha acima
  5. Cantarolo pela rua a música abaixo
  6. Paciência com qualquer mulher está a beira do zero
  7. Desisti


Comentário da Luana
Vitor, discordo da letra da canção. Amar dá futuro sim!
Não fique puto, tenha paciência e não desista! hehe
Uma hora o amor dá certo, dá sim.
abçs,
Luana

Comentário da Sandra Di Célio
Veja bem...Analisando a frase de duplo sentido "paciência com qualquer mulher está a beira do zero" percebemos o fator intriseco da situação em que se encontra...veja bem..."paciencia com qualquer mulher" podemos perceber que é coerente que esta paciência esteja a beira do zero...uma vez que seja pouco provável que uma relação com "qualquer mulher" seja sadia! Com "qualquer mulher" não dá futuro mesmo! rsrsrs...
Sandra (dando uma de psicóloga heheh...)

Cama carnal, alma calma

 Desci no quarto para fechar a janela porque havia começado a chover. Vi a cama aberta, as cobertas mais amontoadas e o lençol exposto... me...