domingo, dezembro 27, 2009
Carta para a minha mãe
Mãe,
Há tempos que não te escrevo. Ou falo com você dessa maneira. Dirirgir-me por carta já implica uma mudança pessoal minha.
Fiquei muito contente com seu telefonema hoje. Você estava animada e falou expontaneamente. Gosto de te ver assim. Sinto você livre.
Os questionamentos que me habitam em relação a viagem para a Argentina são um pouco mais sérios do que parecem. Eles têm a ver com a busca da missão da minha alma. Com a minha vontade mais interna. Não sei se essa formação atenderá os meus anseios íntimos, porém, se souber que não, optarei por não ir pois só iria atrasar a minha caminhada. Mas, se souber que sim, irei com apetite. De nada vale sentar-se a mesa sem apetite.
Escolher nunca foi fácil quando as consequências envolvem vidas. A sua e as de quem está em volta. Para escolher é preciso respirar. Jogar o mundo para dentro, absorver o que serve para você e depois devolver o que compete somente ao planeta resolver.
Estou jogando todo o mundo do momento para dentro e já começo a pegar o que me serve. Munido de minhas necessidades e com o coração aberto, poderei escolher a melhor escolha. Torça por mim e reze. Eu quero seguir o caminho mais reto. Fazer bem a minha parte.
Um beijo carinhoso
Vitor
sexta-feira, dezembro 04, 2009
4 de Dezembro de 2009
E os amigos chamei atrás de mim
Para ver a aula do planetário
e o show do Olo Ba de Mim
Obrigado a todos que vieram
Sabendo ou não, vocês fizeram feliz
O dia do meu aniversário
quarta-feira, outubro 07, 2009
Quando um mestre vai...
terça-feira, setembro 29, 2009
sexta-feira, setembro 04, 2009
Fazer um presente para uma Criança
Ao fazer um presente para uma criança, a gente escolhe pequenininho diante da grandeza da pureza posta a nossa frente. Pensar na criança ao compor uma homenagem escorrega. A gente nem sabe o que que é. Só sabe que é, porque sim, ué. "Eu sei que você está aprendendo" - a criança nos diz com boca e com os olhos meiguinhos sérios. Estar diante da criança é escorregar para dentro do coração no parquinho do mundo. Todo tombo é no banco de areia, divertido. Corre-se de mãos dadas a ela quando vaga um balanço e se sente no cabelo dela, no vestidinho de menina, nos cachinhos o vento. O pai já é muito mais lápis-de-cor do que caneta, babão do que galã, coração do que tudo. Já é mais do que tudo. Muito mais.
terça-feira, setembro 01, 2009
Deus é muito mais mulher do que a gente pensa
Olhar para uma foto dessas é quase como enxergar o paraíso. Imagino-me chegando no paraíso, para falar a verdade. É um puro encantamento. Eu faria o meu céu assim. Chamaria a mesma família arquiteta para plantar, regar, decorar e construir a casa. Depois de pronta, colocaria a Andreia e Clara nesse lar sonhado e plenamente possível de se realizar. Imagine essas duas mulheres e eu atravessando essa porta e indo para a casa simples guardar todas as frutas colhidas durante o dia, brincar e descansar. A coisa mais linda de se sonhar... Que bom!
segunda-feira, agosto 17, 2009
domingo, agosto 16, 2009
Expectativas
quarta-feira, agosto 05, 2009
Como ficar imune a situações epidêmicas?
sexta-feira, junho 26, 2009
segunda-feira, junho 22, 2009
Fim de Semana
sexta-feira, junho 05, 2009
Reler
O som é coletivo; a leitura de um livro, individual.
Os sons se misturam, confundem, você perde o foco. Mas ganha em possibilidades de leitura, variação de sentido, obra irreptível.
Voz da leitura não é interior, é exterior.
Solidão vs. Coletividade, solidão na coletivid...
Linhas de leitura cruzadas, tempos que se misturam
segunda-feira, junho 01, 2009
sábado, maio 23, 2009
sábado, maio 16, 2009
Para sua eternidade
2.E entregue se fez ao mundo
3.Quem te viu sabe e, quem não viu e sente, sofre: eu
4.Mas, sabe que eu não estou mais afim
5.Já serviu para o melhor fim do mundo
6.Chama-se realidade agora?
7.Aventureira!
8.Vem cá, acabou... Já deu!
9.Dê uma mão para o mundo,
10.Dê a cara ao céu e...
11.Deh, me leva!
12.Puxando com o que sobrou
13.Que juro que vou sabendo que você vem
14.Como ficou o luar sem alguém por perto?
15.Como ficam as ondas dos seus cabelos sem me ver?
16.Desfaz a tatuagem que eu desmonto e remonto a minha vida
17.Desfaz namora, desfaz!
18.Desfaz porque já está feito e é hora de recomeçar aquilo que não termina nunca
19.Meus pés estão no chão
20.Meu coração? Nunca foi o coração biológico da ciência!
21.O que a gente faz com a pergunta de uma mulher?
22.Vem cá... Vem cá que a resposta é o meu abraço, essa música que ponho para tocar e a meia luz do carinho
23.Enfim, no lugar certo além do tempo
24.Eu nem lembro o que é o tempo
25.Desde a primeira vez que você veio eu só sei o que é eternidade
26.Quer você esteja perto
27.Quer você esteja longe
28.Só sei eternidade
29.Aquela história de consumir saudade
30.Como sendo um alimento? Te lembra a rima?
31.É como você disse: se assim mesmo fosse, estaríamos obesos
32.E somos dois magrelos
33.Deita na cama que é o sofá da sala e fica aí que eu faço um chá, um volto já de quem nunca vai
34.Pétala de flor pousada sobre o colchão
35.Nós somos sempre, acho que não dá
36.Vem pra cá de uma vez e fica
37.Fica
sexta-feira, maio 15, 2009
quarta-feira, maio 06, 2009
domingo, maio 03, 2009
sábado, abril 25, 2009
Até que o mundo volte às suas canções
Esse olhar de quem de dentro das minas olha para cá
O poeta como pode pára
Faz um verso, uma estrofe e um pouco de sala
Pobre do poeta! Deveria estar fazendo a mala
Para viajar até esse brilho precioso onde a saudade não há
Pobre do brilho! Queria o poeta encontrar e reunir os corações
Para dançar... Para dançar... dançar... dançar... dançar...
Até que o mundo volte às suas canções
sexta-feira, abril 24, 2009
A poesia
Mais do que um relato daquilo que se sente
É uma criação que acompanha a Criação
A poesia é a semente ausente
em flor transformada sutilmente
descontrolada num peito que ecoa ão
Meus interesses me regam
E passo essa rega adiante
Nada do que me negam
Faz falta
aos olhos motivantes
que regam a flor
Transformando dor em cor
Pudor em amor
Rancor em favor
Transformando oliva em azeite
Momento em presente
Menino em Homem
Matriz em trabalho
Alho em tempero
Pera em mordida
Coração em batida
Banana em Brasil
Transformando bombril em limpeza
Realeza em povo
Ovo em pássaro
Raio em fogo
O ogro vira príncipe
O cipó, balanço
A lança, alvo
O calvo vira chapéu
E...
o Céu é Terra
o Sol é Lua
o Nu é Rua
Transforma pruma em água
Água em gente
Gente em mente
Inconsciente
Adolescente
Ascendente
Mal em bem
Dualidade em unicidade
E tudo é um
E serve para crescer
Separado junto
Separado junto
Dentro e fora
Agora e depois
o feijão com arroz
A mistura subiinsubistituível
Tanintangível
Eco equívoco
Amarelo infalível
Pó de estrela se transforma em gente
Ser em Sou
Crer em Vôo
No em Em
Vazio em Poesia
Criança em Mãe
Homem em Boto
Namorada em Fada
Nada em Maestria
Verso em Vaso
Eu em Você
Raso em fundo
Acaso vira Deus
Vazio vira Poesia
Vazio vira Poesia
Poesia viria Po-e-sia
E Poesia se transforma em Po-e-sia
segunda-feira, abril 20, 2009
sexta-feira, abril 17, 2009
Segundo sonho de Abril
quarta-feira, abril 08, 2009
Primeiro sonho de abril
segunda-feira, março 30, 2009
sexta-feira, março 20, 2009
quarta-feira, março 18, 2009
Na nota de 2 reias
terça-feira, março 17, 2009
Isso me lembra...
Isso me lembra um dos melhores momentos vividos em minha vida no carnaval de São Luís do Paraitinga quando brinquei de guerrinha de água com umas crianças lindas. Que saudade!
quarta-feira, março 04, 2009
domingo, março 01, 2009
Nesta noite o amor chegou
É mais cristão do que parece
São tantas coisas a dizer
Mas como lhe explicar
O que me aconteceu
Não vou contar
Se não vai me deixar
O que é que ele esconde
E não quer revelar
Pois dentro dele um rei existe
Mas que não quer mostrar
terça-feira, fevereiro 24, 2009
sábado, fevereiro 21, 2009
terça-feira, fevereiro 17, 2009
quinta-feira, fevereiro 05, 2009
sexta-feira, janeiro 30, 2009
Texto que escrevi e li como orador dos formandos de 2008 do curso de Comunicação e MultiMeios da PUC/SP
É com um grande sorriso no rosto que estamos aqui neste momento. O momento da nossa formatura. Senhores Pais e Mães, Senhores Irmãos e Irmãs, Namorados e Namoradas, Familiares, Amigos e Amigas, Senhores Professores e Professoras...
Prestem atenção em nós! Olhem cada um, e tentem ver atrás da pessoa que se forma quatro anos de aprendizado. São esses quatro anos que estão sendo comemorados agora. Poderia parecer pouco quatro anos?, mas seria pouco uma formiguinha para o olhar de um poeta?
Quem aqui é pai ou mãe de formando? Erga o braço! Ótimo, ótimo! Quem de vocês, pais e mães, já escreveu uma poesia? Erga o braço! Poucos? Muitos? Todos? Eu os convido a escrever uma poesia agora mesmo, uma poesia sobre o filho ou filha de vocês – se é que ainda não descobriram que eles próprios são poesias vivas. Nos enxerguem com olhos de poetas, por favor, olhos que vêem mais que os outros. Que vêem tudo pela única via capaz de atingir o âmago de quem somos: a via da beleza, a via da arte, a via do amor.
Poesia é aquilo que transforma vermelho em joaninha, alho em tempero, pêra em mordida, pudor em amor, matriz em trabalho, coração em batida, banana em Brasil, namorada em fada, raso em fundo, eu em você. E os multimeios, nós, somos aqueles que trabalham as linguagens, eis aqui uma linguagem textual! Somos conhecedores das belas pontes que comunicam e ligam ilhas e continentes! Sabemos gerar a comunicação. Das coisas mais sutis às mais brutas e necessárias: coisas belas. Fazemos arte! Os códigos são nossos tijolos, a sintaxe o ferro e concreto da armação e o sentido ou a semântica, o nosso trem – aquilo que leva e flui pela ponte que podemos realizar.
Reparto o convite a todos que aqui estão. Irmão, (cadê o meu irmão?) me enxergue com os olhos do poeta que você é, porque o momento é bonito demais e somente assim você irá aproveitá-lo com sabedoria. Eufórico: Eu estou me formando, todos nós aqui estamos, veja quanta gente, estamos nos formando, cara! Caramba! Acabou a faculdade!
Permitam-se livrar do pensamento lógico, da razão, da análise das palavras... para que isso que está acontecendo aqui possa ser apreendido pelo único sentido onde se pode haver verdadeiramente uma compreensão vossa: o sentido dos vossos corações, dos vossos sentimentos, os vossos olhos novos.
Vocês conhecem a velha conversa do mestre com o discípulo?
O discípulo pergunta ao mestre:
_ Mestre, como consigo atingir a sabedoria?
O mestre responde:
_ Fazendo as escolhas certas.
Discípulo:
_ mas como vou saber quais são as escolhas certas?
Mestre:
_ fazendo as escolhas erradas!
A faculdade foi o lugar onde errar era mais ameno e as possibilidades de degustação maiores... Quanta coisa nos foi oferecida! Quantas portas para passar! Ajudando que descobríssemos aquilo que mais gostamos, aquilo que queremos sorver realmente da taça das mãos do trabalho nosso de cada dia. Alguns descobriram que não era a comunicação logo no primeiro ano e já remaram em direção a rios de outras cores. Outros se formaram para depois buscar novos aromas. Muitos Multimeios permaneceram e Multimeios são. Muitos começaram a trabalhar muito bem já durante a faculdade. Outros entram no mercado este ano e a gente comemora! O curioso... O curioso é que todos deram certo. Enfim, como poderiam dar errado se não pararam de remar? Se há emoção? Se a coragem de seguir continua pulsando? E faculdade de multimeios é assim: o mais multi possível. Quantos tipos dentro do curso! Impossível deduzir um estudante multimeios. Ele poderia ser aluno de qualquer curso aqui da PUC... o tipo Jornalismo é encontrado no multimeios, o Artes do Corpo, o tipo Letras, o ciências sociais... Que curso plural!
E voltando a falar de mestre. Uma coisa que a gente aprende na faculdade é que o mestre somos nós. O seu professor mais importante não lhe ensina nada e é chamado de Orientador. Aponta caminhos, analisa as coisas junto com você, acompanha, sugere... E mesmo não ensinando nada aparentemente, é com quem você mais aprende.
Aprende-se na faculdade que não é necessário fazer um vídeo melhor do que um outro, um site melhor que aquele ou tirar uma nota melhor que a de fulano. Aprende-se a conviver na diversidade e que a diversidade é que colore a vida. Aprende-se que, no final, só podemos nos comparar com nós mesmos e descobrir se fizemos o melhor que podíamos.
Este discurso não necessita ser melhor do que nenhum outro. É apenas requerido por todos que se tenha feito o melhor que se podia.
Há aqui uma esperança de que seremos insubstituíveis no mundo, pessoas transformadoras e, acima disso, grandes seres humanos. Se podemos agora fazer as próximas escolhas, isso aumenta nossas responsabilidades em cima delas e a necessidade de termos coragem para fazer o que é certo, o que manda o coração.
No fim de tudo mesmo, compreende-se que o objetivo é ser feliz. E isto aqui é muito mais do que um encerramento. Fica claro que o desejo de toda a humanidade é único: crescer em verdade e em espírito. Crescer exige mudança e estamos preparados.
O que a gente sente “vontade dê” é de agradecer. Simples assim. Agradecer essa invenção da sociedade que é a faculdade. E veja só – vejam só, Amigos -, a sociedade somos nós! A gente então acaba por agradecer a nós mesmo! As coisas boas que fazemos, essas idéias que rendem frutos necessários para dar à vida dos indivíduos, à vida do grupo, à vida do humano o sentido de que ela necessita. Esse ser da Criação que é capaz de chorar e de rir! Fazer carinho e abraçar com amor. Que é capaz de gesticular, circular por várias linguagens para se expressar. Usar inúmeros meios para atingir o que se quer: multimeios! Um ser capaz de estudar e conhecer a si próprio. Imagine chegar a um auto-conhecimento em que você saiba o que você é quando faz MultiMeios – impressionante, não? Passaremos a vida toda tentando responder a pergunta: o que é MultiMeios? Por hora, seria apenas um rótulo diferente. Diferente do Advogado do direito, do médico da medicina, do biólogo da biologia... Uma coisa que não é nem um pouco ruim. O que você é com o multimeios? Ora, nós somos nós mesmos. Você faz multimeios, mas o que você é? Ora, então, é... Pois bem... Eu sou o Vitor. Fica mais fácil chegar a essência. Nenhum médico é apenas um médico, há uma alma ali, uma pessoa. Inteira! Somos pessoas que gostamos de linguagem! Multilinguagens... A finalidade? Comunicar. Unir aquilo que é desejado a quem o deseja, compor! Somos maestros em comunicação afinal, sabemos tocar vários instrumentos e montamos nossas músicas com eles. E só na formatura é que eu fui chegar a essa imagem! Somos maestros. Curvando o corpo agradeceremos, então! Eu curvo o meu após esta “música discursada”, após essa comunicação! Obrigado a todos, sem exceção.
quinta-feira, janeiro 29, 2009
quarta-feira, janeiro 28, 2009
terça-feira, janeiro 27, 2009
Poesia para o texto anterior
verte-se em texto
postado no blog
sem que se tenha chorado realmente
O que vem agora?
O pós, pré ou pretexto?
O que me sobra
das horas de um dia
de cama vazia?
O choro da gente
sexta-feira, janeiro 23, 2009
terça-feira, janeiro 20, 2009
Coincidências do dia 20 de jan 2009
quinta-feira, janeiro 15, 2009
segunda-feira, janeiro 12, 2009
Teve um dia que aconteceu isso
sexta-feira, janeiro 02, 2009
Post de Natal no insta
É falado que Jesus ensinou o poder do perdão. Eu concordo. Mas penso que o perdão veio pelo motivo de honrar a vida. Não desperdiçar o grand...
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Tratando um pouco sobre o sobrenome que mais me sobressai Há um mês e seis dias atrás, o lucas amigo da incrível foto aí, deu uma comunidade...
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Poesia erótica, Seu Vitor? Os hormônios estão chegando nos dedos já? Alguém os atiçou! Não tenho dúvida, meu caro.
O beija-flor apaixonado: 8 mil.