domingo, outubro 31, 2004

Fotolog.net

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Aí, compadi. Vai ter post hoje não. Vai ter churrasco, sol, amigos e piscina. Ah, sim, o mais novo na minha lista que eu esqueço sempre porque ainda é novo: cerveja!

Como diria meu professor: "Esses churrascos de comenings e dapranings!". E daí? A gente ri bastante. Está ótimo!

sexta-feira, outubro 29, 2004

quinta-feira, outubro 28, 2004

Sorriso bom

Desde o começo do ano que eu espero ônibus com ela e com mais a "turma das sete horas", aparecidenses. Vamos para Guaratinguetá todo santo dia! A gente, eu e ela, só nos víamos assim: eu com a minha cara de sono-podem-me-espetar-com-uma-agulha-que-eu-estou-com-muito-sono-para-reagir e ela com sua cara de "minha-mãe-me-acordou-daquele-jeito-chato-como-sempre!". Como o de costume aqui no sudeste, quase nunca há "bons dias" desejados entre pessoas desconhecidas e ainda mais com sono. Ah, que mundo estou tentando evitar, nunca niguém fala "bom dia", muito menos sob essas sonolências! As excessões existem, tudo bem... O mundo não está tão perdido assim, mas elas são raríssimas.

Bem, a garota deve estar na oitava, sétima série do colégio que a minha mãe dá aula. O fato é que hoje eu fui fotografar o teatrinho que a professora Àurea, Senhora Minha Mãe, apresentou com seus alunos: "A linda Rosa Juvenil". Fotos tiradas, chave e documento do carro em mãos (eu sempre dou um pulo lá para pegar o carro antes do meu almoço -- digo "meu" pois, a essa hora, até o meu cachorro já almoçou), estava indo embora e vi a menina lá na porta, sentada com alguém, uma colega... Joguei um oi, sorrindo, que ela agarrou com outro sorriso e retribuiu com o seu "oi" baixinho baixinho, se não visse a boca mexendo para me dizer, nem teria percebido. Eu estava contente, sorrindo no caminho. As crianças da primeira série sempre me alegram. E esse último sorriso veio me completar! Espero que nos vejamos amanhã e que esse "oi" se transforme num bom "bom dia" e que eu me sinta uma exceção nessa sociedade de pessoas tão afastadas perto das outras.

Vocês que melhor me conhecem podem estar Sherlocosamente-Holmes matutando: "Ué? Mas você pega ônibus de manhã, nessa escola da sua mãe que você vai às vezes, ela dá aula no período da tarde...". A menina teve alguma atividade no período da tarde no colégio, ora bolas.

Conversando

Na palestra, através de bilhete, com a Ritinha

Posso escrever ou vou te atrapalhar?
Vai não. Fala.
É que depois que rolou entre a gente, descobri que não gosto dele como menino, entendeu?
Você sabe o porquê ou é daquelas coisas que são apenas do coração e o cérebro não explica?
Não sei dizer, a primeira vez foi boa, mas depois não foi mais legal. Pode ser porque eu sou meio paranóia com essas coisas. Sei lá, gosto dele como um irmão.
Será que você não idealizou coisas que a realidade mostrou ser diferente? (as expectativas que nós criamos)
Pode ser... É que esse tipo de coisa me faz mal (já te disse) não sei porque, mas fazem. E principalmente por eu estar me sentindo uma traidora.
Por que se sente assim? Vamos ver, você pediu para que vocês tentassem para ver como seria. Ele resolveu experimentar mesmo que não sentisse na época o mesmo que você. E agora que vocês estão juntos parece que a situação se inverteu, ele está gostando e você está como ele estava. Isso?
Não sei dizer se ele está gostando. E não que eu não esteja, mas é que me sinto mal por saber que estou ficando por ficar e não porque eu gosto dele.
Ah, sim. Crises modernas de amantes a moda antiga como nós. Acredito que o ato/fato de “ficarmos” nos fere em muito nosso desejo real, os nossos sonhos; mas o quê você/temos a perder? Você não está com ninguém, tem um gatinho dando sopa, por que não dar uns beijos na boca e satisfazer um pouco os nossos hormônios? Às vezes, parece que nada está bom: se não estamos assim como você está, somos impotentes de atitudes e estamos mal por isso, e se o fazemos, estamos também mal. Se ele lhe pedisse namoro, o que sentiria/faria?
Não aceitaria porque não gosto dele. Você pode até me achar complicada, mas acho que já estou em outra.
Opa! Peraí. Tem outro gato na parada?
Cara, eu sou muito complicada nesse assunto. É eu acho que o, tem outro na parada.
Então você se sente enganando o gatinho por estar com ele mas querendo outro alguém. É, isso não é legal.

quarta-feira, outubro 27, 2004

Esses comentários...

Nesses últimos posts eu pude perceber que postar sobre comentários é uma tarefa bastante agradável para mim e, além disso, torna o cab mais amigo de quem passa por ele.

O Borracho comentou: se as coisas que escreves não tão decentes pelo menos ta fazendo sexo. Tenho que dizer que isso me atingiu profundamente? Eu não estou fazendo sexo, nunca fiz, mas sei que faze-lo-ei. Agora, a existência das palavras do Borracho só vieram confirmar que eu não estou escrevendo bem realmente.

O Billy comentou algo tão bonito sobre acontecimentos passados que eu apenas reproduzirem aqui, não há o que mais falar: Pois, afinal, lembrar é fácil para quem tem memória, esquecer é difícil pra quem tem coração.

O Lucas deu a sorte de ver a “imagem-especial” que há nessas que ficam trocando aí em cima a cada visita ou atualizada. Uma foto minha! Vocês têm 1/8 (um oitavo) de chance de vê-la de primeira vez.

E para a gracinha da Flávia Girlish eu tenho que dizer que eu nunca tirei dez em redação no colégio. Era sempre o maldito 7,5, nem mais, nem menos. Sempre ele, 7,5. E também que o comentário dela me foi um belo Biotônico Fontoura.

terça-feira, outubro 26, 2004

Qualquer coisa, menos um post (?)

Como o Carlos falou: ...as que ficam menos nojentas eu posto. Está sendo assim mesmo. E ninguém das várias pessoas que existem dentro de mim (não se assustem, existem várias pessoas dentro de cada um de vocês também) descobre o porquê da ocorrência. Mas, mesmo relevando bastante o assunto esses dias, acho que já está passando. E eu acho que foi a lambada-psicológica que eu levei do meu pai no final de semana que me ajudou. Resumo: "Eu investi tudo isso em você e agora quer essa faculdade furreca?". Quis morrer, ai que viadisse a minha. Acontece que com ápice negativo do ego (imaginem aquele abismo que Gandalf cai no primeiro filme do Senhor dos Anéis), parece que logo em seguida vem o ápice positivo (imaginem uma ótima sensação de bem-estar apesar de tudo). Eu fiquei bem. Comecei duas histórias que estão ainda na metade, escritas no meu caderno_salvador_de_pensamentos_que_me_nascem-para_serem_escritos! Será o fim que significa novo começo?

Pensei também na proposta (sempre que vou escrever essa palavra penso em próstata) do Felipe. Relembrar posts antigos. Acho que a melhor escolha seria: operação no testículo esquerdo, o diário. Tem muita gente que lê o cab agora e que não pegou essa fase. Foi a fase de ouro, 40 visitas/dia. Em breve nos veremos!

segunda-feira, outubro 25, 2004

Como escrever

O Guto Galli, do Porpeta, comentou no meu post sobre a minha fase ruim: Olá Vitor, tudo bem? Puxa, estou meio assim a um tempo. E ando percebendo que tem muita gente assim, sem saber o que escrever nos blogs. O que anda acontecendo conosco, hein?

Leiam o Porpeta que o Guto é um cara muito legal. Parafraseando: "Esse cara é jóia". Puxações à parte, não é a falta do que escrever que está me enquadrando nessa fase improdutiva. Na verdade é pior do isso. É desanimador ter o que escrever, mas não o conseguir por pura inabilidade. Tenho muita coisa para contar aqui, muita mesmo. Mas na maioria das vezes elas não conseguem se ver no papel, por assim dizer. Eu tento, começo, desenvolvo e termino, mas tudo anda ficando uma bela m*rda! Algumas posto.
Adulto é um bicho foda!

domingo, outubro 24, 2004

E eu só pude escrever esse parágrafo inicial no meu caderno antes que essa fase de lona de caminhão me chegasse: "Começo a escrever aqui duma aula de literatura do curso pré-vestibular em Guaratinguetá, São Paulo, Brasil, Hemisfério-sul! Já vinha um tempo matutando a idéia de comprar esse caderno a fim de evitar a grande perda de pensamentos que me nascem para serem escritos"

sexta-feira, outubro 22, 2004

Tá foda!

Tá muito foda. Nunca mais eu escrevi algo decente. Puta merda! Eu que era o garoto cujo maior prazer era escrever porque ainda não tinha feito sexo. Não fiz sexo e agora não escrevo algo que presta faz tempo. Meus leitores/amigos/visitantes que o digam. Parece até que um dos meus eus, esse do qual estamos falando, morreu ou, torço para isso, está encoberto por uma lona grossa de caminhão, quatro vezes dobrada que pesa bem sobre ele. Muito mais peso do que ele seria capaz de levantar na sua melhor forma. E, às vezes, dá medo, pois parece que os ossos dele estão trincando e ele está gritando de dor tentando sair dali. Ele grita mais alto do que qualquer ouvido poderia suportar, mas não consegue sair e quando parece que a lona está se movendo de cima dele, acontece alguma coisa e ela cai pesada novamente sobre ele que suspira uma desistência de dar dó. Não sei se foi a muda nas companhias freqüentes, se é coisa dos astros ou kriptonita, mas uma coisa é evidentemente certa: ele está doido para rasgar essa bosta laranja de caminhão velho e muito usado, para correr, nadar, brincar, balançar, amar o mundo e suas coisas bobas novamente. Dar um mergulho na luz da vida-satisfatória será o seu primeiro ato. Assim que a lona o deixar. Agora, quem foi o filho da puta que colocou essa coisa em cima dele? Quer fazer o favor de ter o bom senso!

Cama carnal, alma calma

 Desci no quarto para fechar a janela porque havia começado a chover. Vi a cama aberta, as cobertas mais amontoadas e o lençol exposto... me...