terça-feira, agosto 23, 2011
Clipe Felicidade - Marcelo Jeneci
Achei muito muito mas muito bonito este clipe. Lembra-me que de nada adianta estar bem no que lhe é mais externo, profissional, social e amigos, se você não está bem com a sua família. Tudo começa ali! A coisa mais linda.
segunda-feira, agosto 22, 2011
Coincidência tecnológica
Assista "Rolling in the Deep (Adele garage rock cover)" no YouTube
Esse celular tem um programa que grava trecho de música ambiente e pesquisa qual é nome da música, artista etc.
Tem uma música que gosto muito e que vinha querendo saber o nome. Para minha surpresa nem precisei esperar ouvi-la por aí e usar a funcionalidade do programa. Já estava listada na lista do painel inicial. Conclusão: funciona mesmo! Rs
Esse celular tem um programa que grava trecho de música ambiente e pesquisa qual é nome da música, artista etc.
Tem uma música que gosto muito e que vinha querendo saber o nome. Para minha surpresa nem precisei esperar ouvi-la por aí e usar a funcionalidade do programa. Já estava listada na lista do painel inicial. Conclusão: funciona mesmo! Rs
domingo, agosto 21, 2011
2h33
Postando pela primeira vez de smartphone. É impressionante como isso tem programas interessantes! A Blogger tem um, que é o que estou usando agora. É muito provável que eu venha a escrever muito no cab por conta desta aquisição. Talvez os posts fiquem curtos, mas tem umas possibilidades diferentes como fazer uma foto na hora com câmera do celular para ilustrar o post e adicional uma tag de lugar usando os recursos do gps embutido.
Estou pondo uma foto da lasanha da madrugada, que estou fazendo para levar no evento de amanhã. Finalmente ficou pronta! Hora de dormir... Eba! Até breve...
segunda-feira, agosto 15, 2011
Carinho
Meu coração olha-me das suas mãos e me diz que talvez não volte para cá, mesmo após findar a emoção da sua carta. Sagitarianos se apaixonam como anjos olhando a humanidade; a pés de altura ou a pé no chão. É como se, no momento desse carinho pleno, minha sombra saísse de mim. Andando. Deixando-me a sós com a luz que vem de ti e todos os sonhos que eu julgava extraviados. Agora devolvidos. Um desatar de nós que prolifera... e ainda não li carta. Só peguei cores, cheiros e a imensidão do carinho.
Local:
São Paulo, Brasil
domingo, julho 17, 2011
quarta-feira, julho 13, 2011
Onde está a certeza do artista
A certeza do artista está na reação do público
A reação do público pautará ou o seu desespero
ou a sua glória...
Se o aplaudirem, glorificado e aceito estará
Se não gostarem, ficará desesperado simplesmente
pois é duro para sua alma verificar que os seus
não entendem nada de arte.
A reação do público pautará ou o seu desespero
ou a sua glória...
Se o aplaudirem, glorificado e aceito estará
Se não gostarem, ficará desesperado simplesmente
pois é duro para sua alma verificar que os seus
não entendem nada de arte.
Ando triste como um poeta
Ando triste como um poeta-sim
Fazendo para todos a careta-não da minha ternura
Ainda restante, eu, no cálice da vida calcada
Fujo para a poesia como foge o tempo
entre uns dedos de violão cruzados em ampulheta
O que é tudo isso? pergunta o amigo ao lado sem entender
Eu infalível respondo que é tristeza em se estar triste
A certeza falível, mais crível do que eu e rindo,
consciente de sua superioridade e sabedoria
Responde ao amigo curioso, de braços dados a Verdade maiúscula de Deus:
Não se preocupe com o bom charme da efêmera tristeza
É isca que vem e que passa. Passará num doce balanço de saia
A caminho do mar de alguém a quem ele virá a tratar como uma velha amante
E será a sua mais nova namorada.
Fazendo para todos a careta-não da minha ternura
Ainda restante, eu, no cálice da vida calcada
Fujo para a poesia como foge o tempo
entre uns dedos de violão cruzados em ampulheta
O que é tudo isso? pergunta o amigo ao lado sem entender
Eu infalível respondo que é tristeza em se estar triste
A certeza falível, mais crível do que eu e rindo,
consciente de sua superioridade e sabedoria
Responde ao amigo curioso, de braços dados a Verdade maiúscula de Deus:
Não se preocupe com o bom charme da efêmera tristeza
É isca que vem e que passa. Passará num doce balanço de saia
A caminho do mar de alguém a quem ele virá a tratar como uma velha amante
E será a sua mais nova namorada.
quarta-feira, julho 06, 2011
segunda-feira, julho 04, 2011
Diálogo com amigo do Rio
Foi saindo da missa em Ipanema num domingo quando que visitei o Rio. Um morador de rua veio nos pedir dinheiro e o meu amigo sabia o nome dele... Mandei um e-mail ao amigo:
Gostaria muito de comentar com você uma cena que vai para sempre ressoar dentro de mim.
Quando estava com Mafalda e encontramos você no Rio, foi muito forte para mim aquele momento com o morador de rua. Eu estava morrendo de medo de tudo por estar andando pelo Rio à noite, tinha sido abordado no ponto de ônibus da rodoviária e tinha toda a crença terrorista da mídia ativa em mim. Aí, você simplesmente sabia o nome das pessoas. Não havia o abismo que geralmente há. Aquilo ali me tocou profundamente. E lembrei que em uma época eu dei mais atenção aos mais humildes, mas isso não perdurou tanto quando eu gostaria - cabe reconstruir isso. No seu gesto no fim da missa sem saber você me deu Cristo de um jeito como é raro receber. Obrigado!
Ao que ele respondeu:
Querido Vitor,
Eu tb quando cheguei no Rio sentia-me assim. Não se culpe, somos condicionados a isso. No caso daquele morador de rua, ele até poderia fazer alguma coisa, mas temos que dar um voto de confiança -- com prudência, claro. Acho que o nome das pessoas é algo muito forte mesmo. Costumo saber o nome das pessoas em qualquer situação. Por mais que eu seja, as vezes, esquecido. Mas em casos como estes eu raramente esqueço, por serem pessoas que comumente ficam no anonimato. Estas eu costumo me lembrar com facilidade. Não se trata de tratar pessoas como iguais, simplesmente, pois seria -- em minha opnião -- "mentira"; cabe sim, tratá-las como o que são: pessoas humanas (pleunasmo?).
Como vc eu gostaria também de fazer algo mais para os mais humildes. Mas dar de si para outros, sem distinção, também pode ser uma grande fonte de evangelização. Mas isto é mais complexo....e sobre isto ainda tenho a vida inteira e a eterna pela frente, pra rezar e responder quando vir face-a-face.
Gostaria muito de comentar com você uma cena que vai para sempre ressoar dentro de mim.
Quando estava com Mafalda e encontramos você no Rio, foi muito forte para mim aquele momento com o morador de rua. Eu estava morrendo de medo de tudo por estar andando pelo Rio à noite, tinha sido abordado no ponto de ônibus da rodoviária e tinha toda a crença terrorista da mídia ativa em mim. Aí, você simplesmente sabia o nome das pessoas. Não havia o abismo que geralmente há. Aquilo ali me tocou profundamente. E lembrei que em uma época eu dei mais atenção aos mais humildes, mas isso não perdurou tanto quando eu gostaria - cabe reconstruir isso. No seu gesto no fim da missa sem saber você me deu Cristo de um jeito como é raro receber. Obrigado!
Ao que ele respondeu:
Querido Vitor,
Eu tb quando cheguei no Rio sentia-me assim. Não se culpe, somos condicionados a isso. No caso daquele morador de rua, ele até poderia fazer alguma coisa, mas temos que dar um voto de confiança -- com prudência, claro. Acho que o nome das pessoas é algo muito forte mesmo. Costumo saber o nome das pessoas em qualquer situação. Por mais que eu seja, as vezes, esquecido. Mas em casos como estes eu raramente esqueço, por serem pessoas que comumente ficam no anonimato. Estas eu costumo me lembrar com facilidade. Não se trata de tratar pessoas como iguais, simplesmente, pois seria -- em minha opnião -- "mentira"; cabe sim, tratá-las como o que são: pessoas humanas (pleunasmo?).
Como vc eu gostaria também de fazer algo mais para os mais humildes. Mas dar de si para outros, sem distinção, também pode ser uma grande fonte de evangelização. Mas isto é mais complexo....e sobre isto ainda tenho a vida inteira e a eterna pela frente, pra rezar e responder quando vir face-a-face.
quinta-feira, junho 16, 2011
Diálogo 17:43 - Eu com meu irmão
Ele: - Ah, é? Conseguiu desconto?
Eu: - Sim! Os óculos que eu quero estavam por R$295,00 e eu consegui por R$215,00 com muito papo, sendo que combinei de dar uma barra de chocolate branco para a vendedora e provavelmente vou chamá-la para sair, pois me deu muita condição.
Ele: Não faz isso!!! Você estava indo tão bem...!
Eu: O que você quer dizer com isso?
Eu: - Sim! Os óculos que eu quero estavam por R$295,00 e eu consegui por R$215,00 com muito papo, sendo que combinei de dar uma barra de chocolate branco para a vendedora e provavelmente vou chamá-la para sair, pois me deu muita condição.
Ele: Não faz isso!!! Você estava indo tão bem...!
Eu: O que você quer dizer com isso?
quarta-feira, junho 15, 2011
Momentos filosóficos bêbados de madrugada 2
Diálogo
A amiga comenta meu comentário elogioso em relação a esse artigo (clique e leia):
Ela: -Tá apaixonado, é?
Eu: -Ainda não. As paixões têm sido efêmeras nesta minha vida de elétron. Terei que achar uma mulher bem próton acompanhada por um amor bem nêutron e que seja capaz de redefinir com grandeza o quantum cósmico da minha satisfação.
Ela: - Desisto.
Acoplando comentário da Sandra Di Célio... (Ah! E eu já imagino o que aconteceu depois):
Ela:-Desisto. Vc tá ouvindo muito kid abelha ultimamente...nada contra, eu até gosto, tem umas bem bonitinhas, mas assim fica difícil...
Ele:-É q me inspiro com as canções...já ouviu aquela assim: "ainda encontro a fórmula do amor-ôr..."??? É minha preferida! Já dizia a P. Toller...eu só estou criando uma versão mais sofisticada, intelectual, assim mais parecida com o meu jeito de ser...
Ela: Desisto de novo.
(rsrs...)
A amiga comenta meu comentário elogioso em relação a esse artigo (clique e leia):
Ela: -Tá apaixonado, é?
Eu: -Ainda não. As paixões têm sido efêmeras nesta minha vida de elétron. Terei que achar uma mulher bem próton acompanhada por um amor bem nêutron e que seja capaz de redefinir com grandeza o quantum cósmico da minha satisfação.
Ela: - Desisto.
Acoplando comentário da Sandra Di Célio... (Ah! E eu já imagino o que aconteceu depois):
Ela:-Desisto. Vc tá ouvindo muito kid abelha ultimamente...nada contra, eu até gosto, tem umas bem bonitinhas, mas assim fica difícil...
Ele:-É q me inspiro com as canções...já ouviu aquela assim: "ainda encontro a fórmula do amor-ôr..."??? É minha preferida! Já dizia a P. Toller...eu só estou criando uma versão mais sofisticada, intelectual, assim mais parecida com o meu jeito de ser...
Ela: Desisto de novo.
(rsrs...)
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