Jogos Olímpicos

Estava vendo agora a abertura dos jogos olímpicos, a pira olímpica sendo acesa, e não sei por que eu fiquei imaginando coisas que para mim seriam engraçadas se ocorressem. E rindo delas como o bobo que sou. Primeiro eu imaginei o tiozinho que iniciou a corrida de revezamento da tocha em torno do estádio, deixando ela apagar no caminho. Vocês tinham que ver a cara que ele fez na minha imaginação, primeira capa em todos os jornais. Depois, completamente desesperado, ele procurou e tirou com toda a presa sua caixinha de palitos de fósforos dum motel grego do bolso e ficou tentando reacender a tocha enquanto se fazia o maior silêncio no estádio. Não conseguiu e vieram os organizadores resolver o problema.


Problema resolvido, a tocha algumas vezes revezadas, chegou a vez do cara alegre carrega-la, para não falar a bicha olímpica (Por que só o natal pode ter seus viadinhos?). O cara ficava dando voltinhas rotacionais, saltitando, mandando beijos e tchauzinhos para a platéia... tropeçou no próprio pé, caiu feio! De queixo no chão. E o maldoso aqui, riu feito o bobo que é.


Chegou a hora do último correr com a tocha, o cara fodão que ia acender a pica olímpica, digo, pira. Ele estava já levando a tocha próxima à pira, aqueles momentos finais em que a música vai crescendo forte ao fundo... O que de engraçado aconteceu? A fita do meu vídeo acabou. Estava gravando a abertura para a família, pois todos tiveram que sair (escola/trabalho), e a fita acabou bem na hora do gol, na hora que o mocinho beija a mocinha. Cruelmente, dei risada novamente - foi inevitável.


PS: Mas eu voltei um pedaço e gravei a tocha sendo acesa em cima do pouquinho de fita que deu tempo de rebubinar. Sacanagem perder essa parte. Melhor ficar meio cortado, do que sem o final. Tem toda aquela expectativa: Será que vai acontecer alguma coisa? Alguma coisa de errado?

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Bustamante

Texto que escrevi e li como orador dos formandos de 2008 do curso de Comunicação e MultiMeios da PUC/SP

Tema da redação: Heróis reais