segunda-feira, dezembro 25, 2006
Em busca do verdadeiro presente e de quem agradecer
Presentes são coisas que ganhamos. Um vestido, um brinquedo, um almoço... Um encontro. Quais são os grandes presentes? Tudo me leva a crer que os grandes presentes são os encontros e não os objetos. No amigo secreto do começo de dezembro desse ano, vi mais uma vez que os objetos são sempre uma desculpa para termos um tipo de encontro, uma reunião, uma festa, comemorar. O que vale mesmo é o momento em que estamos dando ou recebendo aquele presente, aquele dia, e o que pode tornar um presente maravilhoso, muito mais do que sua utilidade, é como ele é dado, de quem o recebemos, o que o presente é naquele momento, que significados tem, em que contexto está com aquelas pessoas que presenteiam e são presenteadas. O que está representado naquele ato (passado e presente) e o que aquele ato está a criar (futuro).
Então, os nossos grandes presentes são se encontrar. Mas isso ainda está vago demais no raciocínio, precisamos enxergar mais além. É aí que descobrimos que os melhores presentes é poder estar nessas situações, nesses encontros, que eles são possíveis para nós. Mas...
Porque eles são possíveis? Quem possibilita? Deus, claro; que é luz. Porém poder estar nesses momentos ainda parece vago, não é o grande presente, o maior presente só pode ser um, único, algo que faz o mundo acontecer. Concluo que o grande presente de todos - a humanidade perceberá - é a vida! Sim, a vida!
A vida de cada um é o maior presente que cada um pode receber. E quem nos dá é Deus. E Ele nos dá a vida de inúmeras maneiras. Nos dá a vida a todo momento. Nos deu quando mandou para cá o Salvador, Deus encarnado. E Cristo deu sua vida na cruz: para nós, por nós. Ele nos deu a vida mais uma vez. Nos dá a vida a todo momento.
Refletindo sobre os presentes, podemos entender que o grande presente é a vida. E, assim, pensamos em quem agradecer por essa dádiva maravilhosa. Nossos pais? Sim. Mas não importa a quem agradeceremos porque o último agradecimento que pode ser feito será a Deus.
Todos os agradecimentos levam a Deus. Todos os agradecimentos agradecem a vida e dão graças! E Ele nos deu a vida, nos abençoou com o poder existir.
Todos os filhos merecem ser gerados do amor, nascer do amor de um casal e lembremos que Deus é amor. Ele é o Amor. Viva! Todos os filhos merecem gerar novos filhos. Todos os filhos merecem uma família, a grande exemplo da Sagrada Família. Os exemplos são importantes. Deus nos dá a vida e nos mostra para onde caminhar, por onde caminhar, ilumina os caminhos e, assim, podemos fazer escolhas, podemos andar. Pois Ele é a luz que ilumina muito mais do que os objetos materiais que podemos pegar com a mão e chamar de presentes, ele ilumina a vida e nos mostra que a vida (objeto impalpável) está, no natal, mais do que nunca em nossas mãos. Eu agora ergo as minhas mãos para o céu e agradeço: Obrigado, Senhor! Pelo presente da vida! Por Cristo Luz e Salvador! Por merecer estar numa família imensamente boa! Por poder amar e ser amado! Obrigado.
sexta-feira, dezembro 22, 2006
Sendo escrito
E, no final dessas linhas, eu me lembrei que tinha alguém rezando por nós.
Minhas mãos
domingo, dezembro 17, 2006
Atrás do navio
segunda-feira, dezembro 04, 2006
4 de dezembro, 2006 – dia do meu aniversário
Parece estranhamente que quanto mais molhado de lembranças, mais leve ele ficou nesses dias bons que rechearam os meus 20 anos. Mas houve também dias ruins e o coração encharcado pesou mais de vinte toneladas.
Assim, vi as lembranças ora me empurrar para frente, ora me puxar para trás. O melhor de tudo é que Deus é bom e os dias ruins foram muito raros. É engraçado constatar que nesses dias raros pingaram mais as lembranças de sonhos ainda não realizados, vontades infantis, lembranças de futuros inventados que enxergara.
O melhor é sempre viver bem o momento presente, assim como, o presente do momento. Ter consciência de que o que está agora acontecendo será, no futuro, lembrança em dias que empurrarão para frente.
quinta-feira, novembro 30, 2006
terça-feira, novembro 07, 2006
Às vezes, esperar o ônibus pode ser o melhor da viagem
Dedico esse post a Lídia, minha prima, que passou por aqui e deixou alguns comentários que me deixaram feliz.
segunda-feira, outubro 23, 2006
Bandeirinhas de São João
BANDERINHAS DE SÃO JOÃO
Originally uploaded by Thiago Suruagy.
As cores estão próximas entre si, perto de nós
As cores estão amarradas num mesmo caminho
As cores estão unificadas com as suas diferenças mantidas
A massa sem cor se move ao fundo, está bem longe
A massa sem cor não sabe para onde vai ou se vai
A massa sem cor parece uma cinza coisa só; coisa pó
segunda-feira, outubro 02, 2006
Dia de filmagem

Na festa, a parte mais interessante para mim foram as entrevistas. Quis pegar alguns depoimentos das pessoas e foi excelente (como diz uma pessoa). Conheci os pais da Ju e registrei uma mensagem deles para os noivos. Fiz isso também com mais um monte de pessoas. Menos com as pessoas que disseram ter que tomar algumas batidas a mais para poder falar. No final, essas acabaram por não falar porque eu não retomei o projeto das entrevistas depois da pausa para o almoço. Era muito sensacional chegar numa pessoa, numa família, me apresentar como primo do Henrique, expor o que eu estava fazendo, as pessoas gostarem, entrarem no clima e contarem histórias como excelentes presentes para os noivos.
Outro ponto alto foi a declaração que o noivo fez. A coisa mais linda! No momento em que estava filmando aquele lindo texto que ele dizia a noiva, na primeira vez que tirei os olhos da câmera e olhei para a realidade, quis parar de gravar. Queria participar totalmente daquele momento da família como as demais pessoas que estavam ali presentes. Contudo, consegui me desligar dessa idéia, voltei e criei novos enquadramentos, fechei closes no Henrique... Enfim, voltei ao trabalho. Era importante que eu fizesse a minha parte. Vídeo do casamento é muito importante. Segue uma foto minha tirada pela minha mãe na hora da pausa para o almoço. É bom dar um pouco as caras por aqui.


Mas, o melhor é estar na cozinha. É o melhor lugar da casa. Se eu penso que o banheiro quando você está apertado é o melhor lugar da casa? Nem assim! A cozinha é imbatível. Pega a gente pelo estômago: o enche de comida, dá para as nossas barrigas as melhores risadas, é lá que surgem os melhores papos, sempre enquanto estamos fazendo alguma coisa para comer. Alguém discorda?
Dessa vez, o grande evento foi quando a panela de pressão explodiu. A borracha estava ressecada. Choveu caldo de carne temperada na minha prima que por um milagre verdadeiro não se queimou. O jato de água batia no teto e rebatia para o chão e alguma coisa disso, infelizmente, caiu nela. Mas a água bateu fria na pele inexplicavelmente e seus ombros e costas não sofreram nada. Graças a Deus! Foi um susto e só. No pulo ela já havia desligado o gás, eu levantei tentando pensar no que fazer. Ainda bem nada foi preciso. Ah, mas não foi apenas um susto com o disse agora, foi um evento como disse no início do parágrafo. Conversa corrente no dia da festa. “Cês nem sabem o que aconteceu! A penal de pressão...”.
Havia mais uma prima na cozinha, a Elisabete que "bateu no master" as batatas e as transformou em purê e também cortou as fatias de carne com a faca elétrica. Queria agradecer aqui especialmente pelos pedaços de carne que eventualmente iam parar na mão e eu mandava para dentro à uma hora da manhã.
Tínhamos uma câmera que foi parar na minha mão e na mão da Cecília por iniciativa própria certas vezes e registramos algumas coisas. A Cecília me vestiu com os chapéus brancos de padeiro e de mestre cuca e bateu as fotos à cima e eu bati essa foto fantástica de uma genial careta dela. Na festa, foi ela quem pegou o buquê da noiva, mas com essa cara de maluca aí... Pode pegar uns vinte buquês que não vai ter jeito. Brincadeiras à parte, na minha opinião, ela era a solteira mais bonita da festa no seu vestido azul e branco.

quarta-feira, setembro 27, 2006
Historinhas
O céu é uma mesa farta, cheia de todas as comidas do mundo, onde todos se sentam. O inferno é uma mesa farta, cheia de todas as comidas do mundo, onde todos se sentam. Nos dois lugares só há um tipo de garfo e só se pode comer com ele. O garfo tem dois metros e seu desenho e tamanho faz com que ninguém consiga alimentar a si mesmo. No inferno, se passa fome e, no céu, não.
terça-feira, setembro 26, 2006
Lenine, Vanessa da Mata e Maria Rita
Anos atrás, há mais ou menos umas duas semanas, fez um domingo de sol no principal parque da cidade de São Paulo, Brasil. Pós-show dos Los Hermanos, na grama, estava eu e mais amigos. No palco, Lenine, Vanessa da Mata e mais uma orquestra e seu maestro que havia arranjado para os instrumentos clássicos as músicas dos ilustres cantores compositores nossos. O show foi ótimo, claro. Mais uma vez me apaixonei pela Vanessa da Mata. Ela estava linda como em 2005. Paixão que durou até o show da Maria Rita, quando meu coração quis bater por outros caixinhos. Lenine, sempre incrível. Soltava espécies de gritos afinadíssimos ao microfone longe do rosto. Efeito que causava uma música magnífica quando se misturava a voz da Vanessa. Aliás, a voz da Vanessa... Quando entrou no momento certo da música paciência do Lenine, foi a melhor parte do show.
Devo confessar que o encanto que tive no pelo citibank no show dos Los Hermanos se repetiu em maior escala. Entre o citibank hall e o via funchal existe uma diferença bastante positiva para o lado do via funchal. Ele é ainda melhor que o citibank: som melhor, espaço melhor, ventilação melhor... Estou como uma criança que olha novos mundos. O show da Maria Rita foi melhor do que o esperado. A frase do post do show dos Los Hermanos: “...melhor show dos meus 20 anos” vai ficar totalmente no plural “melhores shows dos meus 20 anos”. Maria Outros Caixinhos Rita cantou músicas com vários convidados surpreendentemente bons – desconhecidos para mim. Cantou 4 ou 5 músicas dos Los Hermanos, isso foi excelente. Gritei e dancei muito. As pessoas estavam bem distribuídas, não estava lotado mesmo sendo de graça e ainda tinha espaço para se dançar bem. Certa hora, fomos lá na frente, ver a mulher de perto. Era uma menina. Uma menina linda. Um jeito de moleca encantadora tem a Maria Rita.
segunda-feira, setembro 25, 2006
sábado, setembro 16, 2006
Sem dúvida, quando entramos em uma nova classe de estudantes onde não conhecemos as pessoas, cria-se um interesse por alguém do sexo oposto que estamos por descobrir e sempre há expectativas e imaginações.
Sem dúvida, não é por apenas uma pessoa que ocorre esse interesse em cada um de nós. Num dia podemos projetar um futuro com tal criatura e até virarmos poetas nos nossos pensamentos, mas no outro, já há um outro alguém nos servindo de musa para os poemas.
Sem dúvida, isso aconteceu comigo. E ao mesmo tempo a uma garota que se senta lá na frente. Ah, ela era a minha musa e eu o príncipe dela. A situação perfeita para a realização da imaginação dos dois estudantes, que é a mesma, porém com lógicas diferentes que vão se desfazer perante a uma terceira, uma nova lógica que se criará quando todo for posto no plano da realidade.
Sem dúvida, nos interessa o nosso envolvimento e andamos imaginando vários futuros, juntos um ao outro, dias seguidos; transparecia nos olhares que compartilhávamos.
Sem dúvida, seria ótimo que algo acontece.
Era sábado e lá estava ela no show da Maria Rita. Nos encontramos e começamos a nossa conversa antes do início das músicas. Parecíamos bons amigos e o interesse, habitando a ambos, fazia com que a conversa fluísse como o riacho da aldeia, que carrega as folhas que caem com os novos assuntos e os levam para o mar de letras, onde as ondas são palavras, até que quebram explodindo suavemente frases nas praias do diálogo.
O show começou e quietos ficamos, mas não totalmente. Não nos privamos de nenhum comentário e ouvíamo-nos com uma atenção que de tão natural fazia com que as melodias e os ritmos se perdessem na trilha que leva à audição, ficando apenas harmonia servindo de paisagem as palavras do outro.
--Ela faz caretas iguais as da mãe dela nas notas difíceis; são engraçadas.
--Nossa, mas você não pode ter chegado a conhece-la, não é mesmo? Fala como se tivesse vivido um show da Grande Ellis - Valéria responde ao meu comentário que iniciou a última conversa salpicada de nervosismo que teríamos aquela noite.
--Mas eu vivi.
--Impossível! Você não tem mais de vinte anos.
--Vivi através dos meus pais que lá estiveram e sendo eu a continuação da vida deles, tudo fica dentro de uma vida só, a que está comigo. É tudo passado com as histórias que nos são contadas, com as perguntas que nos são respondidas, com os comentários sobre os documentários da TV, sobre as músicas... Não percamos o que nossos pais, avós... Viveram. Tragamos as vidas deles para da nossa e misturemos as nossas memórias.
--Ah, falou! Filósofo-poeta!
--(sorriso) Tudo bem, vou parar com isso. Queria ser filosofo e poeta, se é que alguém assim possa existir, pois tenho dúvidas se os poetas e os filósofos não são apenas classificações de algum outro substantivo, se eles são separados por causa das características: ciência e arte. Mas eu não me acho nem um nem outro. Sou apenas admirador dessas pessoas de idéias interessantes.
--Não seriam, o poeta e o filósofo, gêneros de pensadores?
--Acho que é exatamente isso! (pausa - olhamos para o show) J... (pausa) Já... Já te disse que o seu jeito... que você é uma gracinha? Que é muito bonita?
--E eu já te disse que também te acho bonito e que seu jeito singular me traz admiração, rapazinho?
Surpreendido levei a cabeça para trás sem levar junto os ombros ou o corpo que sofria a gravidade do calor do corpo dela. Nos olhamos. Prevendo o futuro. E a situação brincou com as nossas almas, jogando uma na outra, esticando-as em fios e embaraçando-as enquanto ria e se divertia. Nos aproximamos e os nossos olhos se fecharam.
O teu corpo moreno
Vai abrindo caminhos
Acelera meu peito,
Nem acredito no sonho que vejo
E seguimos dançando
Um balanço malandro
E tudo rodando
Parece que o mundo foi feito prá nós
Nesse som que nos toca
Escrito por Vitor antes do show
terça-feira, setembro 12, 2006
Los Hermanos

Eu pensei que ia fazer esse post do show dos Los Hermanos de uma forma totalmente diferente quando o “acontecimento” estava ainda fresco nos meus sentidos. Mas não vou relatar como num diário o quê foi esse show. Eu mandei um e-mail para a Marcela falando isso: “Se eu gostei do show dos Los Hermanos? Foi o melhor show dos meus 20 anos! Imbatível. Acredito que nem se eu for ao show do Chico Buarque vou achar melhor. Nem o Chico!”
Realmente, o show foi um marco para mim e para o Daniel que está na minha vida como irmão: estudamos juntos desde o primeiro colegial; passamos na faculdade no mesmo tempo; viemos para São Paulo e temos a nossa república feliz. Ele também adora Los Hermanos e já enrolávamos de ir a um hermano-show há um bom tempo.
Uma coisa que eu gostei bastante foi o local do show, vale falar. Primeiro show fechado em uma casa que vou em São Paulo. No interior, pelo menos no Vale Paraíba, em Guaratinguetá mais especificamente, os shows são em ginásios esportivos ou em grandes saguões. O show dos Los Hermanos foi no citi bank hall. Lá, um lugar próprio para show, quase não dá para ficar longe do palco (só se você for um jovem idiota, pagar mais caro e ir sentar lá atrás no camarote), o som é muito bom e nem estava tão quente entre a galera. Ah, é proibido fumar, mas, claro, teve gente fumando, só que eu não lembro sentir cheiro de maconha e isso é ótimo. Assim deve ser também nos vários não-sei-que-lá-halls que tem aqui em São Paulo. Gostei, muito bom.
Outra coisa foi o cenário. Aquele painel com a arte do 4 (vide imagem que ilustra esse parágrafo). Você podia enxergar diversas formas dependendo da maneira como olhava para aquilo. Eu deixei ou não pude conter que as músicas inspirassem os desenhos que meus olhos formavam com aquelas formas geométricas, cada música dava um clima e cada clima fazia com que você se fixasse numa determinada combinação de formatos. Além disso, tinha a luz que variava em cor. Dava o clima também. Creio ser engano meu, mas acho as cores das luzes que iluminavam o painel eram de acordo com cada cd: tocava música do 4, painel com luz azul; música do Bloco, painel com luz bege... E assim vai.
O show propriamente dito me surpreendeu. Eu sabia que ia ser bom, mas não de uma forma tão diferente do que via na minha imaginação. As músicas se transformaram quando passaram do CD que rodava no meu quarto ou no computador da república para o palco e foram tocadas ao-vivo. É incrível como aquelas canções tão queridas com as quais você se identifica ficam boas para show. Parece que nasceram apenas para isso, serem tocados por aqueles cariocas simpáticos em shows. É uma experiência máxima de integração com a arte musical e poética. Eu, que me prendo mais às letras, pude cantar 90% do show: Viva! Somente em pouquíssimas estrofes me embananei.
Cantar é ótimo. Quando se canta com tudo um povo bom, que são as pessoas que gostam dos caras, em coro, como se todos fossem um só sentimento, é ainda melhor (esse sentimento está quando nos vemos nos personagens das música, vivendo a história que ela conta, que nos é muito próxima). Eu e Daniel prometemos ir aos próximos shows deles que tiver aqui ou lá no interior. E, muito provavelmente, você irá nos encontrar.
Dedico esse post ao Pablo, que queria muito mas não pode ir com a gente e é também um grande amigo e fã.
Fotos: DaigoOliva - FlickrSet: Los Hermanos e Toranjaterça-feira, setembro 05, 2006
No msn com Liana
[23:12] Vitor: a prova é bico e tá no papo
[23:13] ???? ???: ihhhh, adorei!!!
[23:14] Vitor: é a minha vontade de comer a canja de galinha que a minha avó fazia... esse frio que está em São Paulo!
[23:17] ???? ???: exatamente...
[23:17] ???? ???: eu comi macarrão sem gluten
domingo, setembro 03, 2006
Madrugada pós-show
quinta-feira, agosto 31, 2006
A coisa mais linda
Me atrasei para chegar porque resolvi ir de ônibus até o outro lado de São Paulo. Normalmente, vou o primeiro pedaço de ônibus, depois pego o metrô, mas botaram um ônibus novíssimo na linha: piso baixo, todo limpinho, motor silencioso. Como o mesmo ônibus que leva até o metro, também levava para a região do trabalho do meu pai, fiquei no ônibus curtindo como o transporte público quase deveria realmente ser.
Almoçamos conversando. As conversas são sempre boas, apesar de não serem o algo maior contido nesse tipo de encontro. O que está posto é toda a minha vida, toda a vida dele, vidas que eu vejo nos olhos do homem que me olha. Toda a dedicação, a sua realização pelo meu bem estar, a recompensa por mil esforços ter valido à pena. Meu velho era só felicidade – aquele sorriso transbordava orgulho ao mirar no filho cheio de barba (pois a deixará crescer para o show dos Los Hermanos e, talvez, a manterá para além disso) e mais alto do que ele.
A coisa mais linda foi a despedida. A coisa mais linda para mim. Nós parados numa esquina. Ele ia descer a rua pela calçada e eu ia atravessar para a outra. O abraço, ele desceu. Eu parei e fiquei olhando aquele homem caminhando vestido de terno, as mãos nos bolsos da calça. O via de costas, mas o tinha inteiro. A coisa mais linda. Ele encontra alguns colegas no caminho. Pára sorridente, cumprimenta-os e logo segue. Eu fiquei olhando o caminhar tranqüilo daquele homem de sapatos pretos. Olhando por um período mágico de tempo. Ele não me via olhando e eu o olhava a fundo, como poucos já o olharam. Até que ele entrou no prédio cinza e foi a coisa mais linda.
segunda-feira, agosto 28, 2006
segunda-feira, 28 de Agosto de 2006
Aqui na Happy-ública tem internet agora. Discada, porém ilimitada. No pulsos. Yes linha ocupada. Yes e-mails, blogs e flogs. No more trabalhos de faculdade acabados antes da hora. É melhor ir para eles, mas, juro, antes de acabá-los, estarei aqui novamente.
domingo, agosto 13, 2006
segunda-feira, agosto 07, 2006
domingo, julho 23, 2006
Não se faz política para tirar nota na faculdade
Erich Fromm, em A Arte de Amar, editora Itatiaia - p56
Hoje eu mandei muito mal no seminário de Política. Mas, antes de começar a falar, é preciso contextualizar, senão ninguém entende nada, nem eu. Fato é que o professor é considerado por muitos cuzão e reprova, por semestre, metade da turma. Aplica uma prova doida que causa revolta.
A prova doida é oral e eu adorei fazer se não contarmos a pequena injustiça perversa que o Mexicano comete. Sentam-se quatro por vez frente ao professor na sala fechada. Para os quatro são feitas 16 perguntas, uma atrás a outra. Você pode escolher quatro para responder. Acertou: bem; errou: amém. Assim, se errou quatro, a sua nota é zero. Você não pode responder uma pergunta já escolhida no grupo.
Na minha vez, a primeira pergunta era para ser minha e eu sabia sua resposta. Porém, antes que eu começasse um pensamento, o Júnior começou a responder. Achei que tudo bem, não é nada. Cedi a vez a ele. Ao ouvir a resposta dele, vi que eu teria respondido até melhor, até mais coisas. Depois do Júnior vinha a Laura, que recebeu outra pergunta fácil e a respondeu muito bem. O ciclo girou e chegou a minha vez: uma pergunta não fácil e que me fez ficar um pouco atrapalhado. No fim, o Júnior respondeu três perguntas que eu sabia melhor do que ele e mais meia pergunta que eu não sabia nada. "Roubou" a minha primeira vez e três perguntas que eu sabia (olha o pensamento que essa experiência me faz ter).
Eu? Respondi uma em cheio e três atrapalhadamente mais ou menos. Essa em cheio foi a questão mais idiota. O professor perguntou uma parte do Texto do Savater (Política para o meu filho). Uma coisa estúpida. Porra, se ele quisesse saber se eu havia lido o texto era só me perguntar: “Você leu o texto?”. Mas, enfim, minha nota se salvou um pouco à custa dessa uma pergunta idiota. Era quase responder: Sim ou Não... Nenhuma reflexão. Eu concordava com o autor? Não? Por quê?
Fiquei com 4, o Júnior 8 e a Laura 3. Se eu tivesse pegado as questões do Júnior para responder, podia ter ficado com até mais do que oito. Mas, ele quis responder, ele é meu amigo: Posso responder essa? Claro que pode! Por que disputaria minha nota com alguém? Onde eu posso chegar assim? Fazendo Essa a filosofia da minha vida, no fim só há a solidão.
Agora me diz, por que um professor estimula essa competição? Eu não vou mudar, não me tornarei competitivo dessa forma e, na próxima prova, será a mesma coisa: não batalharei por uma questão. Batalhar em detrimento do outro? Qualé? Isso vai contra tudo o que tenta melhorar o mundo. Chegar lá sozinho é não chegar, você só chega se está com todo o mundo, se conseguiu dar as mãos para o planeta e andou.
O Mexicano não sabe avaliar por prova!
...De ele simular o mercado? Tá, ele simula. Lá, dizem, é tudo competitivo, tem que batalhar em detrimento de outros... Mas o papel da universidade é o de recriar esse mercado, trazer luz para as pessoas, nunca um treinamento para encarar o inimigo. Se assim quisesse, estava no exército. Soldado Beckenbauer, Senhor, número 001.
Hoje eu mandei muito mal no seminário de Política e fiquei nervoso na volta para casa. Aconteceu que eu tive 3 meses para preparar a minha parte mas fiz tudo em duas horas no dia da apresentação. O que, incrivelmente, rendeu uma nota 6 pela minha apresentação que não mereceu sequer um 2. Explico: o professor está fadado a ser trocado se continuar a reprovar mais de 50% dos alunos, então, agora ele está passando todos. Dando as notas que precisamos em prol de seu emprego. Mas, evidentemente, isso é uma fofoca.
Agora, me diga, pense antes de dizer, um professor desse merece que você se esforce para a matéria dele? Estimula que gostemos de conhecer e entender política? Eu quero mais é ficar apenas na média na matéria dele, 5 e pronto. Mentira, quero 10 sempre. Certo...
O que me trouxe aqui foi ter ficado extremamente nervoso após o meu mau desempenho. Mal fiquei porque sei que não me esforcei. Dava para eu ter feito mais pelo o que eu me conheço, mas... Para quê? Eu era só desânimo.
Aquela citação lá em cima tem a ver com isso. Por que ficar assim se eu construí conscientemente essa situação? Cadê minha humildade? De onde veio a ilusão de fazer tudo em duas horas e dar certo?
Já tirei duas notas dez esse semestre que foram as duas que ficamos sabendo até agora. Talvez venham até mais alguns dez. Mas, e a matéria do Mexicano? Vale a pena se esforçar para ele? Cadê a minha maturidade que não me deixa ter raiva de quem eu não concordo?
Vou prestar atenção na aula que é quase boa (se houvesse mais discussão, se não fosse tão apenasmente expositiva de conteúdo, fosse mais reflexiva) e me esforçar mais no próximo semestre.
A maioria das coisas que eu falei aqui muita gente na sala assina embaixo.
Escrito por Beckenbauer
quarta-feira, junho 14, 2006
História de percurso interativo

É uma história sobre dois amigos muito amigos e que tem oito finais diferentes dependendo do percurso que você escolher. A história é minha, o roteiro e fotos da Marcela, a edição fotoxópe Gianpaola e eu =].
terça-feira, junho 06, 2006
domingo, maio 14, 2006
Vitor, Felipe e Daniel
Comentário do Felipe:
Engraçado também é que geralmente falamos, cada um, de uma mulher específica e, no entanto, no fim, parece que estávamos falando de UMA mulher no sentido universal do termo, A MULHER, e não sobre as mulheres. Entendeu?
segunda-feira, maio 01, 2006
Acolhido
Veio me ver, rever, trever...
Que breve momento!
Nem pude te dizer...
Compartilhar tolos tormentos.
Coisinhas que só falo com você.
quarta-feira, abril 19, 2006
Sheila,
terça-feira, abril 11, 2006
Pôr-do-sol no Jardim Paraíba
Pôr-do-sol no Jardim Paraíba
Originally uploaded by Vitor Bustamante.
Eu andava sempre de patins aí no chão que pisou esse fotógrafo (que sou eu) até esse horário em que a foto foi tirada. Depois a noite vinha, junto também vinha uma canseira nas pernas e uma grande vontade de tomar banho e ir comer. Tinha essa vista na maioria das vezes. Ao invés de uma parede com quadro, esse lugar tinha o ar de um vale (o Vale do Paraíba) e uma paisagem ao natural que eu sabia enxergar de uma forma única, sabia que a minha juventude ficaria fixada nela.
segunda-feira, abril 10, 2006
O céu sobre o Jardim Paraíba
Um dia excepcional! A foto é do meu irmão e foi tirada do alto da catedral de n. s. Aparecida (entenda-se "de um morro"). Minha casa fica à direita, embaixo, mas não coube na foto, não dá para vê-la. Lindo, não? Imaginem: romeiro vem pra cá, na igreja rezar e, quando está indo embora, se depara com nada mais que isso. Ele foi abençoado ou não?
sábado, abril 08, 2006
segunda-feira, abril 03, 2006
domingo, março 19, 2006
sábado, março 18, 2006
sexta-feira, março 17, 2006
"Fala, garoto!" - Estarei no Altas Horas desse sábado
quarta-feira, março 15, 2006
Sensação
Ontem foi legal: já estava na cama e lembrei o que o Tiago disse uma vez sobre os alongamentos. Falou que eles relaxam os músculos e não devem ser feito muitos antes de um exercício, mas sim depois, pois relaxam. Antes, o que vale mesmo é o aquecimento. Descobri-me do lençol e pulei do beliche, tudo escuro, o Daniel e o Edu dormindo e me alonguei bem, para relaxar. Doeu muito quando tentei alcançar o chão com as mãos e mantendo as pernas esticadas, mas foi o movimento que mais me fez bem. Rezei ainda em pé e subi no beliche novamente.
Quando acordei, meu corpo estava ótimo e soube o Rodrigo no seu primeiro dia de trabalho nos correios: Aê! Pensei na Sheila por um bom tempo bom. Fiz macarrão de almoço e fui para a PUC. À noite, acabei os textos: currículo e redação "O que a TV PUC pode fazer pela sociedade?". É lá, na TV PUC, que tentarei o estágio, torçam! Amanhã estarei na gravação do programa altas-horas da rede globo provavelmente, avisarei quando for passar. Lavei minhas cuecas, coloquei as meias de molho e, agora, vou tomar banho. Inté!
A lata, o gato e o imbecil
"Desde que o mundo é mundo, gente desocupada passa a vida pensando numa nova maneira de importunar quem está trabalhando, quem está sofrendo, quem precisa de ajuda. Daí, acredito, a necessária criação do ditado "Ajuda mais quem não atrapalha".
Um exemplo recente é o e-mail que circula por aí há mais de um ano, dizendo que o Hospital Sírio-Libanês oferece tratamento gratuito para câncer de mama, o que, segundo a mensagem, inclui "internação, anestesia, equipe cirúrgica, remédios, exames e imediata reconstrução da mama mutilada" (tudo de graça!), bastando para isso que a candidata faça uma consulta (igualmente gratuita), agendada por telefone.
Ora, se isso não é mentira completa, é verdade parcial: esse hospital, assim como qualquer outro, mantém convênio com o (Des)Serviço Único de Saúde, e atende gratuitamente por mês umas tantas pacientes com essa enfermidade: vinte, segundo o próprio hospital, em nota distribuída à imprensa. E, muito importante, diz a nota que é o próprio (d)SUS que encaminha a paciente a esse (ou a outro bom) hospital, se a paciente tiver pelo menos essa sorte.
Fico aqui pensando que espécie de canalha chega ao computador, cria uma "notícia" como essa, e depois fica sentado, olhando o teto com o sorriso próprio do imbecil que é, imaginando mulheres numa situação de extrema fragilidade provocada por uma doença mortal, crédulas por falta de melhor opção, voltando-se com todas as suas lágrimas e incertezas para a esperança de serem bem tratadas por um hospital de alta qualidade, para, em seguida, serem imediatamente decepcionadas, logo ao final do telefonema.
Este é um caso. Há outros, às centenas, de crianças doentes, seqüestradas ou desaparecidas, mutiladas, à morte. Os desocupados, por terem muito tempo para elaborar suas asneiras, imploram que você reenvie a mensagem "para todos da sua lista" porque, para cada e-mail reenviado, uns poucos centavos serão doados à criança em questão, como se houvesse uma maneira capaz de contabilizar o envio de mensagens com qualquer acuidade. "— Vamos salvá-la", diz o filho da puta, que deseja apenas uma coisa: ver seu e-mail circulando o mundo, como quem prende uma lata ao rabo dum gato e fica ouvindo o barulho que ele faz durante a noite, correndo desesperado pelo bairro.
A lata é a mensagem, o bairro é o mundo, e amarrar um troço ao rabo dum gato é a obra máxima que um imbecil pode criar."
Sei que postar um post alheio, por muitos, não é considerado um bom hábito blogueiro. Porém, convenhamos, esse mereceu. E, depois que o blog Copy & Paste escancarou, fez da fórmula o seu sucesso e fim único de sua existência; a gente aceitou de uma melhor forma essa prática ou, pelo menos, eu aceitei de uma melhor forma o ato de copiar as coisas dos outros.
sexta-feira, março 10, 2006
Eu disse a ela
Pensão
Inicialmente pensou: “Que dia... Enfim em casa!” Mas achou esse pensamento de "chegar em casa" totalmente impróprio; assim resolveu reformulá-lo: “Enfim na pensão!”. Estava muito bem até entrar em seu quarto e ver sobre sua cama o pôster rasgado em dois! Não acreditava no que via... Rasgado! Sentiu-se invadida; ficou nervosa; cheia de raiva e ódio, uma combinação perigosa e, por isso, contou até dez respirando fundo. Foi ter com a dona da pensão, porém, antes, no caminho, se encontrou com Maria, a simpática empregada do pensionato.
Capítulo 06
Nossa! Aquela mulher... Se fosse por mim, qualquer pôster podia ficar nas parede... Ela fala que eu preciso limpar elas e, por isso, não pode ter nada nas parede, mas é só uma vez por mês que eu faço isso. Até eu teria um pôster! Do Wando no meu quartinho. Mas a Dona é triste, mulher difícil de agüentar! “Não pode porque não pode” ela sempre diz.
Nossa bichete preferida logo foi reparar o pôster com durex e enquanto fazia isso, sozinha no quarto, a Dona apareceu na porta.
Capítulo 07
Desculpe-me, querida, quando fui tirar: crash... Ele acabou rasgando sozinho.
Capítulo 08
Tudo bem... Eu já estou colando de novo, assim ele até terá uma história gravada em si, que irá servir para quando os outros perguntarem sobre o rasgo eu poder dizer: é uma das marcas que a velha dona de um pensionato deixa no mundo.
Após esse diálogo, a velha resmungou algo incompreensível e saiu da porta um tanto empinada ao nariz. Nossa menina juntou suas coisas e em uma hora e meia estava na rodoviária com todas as suas coisas, sentada num ônibus que ela carinhosamente batizou de “de-volta-para-a-casa”. Mentalmente, conversou com ele por esse nome para desabafar e se sentir menos solitária. Naquela semana, foi de ônibus para as aulas e voltou para casa todos os dias, duas horas e 15 minutos de viagem. Não tardou, arrumou uma república e estava novamente presa a sua liberdade.
Essa novela é dedica à Ana Carolina.
quarta-feira, março 08, 2006
Pensão
A pensão era cheia de regras e liberdade era algo totalmente limitado ou, às vezes, até amputado por essas regras. Mas dessa forma parecia mais fácil para ela. Seus pais trabalharam bem a questão da liberdade em sua criação; para bem dizer, ela era presa a sua própria liberdade desde sempre. Então, pensava que seria fácil viver naquele lugar, pois ela não se dividiria entre escolhas, bastaria seguir as regras e tudo daria certo. Era só seguir.
Capítulo 04
Quando pôs o pôster na parede da pensão, a cima de sua cama, que era a parte superior de um beliche, quase no teto, sentiu-se melhor, bem mais confortável com o lugar, que agora ia tomando a sua cara. Suas colegas de quarto não estavam, chegavam só à tarde na segunda-feira. Agradecia por estar sozinha naquele momento de contemplação da própria vida. Enxergava os passos que estava dando. Terminou de arrumar suas coisas, pegou algumas delas, olhou o pôster mais uma vez e foi para a faculdade. Ficou lá até às 19 horas, um pouco além do período da aula. Amigos novos.
terça-feira, março 07, 2006
Pensão
Havia se mudado para a pensão na semana passada. Feliz da vida que tinha passado na puc, num curso que muito queria e que era a sua cara. Trabalharia com arte e comunicação. Agora, a adolescente começaria a desentranhar de si forças de mulher para o trilhar da vida que é feito longe do pais, numa cidade nova, São Paulo, e em um novo nível de aprendizado.
Capítulo 02
Era o primeiro final de semana que voltava para a casa. Havia se passado a primeira semana em São Paulo, a semana em que saíra de casa e dormia na pensão feminina ao lado da faculdade, a semana que dava início a amizades possibilitadas pela da conquista do vestibular, pensava ela. Nada além de um prêmio por merecimento. Enquanto preparava a mala para ir novamente para São Paulo, resolveu levar um pouco do próprio quarto. Pegou o pôster da sua banda preferida e dois porta-retratos. Uma hora depois, entrou no ônibus e se foi novamente para a cidade grande.
quinta-feira, março 02, 2006
Eu nunca quis ser padre
sexta-feira, fevereiro 24, 2006
quinta-feira, fevereiro 16, 2006
Palavras gastas
segunda-feira, fevereiro 13, 2006
"Eu cheguei a seguinte conclusão"
sexta-feira, fevereiro 10, 2006
Para Fla Wonka, do Garotas Que Dizem Ni

quarta-feira, fevereiro 08, 2006
Liana me faz cortêz em E AGORA, JOSÉ?

Saindo do padrão noticiário do primeiro parágrafo: Obrigado, Li! Um beijão em você.
Nota sobre o post anterior: Grandes agradecimentos à Carol que corrigiu meu português!
Orkut - perfil
terça-feira, fevereiro 07, 2006
segunda-feira, fevereiro 06, 2006
domingo, fevereiro 05, 2006
Mais uma da flickr aqui
Para pensar: Cria-se, com a linha, a câmera desenhada. A câmera em linha é a imagem que foi capturada pela câmera fotogrática que, por sua vez, imprime uma fotografia. O que é a fotografia? O impresso pela câmera fotográfica ou a imagem mesmo antes de ser capturada?
quinta-feira, fevereiro 02, 2006
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