segunda-feira, fevereiro 23, 2004

Nunca escrever um começo para esse texto

Até que um dia ele trocara suas recompensas solitárias às imagens concretas vistas na tela do monitor por recompensas solitárias para imagens abstratas vistas na tela de sua imaginação, mais reais do que as concretas. E assim pôde terminar, finalmente, aquelas festinhas em si mesmo feliz e satisfeito, como se via em seu rosto, e não como antes: frio, como se tivesse apenas amarrado os cadarços ou feito qualquer outra tarefa.

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