Estou ouvindo o cd Raul Seixas e uma música arranhada. Ah! Desgraça! Mais um CD arranhado. Eu não tenho muitos CDs arranhados, que eu saiba são apenas três. Dois eu não sei com arranharam-se, mas um eu sei e tenho raiva. Estava havendo um churrasco aqui em casa. Churrasco de família. Eu estava ouvindo tranqüilamente o CD do Offspring, o Americana, quando alguém tira o CD e coloca um CD do Zezé de Camargo e Xorãozinho. Tá se é preferência da parentada, vou tentar me desconcentrar da música. No outro dia quando vou ouvir ao CD o Offspring estavam totalmente arranhadas as músicas 4 e 5. Todos que tem ao CD sabem que essas estão entre as melhores do CD. Que raiva, CD novinho. Eu estava curtindo.
Nota: Preferência da parentada e não da família (irmão, pai, mãe e Da Lua)
Vitor ouvindo Ramones
quinta-feira, fevereiro 07, 2002
quarta-feira, fevereiro 06, 2002
No post anterior eu me lembrei de uma brincadeira que eu e meu amigo, Jurandir, ex-colega que eu não vi mais, inventamos. Nós brincávamos sempre de pega-pega, esconde-esconde, quatro-cantos, pular corda, amarelinha, duro-ou-mole, elástico e etc. Um dia nós inventamos o pega-pé. O pega-pé é tipo pega-pega, mas você tem tocar o seu pé no pé o adversário sendo que, tanto os seus pés quanto os pés dos adversários devem estar no chão. Isso impediu a bicudas que poderiam machucar-nos. Nossa! Escrevendo desse tempo eu me lembrei de várias coisas que eu havia feito no Chagas Pereira, minha escola na terceira e quarta série. Lembro-me até do hino da escola, que era executado semanalmente: "Para frente Cagas Pereira/Aonde vás respeite a vida...". Eu até tirei no piano uma parte da melodia meio que sem querer. Muito legal ficar lembrando dos momentos bons que já se passaram. O ruim disso é saber que o tempo passa e não dá para voltar. Fiquei com vontade de brincar de pega-pé, ou quatro-cantos, esconde-esconde ou etc.
Vitor ouvindo Raul Seixas - Al Capone
O que tem de mais em falar recreio e não intervalo? Às vezes quando falo recreio meus colegas me chamam de criança, infantil ou algo do tipo. Mas, eu falo recreio desde quando eu entrei na escola. Agora só porque eu estou no colegial eu tenho que mudar? Por que? Que norma diz isso. Eu falei, falo e vou falar recreio até na faculdade. Não há motivo para mudar. E o que mais me da raiva nisso é que, os mesmos colegas que falam para eu falar intervalo fazem aquelas brincadeirinhas que são realmente infantis. Vocês lembram-se do: "Que horas são? Oração é na igreja", ou então, "Olha pra quem te come e disfarça!". (tem mais, mas eu não estou lembrando, se alguém lembrar: Ctrl+Alt+Comente!) Há horas que são saudáveis essas criancices, mas há horas impróprias em que elas ficam muito chatas e eu não gosto.
Vitor ouvindo Raul Seixas - Gitã
Não estava postando muito, mas agora vou voltar na mesma frequencia, eu espero. E...
[...] Vocês não gostaram das minhas post em terceira pessoal? Clicka no Ctrl+Alt+Comente!
Vou ser democrático.
O Felipe, não precisa assinar como ninguém e e-mail ninguem@uol.com.br. Se você quiser xingar, solta o verbo. Eu adoro críticas e valoriso as pessoas que criticam-me, assim eu tento ser um pouco melhor.
Felipe, se você não "copiou" os meus: Momentos filosóficos no cérebro de Vitor, a xuxa viu doendes, o tio Patinhas é mão-aberta, o clodoviu é macho (aquilo é apenas marketing) e aquela vaca verde das piadas voa.
terça-feira, fevereiro 05, 2002
domingo, fevereiro 03, 2002
Acordara mais cedo o jovem da família e fora ver televisão na sala. Vendo tv ele ouviu um barulho que a principio achou estranho, mas foi muito baixo e ele o ignorou. Ouve novamente, o mesmo som, e identifica. Viera de um inseto. O bater das asas do inseto em alguma coisa, como se estivesse preso. Não achou e nem procurou o inseto, ficou sentado no sofá e imaginado-se no monólogo:
Se for um inseto gigante, do tamanho de um cachorro? Já pensou o poderia acontecer? Já pensou? Notícia no país todo? Não! No MUNDO todo. As manchetes: Vitor mata inseto gigante nunca antes visto por ninguém, um grupo de cientistas, os melhores na área da "insetologia", viram estudar o inseto mutante. Nossa. Eu vou dar entrevistas no jornal da globo, no fantástico, na Folha de São Paulo. E quando estiver sendo entrevistado na TV: Primeiro eu perguntarei se o jornal é ao-vivo, depois falei no final do programa: "-Se você quiser entrar em contato comigo é só acessar essa página que está aparecendo aqui ó: http://cab.blogspot.com". Nisso eu estarei apontando o dedo para baixo. Por isso que perguntarei se é ao-vivo ou não, se fosse não iria dar para eles colocarem o endereço embaixo e eu apontaria para o nada.
Voltando do pensamento fora a cozinha fazer seu hábito matinal, que era abrir os armários e a geladeira a procura de algo que lhe interessasse ao estômago. Dessa vez não achou nada, sabia que iria outra vez fazer isso, mesmo sabendo que não iria achar nada, repetia o ato até se cansar. Voltando para a sala, quando fora sentar no sofá, para retomar o filme do telecine, deu de cara com uma mosca "gigantesca" (não confundo o meu gigantesco com o gigantesco canino dele), deveria ter uns dois centímetros e meio. Parou e ficou olhando para ela. Tinha medo de que ela voasse em sua direção. Não dava para vela direito, a claridade que transpassava o vidro em que ela estava era forte, o sol estava radiante naquela manhã. Resolvera pegar o mata-mosca na lavanderia. Quando viera para matar a mosca no vitrô, não a achara de início, mas logo olhou para baixo e a avistou. Ficou sem coragem de mata-la, não se sabe de qual forma, mas havia criado um vinculo com ela. Não sabia se não tinha coragem porque tinha pena da coitadinha ou se por medo dela voar em sua direção. Resolvera que iria tentar abrir o vitrô onde ela estava. Foi muito devagar para a mosca não perceber sua presença e voar, podendo assim ir em sua direção. Não sabia ele que a mosca estava com mais medo do que ele. Ela avistara a arma na mão dele, era como a lenda contada pelos seus ancestrais dizia: "Um ser feio e nojento, com a desgraça na mão irá acabar com nossa espécie, que para ele é feia e nojenta, a desgraça tem calda longa e regida ligada à cabeça que é cheia de furos, ela é a que vai nos matar". A mosca vira a desgraça na mão do ser e ficara apavorada. Estava imóvel sem saber em que pensar e no que fazer. Tinha muito medo fugir, pois achava ela que ele a estava esperando. Vitor que não conseguira matar a mosca foi aproximando o braço lentamente da maçaneta do vitrô, lento até demais. Não era possível saber quem estava com mais medo, se era ele ou se era a mosca vendo a lenda se concretizar. Depois de um tempo ele conseguiu por a mão direita na maçaneta. Não tirara o olho, que estava concentrado, da mosca. A mosca permanecera imóvel. Ele foi abrindo lentamente o vitrô, lento até de mais. A mosca não se mexia. A mosca resolvera que não iria voar tentando fugir se ele não chegasse perto dela. Ele abriu uma fresta no vitrô, a mosca vira a passagem e não pensara duas vezes, foi saindo devagar dali, andando, sem voar. Quando vira que atravessara para o outro lado do vitrô voou para a liberdade. Vitor ficou aliviado e sentiu necessidade de escrever o fato. A mosca foi rapidamente para casa contar que havia estado frente a frente com a lenda. Ficou famosa na família, não em todo o mundo das moscas, pois muitas já haviam visto a lenda. Menos alguém da sua família, ela fora a primeira. Isso podia ser visto até como uma questão de honra na família da mosca, pois muitos esnobavam a família. "Aquela família é muita fraca, não houve um sobrevivente a lenda" diziam. A mosca virara uma heroína na família e Vitor...
Moral da história:
(OH! Eu não sei a moral da história)
Vitor ouvindo Oh não! Outro zumbido de mosca!
sábado, fevereiro 02, 2002
Eu não aguento mais a globo puxando o saco do Romário. Puta merda! Enche o nosso saco. Eu posso não entender ou gostar de futebol, mas sei que ele não merece ir para seleção por um motivo, devem haver muitos mais, mas só esse de ele ter mostrado o dedo do meio para a torcida num jogo aí já me deixou com um baita ódio do cara. Ele faz gol manda a torcida tomar naquele lugar. Fod*-se se ele faz gol, fod*-se! Ele é um babaca com o rabo cheio de dinheiro que não tem o mínimo.
Vitor ouvindo Los Hemanos
Seu mundo era apenas umas casa. E não uma casa inteira, apenas o quintal e alguns cômodos. Saíra de seu mundo apenas algumas vezes, mas não se lembrara disso, pois seu cérebro animal não guardava esses momentos raros, talvez apagara por causa da infelicidade de viver em seu mundo pequenino. Ele era vez odiado, vez adorado, não sabia o porque disso. Todo dia acordava quando a dona da casa abria a porta da varanda, onde ficava sua casa e onde ele dormia. Só bebia água e comia sua ração, mas uma vez por dia, que era a melhor hora alimentícia do dia, ele ganhava um biscoito. Nossa como ele adorava este biscoito. Quando demoravam a dar-lhe, ficava perto do armário que guardava a guloseima com o rabo abanando e sua face de "tadinho". Na maioria das vezes funcionava, o ruim para ele era quando tentava isso pela segunda vez no dia. Era retirado da cozinha aos berros e empurrões. Não podia comer mais de um biscoito por dia, pois tivera uma doença, que quase o matou, que não permitia comer à-vontade, o biscoito que era muito forte para ele, se comera a terrível doença poderia voltar. Essa doença causo-lhe uma sequela terrível. Sua cabeça ficava pulando, no ritmo de sua pulsação. Terrível. Todos sentiam dó/pena ao ver sua cabeça pulsando daquela forma. Às vezes a sequela ia embora, que era quando ele corria, agitava e brincava. Com o tempo diminuiu um pouco, mas parou e não diminuiu mais. Toda vez em que ficava deitado, descansando, se podia ver o triste "soluço" eterno em sua pequena cabeça.
Quando os donos da casa saiam era uma solidão sem fim para ele, não via hora deles voltarem. E quando voltavam era uma alegria só. Corria, pulava, chorava para que abrissem aporta. Seus donos brincavam e faziam carinho nele. Ele se sentia o máximo com tudo isso. A atenção era toda voltada para ele, e mais ninguém. Ele também adorava ficar em frente da casa tomando sol e gritando com cada um que passasse por ali. Às vezes seus donos gritavam, competindo com próprio grito do animal, para que ele ficasse quieto, mas nunca adiantava. Os donos o colocavam num cantinho da sala onde passara grande parte de sua vida, ali ele não gritava, não pulava e não atrapalhava ninguém. Às vezes soltava um pum e donos planejavam um banho achando que era ele que estava "cheiroso", mas só planejam. Se não tivessem uma ordem vinda diretamente de uns dos chefes da casa eles não o faziam. Gostava de música também, não se sabe como, mas gostava. Sempre em que o menino Vitor tocara piano, que ficava na sala, ele ia de onde estivesse para o seu cantinho na sala. Não se sabia como tal criatura poderia gostar de música.
Agora é só isso que me vem à cabeça. Vou dar o seu biscoito diário e brincar e fazer carinho com ele. Devo-lhe mais atenção.
Vitor ouvindo Os Pardais - Nós causamos o strees do interior
sexta-feira, fevereiro 01, 2002
Uma foto minha andando de roller no http://www.eradical.com.br/.
Tô muito feliz, não liguem!
O portal evanguarda, que é o que hospeda o eradical, é site da globo regional.
O que estão esperando? Vão lá me ver! http://www.eradical.com.br/ Escolham na barra Esportes Radicais, Patins In-Line. Minha foto é a última. Vitor - Back Slide - Aparecida. UoU! Vou tirar mais fotos maneiras.
Vitor ouvindo Micro-ondas - Eu esquento a sua janta
Claudinho: -Esse ano eu vou me esforçar. No ano passado eu quase repeti.
Joãozinho: -É mesmo?
Claudinho: -Se eu passar minha mãe disse que vai me dar um roller novo, do bom, e uma prancha de surfe.
Joãozinho: -Se eu passar meu pai prometeu que não vai me bater.
Vitor ouvindo Charlie Brown jr. - Lugar ao Sol
Cama carnal, alma calma
Desci no quarto para fechar a janela porque havia começado a chover. Vi a cama aberta, as cobertas mais amontoadas e o lençol exposto... me...
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Tratando um pouco sobre o sobrenome que mais me sobressai Há um mês e seis dias atrás, o lucas amigo da incrível foto aí, deu uma comunidade...
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Indo embora, ergui a cabeça, olhei para o sinal e esperei a luz vermelha vir depois da amarela, atravessei a Cardeal Arcoverde e a subi até ...